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Versos em Pedaços

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Sinopse

O autor iniciou sua carreira como escritor publicando a partir dos meados de 2012. Desde então nunca mais parou de escrever, fato que resultou numa intensa produção literária. O que lhe granjeou uma singela reputação como poeta. Tanto que é conhecido como “João Poeta”.

Sua vida foi moldada por fortes tempestades e grandes bonanças. Foi então que teve a brilhante ideia de registrar as suas experiências e a forma de encarar o mundo. Naturalmente, tudo com muita poesia e com bastante humor.

Este é o sétimo livro de poesias do autor, intitulado “Versos em Pedaços”. A obra é composta por poesias bem humoradas, marca registrada do autor.

Aqui o leitor encontrará poemas dedicados às mulheres, dias comemorativos, como por exemplo, dia das mães, dia dos pais etc. O livro ainda discorre sobre os idosos de uma maneira bem humorada, fala de vários santinhos, da minha cidade, da menina especial, de uma mendiguinha, da previdência, dos fumantes e por aí vai, tudo dentro de um humor leve, o que torna prazeirosa sua leitura. Por fim apresento o poema Versos em Pedaços, que dá o título ao livro.

Categorias: Quintilhas E Versos, Família, Poesia, Humor, Entretenimento
Palavras-chave: cidade, comemorações, fumantes, humor, leitura., mulheres, mães, pais, poemas, poesia, previdência, rimas, santinhos, versos

Características

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Número de páginas: 99

Edição: 1(2017)

Formato: A5 148x210

Coloração: Preto e branco

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 75g

Reconhecimento

Sobre o autor

Mini
João Farias de Oliveira

Meu nome de batismo é João Farias de Oliveira. Já faz 29 anos que sou servidor público. Atualmente, exerço a função de agente operacional no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, e estou lotado no Fórum da Comarca de Mogi das Cruzes, no Setor de Administração.

Até há pouco tempo, o meu trabalho estava sincronizado numa escala de 12 por 36 horas. Assim sobrava muito tempo livre; sendo que nas minhas horas vagas e para passar o tempo, tinha por hobby escrever poesias.

Meu nascimento sobreveio aos 24 de novembro de 1949 em Curiúva, no sul do Paraná. Em meados da década de sessenta minha família mudou-se para o norte do Estado, em Londrina, onde passei toda a minha adolescência.

Sou o filho primogênito do casal Firmino Farias de Oliveira e de Ercília Ferreira de Oliveira. O meu saudoso e querido pai faleceu aos 09 de agosto de 1972, num infeliz acidente de trabalho, ocorrido na empresa NGK. Tenho quatro irmãos: Dirceu Farias de Oliveira, Sérgio Ferreira de Oliveira, Cleonice Farias de Oliveira e Dirce Ferreira de Oliveira.

Ainda bem jovem, com apenas 19 anos de idade, deixei a minha terra natal e vim trabalhar na grande São Paulo. Sendo que o meu primeiro emprego foi na fábrica da Philco.

Em meu primeiro contato com essa empresa, carregava uma pequena mala na mão. Este fato causou estranheza no pessoal da portaria daquela enorme fábrica.

Eu solicitava apenas uma oportunidade para trabalhar. Então fui encaminhado para uma entrevista com a psicóloga da empresa. Ao ouvir a minha maneira simples de falar e também a minha pouca idade, ao invés de elogiar os meus esforços, ela censurou-me e colocou empecilhos, dizendo que eu não era emancipado; e que, sem família nesta selva de pedra, eu teria muitos problemas.

Todavia, eu estava determinado a conseguir um emprego naquela empresa. De tanto insistir, acabei sendo aprovado. Após o exame médico, peguei minha mala e saí pelas ruas do Tatuapé junto com outro candidato, que também tinha sido aprovado para trabalhar na Philco.

Nas conversas que travei com esse rapaz, contei-lhe que não tinha onde morar. Que a minha intensão era passar as noites na Rodoviária de São Paulo, até que tivesse condições financeiras para alugar um pequeno cômodo ou algum quartinho para ficar. Então ele me convidou a viajar para Mogi das Cruzes, aonde cheguei em 1969. Nessa pacata cidade, fixei profundas raízes. Aqui trabalhei, entre outras, nas empresas Elgin Máquinas, Aços Anhanguera, Suzano Papel e Celulose e na NGK. Foi aqui que conheci a minha querida esposa e constitui uma linda família. Hoje, todos nós servimos a Deus, e assim vamos levando a nossa vida simples, porém, muito honrada.

Ao final de minhas férias em de 1980, a minha estrela estava brilhando intensamente. Fui até a Usina White Martins verificar algumas novidades no serviço, foi então que fiquei sabendo que eu seria promovido a chefe da segurança.

Depois dessa maravilhosa notícia, ainda encontrando-me no local, observei que uma moça alta e morena estava saindo da fábrica. Ela havia terminado o seu horário de trabalho e estava indo embora.

Num instante, em apenas um instante que se eternizou em minha memória, notei que aquela jovem timidamente deu uma olhada diferenciada para minha pessoa. Envergonhada, ela resolveu voltar, fingindo ter esquecido algo em seu armário.

Tenho a certeza que foi manifestação da providência divina, haja vista que naquele momento tinha acabado de conhecer a mãe das minhas filhas e avós dos meus netos, a minha esposa e companheira de todas as horas.

No dia 20 de junho de 1980, matrimoniei-me com a jovem e bela Maria da Silva dos Santos, com quem tive duas filhas maravilhosas, que são a razão da minha alegria e felicidade: Jéssica Farias dos Santos e Célia da Silva Santos. Também fui grandemente abençoado com o nascimento de dois lindos netos: Matheus de um ano e meio e Fábio de 19 anos de idade.

Visando melhorar a minha situação financeira e dar melhor qualidade de vida para os membros de minha pequena e feliz família, resolvi em 1985 ingressar no serviço público, de onde nunca mais saí.

Sempre fui muito dedicado e bom aluno na escola. Assim, quando apareceu uma oportunidade realizei alguns concursos públicos e fui aprovado em todos. Deste modo, comecei a trabalhar na área da Saúde. Também realizei concurso na área da Educação e fui aprovado, porém não quis assumir o cargo. Logo depois prestei concurso para ingressar no Tribunal de Justiça e novamente fui aprovado. Então passei a trabalhar no Fórum de Mogi das Cruzes, onde me encontro até aos dias de hoje.

Reconheço que sou uma pessoa muito esforçada e dedicada. A maior prova disso é que durante vinte anos mantive simultaneamente dois empregos. Durante todo esse tempo consegui conciliar o meu trabalho noturno com o cargo de zelador no prédio onde morava, no centro da cidade de Mogi das Cruzes.

Uma das grandes provações que passei em minha vida foi o atentado que sofri em 11 de novembro de 2011. Naquele dia estava realizando o meu serviço noturno de vigilante do prédio do Fórum de Mogi das Cruzes, quando sem esperar fui alvejado cinco vezes por um ladrão. Como sequela dos cinco tiros, tive limitados os movimentos do meu braço esquerdo, onde uma das balas ficou alojada.

Recordo-me que naquela noite fatídica, eu estava trabalhando normalmente. Os policiais que escoltavam os presos já haviam se retirado do prédio. Porém, nem me passava pela cabeça que um ladrão havia entrado sorrateiramente nas dependências do Fórum e escondera-se numa das dezenas de salas do prédio. Após a primeira ronda, dirigi-me à cozinha para o meu jantar. Foi então que o ladrão apareceu repentinamente e me rendeu mediante extrema violência.

Antes de me render, ele já havia dado um tiro numa funcionária que ainda estava no prédio. Ela conseguiu escapar e imediatamente chamou a polícia. Em seguida fui impiedosamente alvejado. O ladrão descarregou em meu corpo todos os cinco projeteis restante no tambor da arma de fogo que portava. Não obstante, ter praticado toda essa atrocidade, não conseguiu roubar nenhum centavo do prédio. Mesmo ferido mortalmente, senti que a minha missão como segurança no prédio estava cumprida. Durante o tumulto o ladrão fugiu em desabalada carreira, mas foi preso logo em seguida.

Depois do terrível ataque que sofrido, fiquei cinco meses convalescendo em minha casa. Foi então que resolvi colocar em rimas e versos o meu testemunho pessoal, relatando na integra os fatos que ocorreram comigo naquela fatídica noite.

Confesso que foi a primeira vez que mostrei o meu escrito para outras pessoas. Foi o primeiro texto que guardei com carinho. Antes disso, eu tinha o péssimo hábito de jogar fora tudo o que escrevia. Mas agora, ao expressar em versos e rimas a minha experiência pessoal, fui levado a dedicar-me seriamente à literatura, daí em diante nunca mais parei de escrever. Sentindo-me seguro e confiantes, passei a mostrar as minhas poesias para muita gente. Todas elas gostavam e elogiavam. Algumas dessas pessoas até ficavam emocionadas e até mesmo choravam. Outras riam dos versos feitos humorísticos.

A verdade é que sempre gostei de escrever, porém como disse, até aquele momento jamais havia guardado qualquer um dos meus textos. Lembro-me com saudade do meu tempo de criança quando estava com 13 anos de idade e desejava participar da fanfarra da escola. Porém, os dirigentes da fanfarra não permitiram porque me consideravam muito jovem. Foi então que a direção da escola me chamou para carregar a bandeira. Fui escolhido porque me destacava como sendo o primeiro aluno da classe. A professora pediu-me para escrever uma poesia e com grande excitação o fiz. Foi a minha primeira criação intelectual escrita: “Carrego essa bandeira com amor e devoção”. Era uma poesia bem simples, mas serviu para despertar em meu ser o valor que passaria a dedicar a essa sedutora arte poética.

Em meu trabalho, como segurança, sempre fiquei sozinho à noite no Fórum. Para passar o tempo, fazia algumas palavras cruzadas, lia jornais ou então escrevia sobre os assuntos triviais do dia a dia. Porém, o fazia em versos e rimas, o que ajudou em muito o desenvolvimento das minhas habilidades como poeta.

Atendendo aos insistentes conselhos de alguns amigos, especialmente do querido escritor Leandro Bertoldo, tomei uma boa dose de coragem e resolvi publicar os meus versos, submetendo-os à apreciação do público ledor, os quais me darão grande alegria ao examinarem as minhas singelas produções artísticas.


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