Go_to_top Bar
Seu carrinho está
vazio

Publique livros gratuitamente

Clube de Autores é a maior comunidade de autopublicação da América Latina. Inicie agora!

Jaime L.S.Filho

Biografia

JAIME L.S.FILHO

Graduado em Letras - habilitação Português-Literatura - pela FERLAGOS (Fundação Educacional da Região dos Lagos situado na cidade de Cabo Frio,RJ) no período de 2000-2003.

O livro "Mil Léguas" também se encontra disponível para leitura na integra no site: www.fenixartesgraficas.com.br.

O livro "Mil Léguas" (8ª edição - 2017) se encontra a venda desde 2008 no site do clube dos autores. Eis o link:

https://clubedeautores.com.br/book/202470--Mil_Leguas#.VrhrMVgrLIU

EMAIL PARA COMENTÁRIOS/ CRITICAS/SUGESTÕES -

[email protected]

Facebook - Jaime Lima

Twitter - @jaime_lsf

.

P.S - Procuro um editor para revisar meu livro; outras editoras para patrocinar meu livro; um diretor de cinema para fazer um curta metragem sobre meu poema "Mil Léguas" que por acaso dá título ao meu livro pois esse poema tem um teor político que tem tudo a ver com o momento que o Brasil está passando; pretendo através do site do clube dos autores para quem por acaso estiver lendo esse meu perfil - sensibilizar algum programa de televisão para fazer uma entrevista comigo pois tenho estória para contar; e que alguma revista ou jornal faça uma matéria a meu respeito com base na minha biografia literária que se encontra no site que criei www.fenixartesgraficas.com.br.

.

A seguir minha biografia literária:

.

DESABAFO E (ANTI ?) BIOGRAFIA

Ascensão e queda da "Fantasia da Onipotência")

e o despertar para a realidade !!!...

Trajetória literária e artística de Jaime L.S.Filho

& Formatura do Curso de Letras (2000-2003).

.

1 - Vaz Lobo – berço literário

.

Jaime Lima de Souza Filho nasceu em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, na Maternidade Lusa Brasileira em 10 de maio de 1969, signo de Touro. Seus pais se chamam Jaime Lima de Souza e Maria Dalva Macedo de Souza. É o caçula da família. Tem duas irmãs: Ana Cristina Malafaia Torres, 08 anos mais velha e Verbena Macedo de Souza Coelho, 06 anos mais velha. Morou no Rio de Janeiro: até os 5 anos em Nilópolis; dos 5 aos 6 no Méier; dos 6 aos 20 em Vaz Lobo; dos 20 aos 46 em Araruama e a partir dos 46 anos em Minas Gerais.

.

Jaime começou a escrever aos 5 anos quando morava no Méier, Rio de Janeiro e estudava no Colégio Pingo de Gente que se localizava no referido bairro. Mas foi somente aos 7 anos, já morando em Vaz Lobo, por influência de três vizinhos escritores: Ricardo, Eduardo e Luciana da família França de Gusmão, que aos poucos foi adquirindo o gosto para começar a escrever. Ricardo, tinha 8 anos e Eduardo e Luciana (nasceram no mesmo dia) tinham 7 anos. Mas foi somente Ricardo que desenvolveu essa precocidade e talento para literatura.

.

Jaime morou em Vaz Lobo, RJ dos seus 6 aos 20 anos e embora não fosse necessariamente amigo de Ricardo acompanhou desde cedo, a evolução literária dele da sua infância e adolescência.

.

Jaime nasceu em 10 de maio de 1969 e Ricardo em 11 de maio de 1968. Portanto ambos eram do signo de Touro.

.

Relembrando esse fato, na fase adulta, Jaime não sabe se é tão "antinatural" esse interesse que nasce ainda criança pelo ato de escrever. Pois nem sempre experiências prematuras são necessariamente bem-sucedidas. E Jaime admite que não as soube aproveitar essas experiências indiretas que lhe foram apresentadas devido as condições do meio social do bairro que morava em Vaz Lobo, RJ.

.

Jaime morava em Vaz Lobo (RJ) no segundo andar de um prédio de três andares e esses irmãos escritores, aos quais, foram mencionados anteriormente, Ricardo, Eduardo e Luciana (pertencentes a família França de Gusmão) moravam no prédio dos fundos.

.

Aqui começa a suposta trajetória literária de Jaime. Cabe ao leitor, desta (anti?) biografia julgar o mérito ou o demérito se existe alguma "chama" mesmo que escondida de qualidade na produção literária de Jaime.

.

Ricardo, inclusive, foi a maior influência de Jaime. Do lado do prédio de Jaime havia a casa dos avôs maternos desses seus três vizinhos escritores - Benedito Ferreira França – mais conhecido como “Bene” e Aracy. Atualmente a casa dos avós maternos de Ricardo situada a Rua Caiabú nº 89 – Vaz Lobo – Rio de Janeiro - RJ ao longo do tempo passou a ser retratada como o ‘Sítio dos Franças’ e foi construída uma piscina nos fundos.

.

Uma cena que ficou registrada na memória de Jaime foi o ensaio de uma peça épica de Ricardo, escrita magistralmente numa linguagem clássica e poética com diálogos bem construídos ambientados na Grécia antiga, ao qual sua irmã Luciana, iria protagonizar a mocinha.

.

Em uma das cenas a irmã de Ricardo saia esplendorosa por detrás de uma árvore. Luciana foi uma das primeiras paixões de Jaime na sua infância. Mas essa paixão era platônica e não se consumou. A peça infelizmente ficou limitada em um único ensaio e não chegou a ser encenada de fato. Nessa época Jaime contava com 14 anos e Ricardo com 15.

.

Jaime ainda se lembra do original manuscrito da peça de Ricardo com correções do(s) seus (suas) professores(ras) de português. Na época Ricardo estava na 8ª série e estudava no Colégio Rodrigo Otávio Filho e Jaime estudava no Colégio Republicano e estava na 7ª série. Ambos os colégios são do bairro de Vaz Lobo no Rio de Janeiro.

.

Ao longo do tempo, Ricardo foi apenas confirmando seu talento artístico em vários concursos de poesias, crônicas, redações e letras de música. Por esse aspecto Jaime foi alimentando uma certa inveja e admiração e foi construindo durante essa fase que morou em Vaz Lobo uma rivalidade (sadia) em relação a Ricardo, embora ele não soubesse, pois Jaime tomava cuidado de não transparecer essa rivalidade.

.

Uma notícia que Jaime soube de Ricardo foi aos seus 35 anos na oportunidade que acessando a internet da Biblioteca Virtual de Araruama, no estado do Rio de Janeiro (hoje chamada de "Farol do Saber" da Praça do Menino João Hélio, localizada no bairro do Parque Hotel) em 22 de setembro de 2004, quinta, realmente confirmou (o que já sabia por alto): Ricardo (seu antigo vizinho de Vaz Lobo) havia se consagrado como poeta e se formou em jornalismo na Universidade Gama Filho campus Piedade em 1992 na cidade do Rio de Janeiro.

.

Acessando a internet virtual da referida praça, Jaime depois de ter pesquisado no Google, o histórico da biografia literária de Ricardo e notícias diversas sobre o mesmo; anotou seu endereço de email do hotmail e na primeira oportunidade o adicionou na sua lista de contatos.

.

Semanas mais tarde, Jaime pôde ter contato com Ricardo pelo bate papo do MSN (que mudou depois para Windows Live Messenger e atualmente esse aplicativo virtual está extinto). Ricardo disponibilizou para Jaime em outubro de 2004 por email as fotos da fachada do prédio de Vaz Lobo e uma foto antiga e atual dele junto com seus irmãos escritores. Na primeira foto (em preto e branco) Ricardo contava com 9 anos e na segunda colorida com 36 anos.

.

Mas o que surpreendeu Jaime na internet foi saber que uma poesia de Ricardo chamada "O Poema que morreu" (por sua vez detentor de vários prêmios literários) iria se transformar em curta metragem sustentada pelo roteiro do poeta Thiago de Mello. Jaime não confirmou se esse fato se realizou ou não. Esse poema abre o livro de poesias de Ricardo intitulado: "Pedra, poesia, pedregulho". Somente em 2016 por conversa no Whatsapp, Ricardo disse para Jaime que infelizmente esse seu poema não virou curta metragem.

.

Pois bem, mas voltando no tempo, Jaime queria ser igual a Ricardo ou pelo menos tinha nele uma referência para começar a tomar gosto pela arte de escrever e aos 7 anos em 1976 elaborou sua primeira obra, um conto de fadas intitulado "O Espelho Mágico" e a partir daí declinou definitivamente a este estilo de literatura, pondo então mãos à obra. Convém lembrar que o “O Espelho Mágico” foi revisado por Jaime em 1984 nos seus 13 anos. Esse conto no final fazia uma alusão a precariedade e os descaminhos da educação brasileira.

.

Essa fase descompromissada que Jaime escrevia contos na infância perdurou dos seus 7 aos 10 anos. Fase ingênua, sem domínio nenhum pela técnica de escrever, pois não entendia a função da literatura, apenas sentia a necessidade de escrever e de tentar ser reconhecido por "alguém". Jaime se lembra dessa época no bairro de Vaz Lobo (RJ), ainda criança, do caderno pautado pequeno de contos de Ricardo, Eduardo e Luciana escritos a mão mesmo a caneta e da pasta catálogo de Ricardo com seus contos e poesias batidos à máquina de escrever. Jaime procurou fazer a mesma coisa também, anos mais tarde, por volta dos seus 13 anos.

.

Conforme já dito, Jaime começou a escrever aos 5 anos, mas foi somente aos 7 que despertou ou teve a ilusão que foi despertado para uma consciência literária para escrever com intenção de tentar ser reconhecido por alguém e não simplesmente escrever no sentido de cumprir uma formalidade escolar de uma redação.

.

2 - Resíduos de uma Saudade

.

Começou a escrever um livro de poesias chamado: "Resíduos de uma Saudade" o qual praticamente tomou 3 (três) anos de sua vida (maio de 1983 a janeiro de 1986) período relativo dos seus 13 aos 16 anos) tendo enviado o mesmo a apreciação da Editora Civilização Brasileira S/A, onde apesar de ter sido reprovado, Jaime continua em sua luta de editar o mesmo, expondo-o as críticas dos mais renomados seguimentos da arte, como por exemplo, a secretaria de Eventos do Teatro Municipal, Suzana Pequeno que apreciou bastante sua obra, sobretudo um poema de nome "Mil Léguas" inserido no seu livro.

.

Na época Jaime não tinha computador e bateu uma cópia de seu livro de poesias na máquina de escrever Olivetti. E foi sozinho de ônibus, em 17 de janeiro de 1986, aos 16 anos, na Editora Civilização Brasileira situada na Av. Beira Mar, 262, Castelo, Rio de Janeiro, RJ, perto dos Arcos da Lapa.

.

O processo de avaliação da obra primeiro passou pela análise da Supervisora Cecília, depois passou pelas mãos do poeta Moacir Félix (que nesse ano de 1986 foi condecorado com um prêmio literário) e por último o veredicto ficou por conta de Ênio Silveira (Diretor Presidente da Editora Civilização Brasileira). Esses três integrantes formaram enfim o Conselho Editorial que julgou a obra de Jaime.

.

A supervisora D. Cecília da Editora Civilização Brasileira, disse que a resposta se iria aprovar ou não o livro de poesias de Jaime só iria ser dada pessoalmente através de uma carta. Pois bem, Jaime, voltou lá, dia 23 de janeiro de 1986 e obteve em mãos dessa supervisora a carta que estava redigida assim:

.

Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 1986.

.

Prezado senhor,

Lamentamos comunicar-lhe que os originais de seu livro de poemas, reunidos para análise e submetidos a nossa apreciação, não lograram obter decisão favorável do nosso Conselho Editorial.

Pareceu a seus integrantes que a obra de V. Sra. é ainda bastante imatura, seja no que se refere a forma (que graves erros de português tornam precária) seja no que diga respeito ao conteúdo que é de um modo geral destituído de qualquer relevância.

Devolvemos-lhe, portanto, seus originais e lhe recomendamos mais estudo e trabalho, para que chegue um dia a resultados apreciáveis e eventualmente editáveis.

.

Atenciosamente

Editora Civilização Brasileira

Ênio Silveira

Diretor Presidente

.

Jaime se lembra com carinho da época dos 13 aos 16 anos quando morou em Vaz Lobo, RJ, que ele mesmo fazia a capa dos seus livros. A capa era feita artesanalmente com papel colorido, cartolina e contact. Algumas vezes Jaime fazia de sua imagem uma espécie de caricatura protagonista das capas de seus livros. Desde essa época Jaime sempre sonhou em ser artista; sempre quis aparecer.

.

Em 1986 na época que Jaime cursava o 1ª ano do 2ª grau (atualmente primeiro ano do ensino médio) do Colégio Hélio Alonso, no Méier, RJ, uma poesia sua intitulada "Mil Léguas" foi lida na inauguração do auditório da referida escola, por uma aluna também do ensino secundário de outra turma, para uma plateia de mais de 200 pessoas. Jaime pela primeira vez sentiu uma emoção ao vivo de ouvir a declamação de um poema de sua autoria. Primeira vez que teve oportunidade também de ver a reação das pessoas frente a uma poesia sua.

.

Quando a aluna secundarista, no microfone, acabou de ler "Mil Léguas" as mais de 200 pessoas do auditório ficaram em verdadeiro estado de êxtase. Em seguida, o público depois de recuperado desse "transe hipnótico", levando a crer ter entendido a mensagem do poema, aplaudiram calorosamente. Essa manifestação sincera deixou Jaime profundamente emocionado, embora não quisesse demonstrar.

.

Mais adiante, ainda em 1986, a direção do Colégio Hélio Alonso preparou uma surpresa a Jaime, lhe apresentando 50 cópias mimeografadas de 5 poesias suas a saber: Caos, TNT, Mil Léguas, Ilusão e Um Peito Marcado. E assim, com uma mesa instalada no pátio, Jaime nessa época com 16 anos autografou as referidas poesias no momento do intervalo escolar para os alunos curiosos de outras turmas.

.

3 - VII Ciranda de Poesias

.

Na mesma época em que Jaime terminava seu livro (na época contava com 94 poesias) em 1986, participou ainda da "VII Ciranda de Poesias" da Biblioteca Regional de Jacarepaguá situado na cidade do Rio de Janeiro, tendo recebido Menção Honrosa pela 11ª colocação com o poema “TNT", tendo inclusive recebido Certificado de Participação da Prefeitura do Rio de Janeiro. Ricardo com o pseudônimo de Infinito ficou em 2ª lugar com o poema "Vida de Cão" e em 12ª lugar com o poema "Prece de um boia fria".

.

A VII Ciranda de Poesias foi dividida em categorias: infantil (até os 13 anos); Juvenil (de 14 a 21 anos) e adulto (acima de 21 anos). Jaime que nessa época tinha 17 anos ficou incluído na categoria juvenil. Podia concorrer no máximo com três (03) poesias em cada uma das categorias. Jaime concorreu com duas: "TNT" (que ficou em 11ª lugar) e "Mil Léguas" que a comissão julgadora, apesar de reprová-la fez o seguinte comentário: "Estranho... Original! Confuso? Belo final."

.

Do 1ª ao 5ª lugar tinham direito a receber medalha, Certificado da Prefeitura do RJ, ganhava livros e tinham direito de ler a poesia ao vivo ou usar um intérprete.

.

Do 6ª ao 15ª lugar (as chamadas Menções Honrosas) só tinham direito de receber o Certificado de Participação da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro e ganhava livros. Jaime ganhou 02 (dois) livros desse concurso: um romance intitulado "A Alternativa do Diabo", de Frederick Forsyth, da série Supersellers Record e "O Melhor da Antologia Poética" – Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Moraes, João Cabral de Mello Neto e Manuel Bandeira. ”

.

4 - Carlos Drummond de Andrade

.

Mais adiante, Jaime teve seu primeiro contato por telefone com o já falecido escritor Carlos Drummond de Andrade. É bom lembrar que o saudoso poeta nasceu em Itabira do Mato Dentro, Minas Gerais, em 31 de outubro de 1902 e veio a falecer em 17 de agosto de 1987, no Rio de Janeiro aos 84 anos. Drummond era do signo de escorpião.

.

Em novembro de 1985 mandou uma carta ao escritor e em dezembro do mesmo ano, ligou de novo para ver se o mesmo havia recebido a carta, que continha algumas de suas poesias, ele disse que sim, e que gostou muito, mas só que eram muito sentimentais e desprovidas de técnica. Disse que "da mesma forma que um relojoeiro precisa conhecer a técnica do conserto dos relógios o poeta tem que conhecer a técnica da arte de escrever, ou seja, ter o conhecimento das leis da metrificação poética". Jaime perguntou a Drummond: "- Aonde posso conseguir essas leis?" e Drummond respondeu: " - No livro de Murillo Araújo no capítulo referente as leis da metrificação poética".

.

E assim Jaime novamente aos 16 anos foi sozinho de ônibus no Centro do Rio, na Biblioteca Nacional, ler de perto essas normas poéticas. Como se tratava de um livro raro era regulamento da Biblioteca não permitir tirar xerox. Jaime só teve oportunidade de ler o capítulo referente a essas leis. Achou a linguagem muito técnica, mas mesmo assim copiou alguma coisa a lápis; mas logo ficou desmotivado e foi embora.

.

Jaime havia conseguido o endereço e o telefone de Carlos Drummond de Andrade, graças a um colega seu da turma da 6ª série do Colégio Republicano, chamado Rafael em 1983 aos 13 anos.

.

Inclusive Jaime, aos 16 anos, foi com seu amigo de ginásio Marcelo Barbosa de Paiva na época que morava em Vaz Lobo, RJ de ônibus para Copacabana tentar um contato pessoalmente com Drummond, que por sua vez, morava na Rua Conselheiro Lafaiete 60 apto 701. Mas é lógico que essa tentativa foi em vão.

.

Em 2003 a cidade do Rio de Janeiro fez uma homenagem ao Centenário do poeta Carlos Drummond de Andrade. Construiu uma estatua em bronze com 150 quilos do referido poeta, instalada na orla de Copacabana, no posto 6. Sem dúvida esse patrimônio histórico é o segundo monumento público mais visitado da cidade, perdendo apenas para o Cristo Redentor. No banco está escrito: “No mar estava escrita uma cidade” com assinatura do poeta. Jaime um dia pretende sentar nesse banco ao lado do poeta.

.

5 - Marcelo Barbosa de Paiva

(esse capítulo somente comprando o livro "MIL LÉGUAS").

.

6 - Voz de Araruama

.

O tempo foi passando. Jaime aos 23 anos foi destaque numa matéria do jornal "A Voz de Araruama"; suplemento literário da cidade de Araruama, cidade até então em que Jaime morava no estado do Rio de Janeiro. A matéria desse jornal saiu nas bancas em 07 de agosto de 1993 conforme se segue:

.

"Este jovem poeta é mais um exemplo vivo de que o nosso país tem jeito, e com isso, podemos construir um mundo bem melhor. Basta que nossos governantes, empresários e, sobretudo os mais representativos segmentos de nossa sociedade, saiam do marasmo em que se encontram, para perceberem a importância dessas maravilhosas mentes esquecidas, que são os dos nossos pequenos poetas.

.

Jaime tenta agora, editar seu livro, o que está sendo muito difícil, dado o elevado custo de uma publicação. Ele vem por meio de "A Voz de Araruama", fazer um apelo para os órgãos competentes, empresários e/ou pessoas de modo geral, que se interessasse em poder ajudá-lo na feitura do mesmo. É o grande sonho de sua vida, ver seu livro vendido nas livrarias e seu nome reconhecido como escritor e valorizado como tal.

.

Nós de "A Voz de Araruama" fizemos nossa parte e, aproveitamos o ensejo, para desejar a este pequeno-grande pensador, BOA SORTE E QUE DEUS O ABENÇÕE! “.

.

Na semana seguinte da publicação dessa matéria, "A Voz de Araruama", conforme havia prometido, prometido, em 14 de agosto de 1993, publicou o poema "Mil Léguas" de Jaime.

.

7 - Jornal “O Invasor”

.

Em novembro de 1993, após uma pequena "audiência" com o editor Ricardo Diniz Tavares Guerreiro que possuía uma veterinária no bairro da Pontinha em Araruama, estado do Rio de Janeiro, conseguiu graças a esse precioso intermédio que fosse publicada a pequena biografia literária de Jaime na seção Toques Fast do jornal "O Invasor" - que da mesma forma de "A Voz de Araruama" também era outro suplemento literário que era disponibilizado nas bancas da cidade de Araruama; até então cidade que Jaime morava. O título da matéria era: "S.O.S Poeta" e terminava assim: "O Invasor sempre apoiou essas manifestações culturais, dê uma força pro cara!!!". Nessa época Jaime contava com 24 anos.

.

8 - Desilusão literária

.

A partir de 1993, Jaime ficou desiludido e foi se desfazendo de sua obra literária, sobrando apenas 10 poesias, permanecendo enfim as mais célebres: "Soneto dos Apaixonados". "TNT", "O Amor que não tive", "A Tela e a Janela","Caos","Mil Léguas", "Resíduos de uma Saudade", "Últimas Pegadas" e "Um Peito Marcado". Além do envolvimento sentimental com sua primeira produção literária aos 7 anos (revisada aos 13 anos) do conto intitulado "O Espelho Mágico".

.

Convém lembrar que a primeira produção poética de Jaime intitula-se “Soneto dos Apaixonados” e foi elaborada em maio de 1983 nos seus 13 anos. Por se tratar de um poema de teor muito sentimental provido excessivamente de adjetivações supérfluas e que não apresenta grandes inovações técnicas de composição e não criar expectativa para prender a atenção a um pretenso leitor; Jaime resolveu enfim, cortar essa poesia do seu livro em 02 de junho de 2016, quinta nos seus 47 anos. Esse poema dizia assim: “Seguimos no trilho desta vida/ De espinhos e flores/ Choramos de dor pela partida,/ Partida de nossos amores./ São tristes sofrimentos,/ Sois memórias das quais chora/ Pensa nos bons momentos/ Que se renovam na aurora./ Romantismo que permanece/ É tão bonito quando cresce/ Junção de dois em um só./ Seu corpo sereno me encanta/ Não existe beleza tanta/ É sentimento do amor maior.”

.

9 - Ferlagos

.

Em 2000, aos 29 anos, Jaime ingressou no Curso de Letras, habilitação em Português-Literatura, da Ferlagos - Fundação Educacional da Região dos Lagos, situado na cidade de Cabo Frio, estado do Rio de Janeiro. Em 2003, obteve sua graduação de licenciatura plena no referido curso. Essa fase acadêmica foi sem dúvida um divisor de águas em sua vida educacional e também na sua essência como ser humano.

.

Houve alguns fatos marcantes dessa fase universitária. Uma foi em 2002, nos seus 32 anos, no 3ª ano na disciplina de Arte-Educação ministrada pelo professor Marcelo Sampaio. Jaime sozinho arquitetou toda a encenação do conto "A Cartomante" de Machado de Assis, adaptando-a para a montagem teatral popular (itinerante). E assim o fez, desde a concepção da estória até a direção dos atores.

.

Do figurino (Jaime interpretou o personagem chamado Vilela - o marido traído - utilizando um sobretudo preto. Era sua intenção caracterizar Vilela como um vilão "refinado" e misterioso) e do cenário (conseguiu cartas de Tarô; pediu emprestado a cadeira giratória da diretora Alice etc). Com isso realizou um sonho de adolescente e foi uma resposta a peça que não se concretizou da época que tinha 14 anos e morava no bairro de Vaz Lobo na cidade do Rio de Janeiro da peça épica de Ricardo ambientada na Grécia Antiga que atuei num único ensaio com sua irmã Luciana na casa de deus avós.

.

Outro episódio foi em 2003, no 4ª ano com a implementação do Jornal do Diretório Acadêmico intitulado "Littera". Quem era o organizador desse jornal era seu professor da História da Língua Portuguesa Eraldo Ravasco Moreira Maia. Jaime aos 33 anos, em março de 2003, entregou em mãos uma cópia de "Resíduos de uma Saudade" para apreciação do referido professor.

.

O primeiro número do Jornal Littera saiu em março de 2003.

.

O segundo número do referido jornal saiu em 10 de novembro de 2003, numa segunda feira, na oportunidade da II Semana de Estudos Linguísticos e Literários da FERLAGOS. Esse evento ocorreu no auditório da referida faculdade. Pela primeira vez saiu uma matéria de Jaime num jornal acadêmico de faculdade. O título da matéria saiu na última página e era intitulada assim: "Transversalidade e educação: pensando em uma educação e não disciplinar". Era uma resenha crítica de uma matéria de Sylvio Gallo.

.

E por falar no Jornal Littera, Jaime em março de 2003 esboçou um projeto que não aprovado pelo referido jornal acadêmico que dizia assim:

.

Projeto Jovem Escritor Ferlagos

Objetivando estimular o gosto pela leitura e o prazer de exteriorizar a alma poética (em verso e prosa) de jovens criativos do Curso de Letras da Ferlagos, proponho a compilação de textos de alunos desta faculdade, num livro de edição de luxo com distribuição gratuita. Esse projeto contaria com o patrocínio desta Fundação Educacional.

Essa proposta nasceu da minha dificuldade em concretizar um sonho, um ideal poético e artístico que me acompanha desde a infância, envolvido em profunda frustração, pela falta de oportunidade.

Para que essa sofrida sensação de vazio e de insatisfação intima não alcance os que têm o mesmo desejo, os que já passaram ou estão passando pelas mesmas frustrações, proponho o

PROJETO JOVEM ESCRITOR FERLAGOS.

Essa tentativa de expor o valor artístico, timidamente contido, merece reconhecimento.

Essa e minha luta.

.

Jaime L. S. Filho

Março de 2003.

Aluno do 4ª ano de Literatura

.

Inclusive voltando ao Prof. Eraldo Ravasco Moreira Maia, que em 2003, foi meu professor da História da Língua Portuguesa da FERLAGOS – Fundação Educacional da Região do Lagos (Cabo Frio/RJ) do Curso de Letras- habilitação Português-Literatura - a pedido de Jaime o referido professor analisou até então somente sua produção poética e em 09 de abril de 2003, quarta, entregou em sala de aula a Jaime a seguinte carta:

.

“Jaime,

.

Certa vez, alguém perguntou a Victor Hugo, prosador do séc. XIX, se fazer poesia seria difícil. Como resposta o escritor disse que é fácil ou impossível.

.

Com tal resposta, Victor Hugo fazia alusão ao que, normalmente, se considera um dom. Alguns teriam sido agraciados com tal dom. Nasceriam poetas, desenvolvendo, então, sua potencialidade inata.

.

Há quem julgue que não seja assim. Os poetas do séc. XX, chamados modernistas, falam de 20% de inspiração e de 80% de transpiração. Transpiração quer dizer trabalho, a busca da palavra, da imagem mais sugestiva. Drummond, com quem você conversou um dia, costumava dizer que ser poeta é saber cortar palavras, uma vez que o discurso poético tem caráter sintético, não analítico.

.

A mim me parece que Victor Hugo e os modernistas estejam certos. Por mais que (metaforicamente) se transpire, não se fará um poema quando não se é poeta, quando não se trouxe o germe da poesia. Mas sem transpiração...

.

Em você, percebo a vocação, a inclinação trazida sempre, o dom. Seus poemas, produzidos durante a adolescência, me atestam que há em você a chama da poesia, a nascente, a fonte que pode transformar-se em rio.

.

Na adolescência, entretanto, dificilmente dominamos os meios expressivos. Extravasamos, talvez sem o acurado trabalho (a tal transposição), nossas emoções, nossas experiências existenciais, nossa indignação com o mundo, nossos sentimentos. Talvez, ainda não tenhamos suficiente paciência para cortar palavras, para gerar a imagem mais concisa e significativa, e a poesia se faz menos como artesanato e mais como exteriorização de um grito.

.

Assim, ainda que se tenha o dom (e você ao que sinto, é portador dele), não o produz a poesia que se poderá, depois, produzir.

.

Eu, por exemplo, comecei a escrever aos quinze anos de idade. Hoje, quando me lembro do que escrevia, constato que era uma produção ingênua, imatura. Minha maturidade poética se dá por volta dos meus 49 anos. É claro que bem antes disso, nos meus vinte e muitos, já estava mais amadurecida minha produção poética em relação ao que escrevi adolescente. Aí eu fazia um trabalho numa linguagem muito hermética, exprimindo minhas perplexidades e minha descrença. Havia pouco de esperança em mim.

.

Com “Poemas de Fé”, meu primeiro livro publicado, minha linguagem se faz simples (sem ser simplória), a poesia flui, e eu reparto bem-aventurança, ludicamente, com quem me lê.

.

Lendo os seus poemas adolescentes, sou capaz de dizer a você que poeta você é. Mas só encontro poemas escritos quando tinha 16, 17 anos. E depois? Você não escreveu mais? Não escreve agora, na casa dos 30? Agora é tempo. Tempo propício para a poesia. Sendo sua alma de poeta, lança-se à criação. Busque a palavra sugestiva, enxugue o poema de toda adjetivação supérflua, construa seu texto num discurso imagístico-sintético.

.

Mas não anseie, angustiado, pelo reconhecimento, pela fama, pelo aplauso. É claro que não se é poeta para si mesmo. Escrever é repartir-se com os outros. Publicar não é, necessariamente imprimir os poemas num livro. Publicar é tornar público. Leia para as pessoas sua produção. Use murais. Divulgue seu trabalho ainda, que por meios não convencionais. Tudo isso pode ser feito enquanto você procura a edição de um livro.

.

Mas escreva agora, na realidade dos seus 30. Você mesmo ficará surpreso com a qualidade de sua produção. Porque você amadureceu, podendo entender a poesia com algo mais do que o extravasamento da emoção. Como algo construído, a partir de um dom, com um rigor técnico sem o qual a poesia não chega a sê-lo.

.

Um grande abraço,

Eraldo Maia

09 de abril de 2003, quarta. “

.

Jaime guarda com carinho até hoje o manuscrito dessa carta do Prof. Eraldo Maia. Inclusive uma curiosidade o referido professor também é do signo de Touro; nasceu em 15 de maio de 1946. Portanto em 2016 completou o aniversário de 70 anos. Parabéns Prof. Eraldo Maia!

.

Dia 30 de setembro de 2003, terça, ocorreu um fato curioso o que comprova que o destino dá muitas voltas e às vezes mistura ficção e realidade. Conforme havia acontecido na estória de Jaime em 1986, aos 16 anos, havia conversado com Drummond ao telefone, já em 2003, aos 34 anos já na faculdade no Curso de Letras, por coincidência foi submetido a avaliação do terceiro bimestre cuja matéria que Jaime tinha que estudar era justamente sobre seu maio ídolo na poesia: Drummond.

.

Mas não é só isso! Precisava tirar 9,7 para passar direto em Literatura Comparada, no 4ª ano do Curso de Letras, ministrada pela professora Érica Kélmer evitando assim que dependesse de ponto para o quarto bimestre. Apesar da prova ter sido individual e de consulta as questões estavam bem amarradas. O final da estória foi que Jaime conseguiu tirar 10 na prova. Parece que Drummond ouviu suas preces ou houve nesse processo um poder de comunicação transcendental. Algo enfim, que não tem explicação lógica nesse plano terreno.

.

Houve embora de menor relevância; mas nem por isso não deixam de ser memoráveis, outras apresentações cênicas da época em que Jaime cursou Letras na faculdade da Ferlagos (atualmente Nova Ferlagos) em Cabo Frio, Rio de Janeiro.

.

Teve a atualização para a linguagem contemporânea da peça medieval portuguesa de Gil Vicente intitulada “O Auto da Barca do Inferno” (ou Auto da Moralidade) que foi para a época uma complexa alegoria dramática representada pela primeira vez em 1517. Essa foi a primeira parte da chamada Trilogia das Barcas (sendo que a segunda e a terceira são respectivamente o “Auto da Barca do Purgatório” e o “Auto da Barca da Glória”.

.

Jaime interpretou o Diabo e Jeter interpretou o ajudante do Diabo; ambos responsáveis pelo julgamento da alma dos personagens que poderiam seguir ou não na barca para atravessar para outro lado da margem do rio; e Monique interpretou o Anjo que da mesma forma julgaria se seria procedente embarcar a alma dos personagens que poderiam ou não seguir na sua barca.

.

10 - Jeter Rocha Silveira

(CAPÍTULO DISPONÍVEL SOMENTE COMPRANDO O LIVRO "MIL LÉGUAS")

.

11 - Voltando a Ferlagos

.

VOLTANDO A PEÇA DO AUTO DA BARCA DO INFERNO - Apresentam-se o julgamento dos seguintes personagens: o Fidalgo D. Anrique que engraçado que por ser da nobreza só queria embarcar cheio de exigência só se pudesse levar seu banquinho; Onzeneiro (homem que vivia de emprestar dinheiro e juros muito elevados, enfim um agiota); o Sapateiro Joanantão, dono da oficina; Joane, que era um parvo, enfim uma pessoa tola, simples e inconsciente de seus atos; o Frade, cortesão, que se chamava Frei Babriel na companhia de sua dama Florença; tinha também a Brísida Vaz que era uma alcoviteira (no caso, prostituta); tinha o Judeu; tinha o Corregedor ou Procurador que era um alto funcionário da Justiça; tinha o enforcado e no fim o quatro cavaleiros do apocalipse que morreram para combater pela fé.

.

Jaime se lembra que na encenação da peça portuguesa “Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente de 1517; realizada na Ferlagos (Cabo Frio/RJ) em 2000, no primeiro ano do Curso de Letras, nos seus 29 anos, foi encenada em sala de aula na disciplina de Literatura Portuguesa ministrada pela Prof.ª Ione Moura Moreira e a adaptação para a linguagem contemporânea respeitou o original e conservou os diálogos rimados. Inclusive uma das falas de Jaime (que por sua vez interpretou o diabo na peça) pronunciada em alto som e com fúria dizia assim: “Embarque e partiremos vou lhe dar um par de remos”.

.

Outras representações cênicas de Jaime foram “Cafetões e Meretrizes” (na disciplina de Arte Educação do Prof. Marcelo em 2002); Festa de Todas as Tribos apresentação esta que ocorreu que ocorreu no Maison, casa de show de frente para Ferlagos. Essa Festa de Todas as Tribos os grupos tinham que estar fantasiados de acordo com o tema. O tema do grupo de Jaime era “Os Renegados” (da sociedade). Todos do grupo inclusive o Jeter se fantasiaram de pobres com roupas rasgadas. Jaime estava bastante diferente com óculos escuros, toca preta, bengala e caneco para pedir esmola. Essa Festa de Todas as Tribos, também foi na disciplina de Arte Educação ministrada pelo Prof. Marcelo no 3ª ano do curso de Letras.

.

Teve na Ferlagos, também no Curso de Letras, dois saraus literários. O “I Sarau Literário” que foi sobre o simbolismo. E o tema do grupo de Jaime foi sobre o Simbolismo. Por isso o grupo chegou num consenso para se caracterizar como palhaços fazendo alusão ao poeta simbolista Cruz e Souza que escreveu o poema “Acrobata da Dor”.

.

Pode-se dizer que acrobata é um dançarino sob cordas, um equilibrista. Um equilibrista! Assim também é o palhaço, o qual necessita equilibrar seus sentires, suprimir suas dores e sofrimentos em prol de trazer alegria e diversão para a plateia. O homem ou mulher transveste-se de palhaço interna e externamente. E nesse momento ele é apenas um ator ou atriz, nasce e morre no palco, no início e no fim do ato. Ironicamente ou não, o ser humano se despoja dos seus sentimentos e precisa agir como se sua vida fosse um mar de rosas. Para ele (a) é como se a dor não existisse, como se o sofrimento fosse um fantasma que assombra, mas que é produto da sua fantasia. Então gargalha, ri, faz o bis! E alegra os outros.

.

O poema “Acrobata da Dor” foi escrito por João da Cruz e Souza que foi um poeta brasileiro. Com a alcunha de Dante Negro ou Cisne Negro, e um dos precursores do simbolismo no Brasil. Nasceu em 24 de novembro de 1861 em Florianópolis e faleceu em 19 de março de 1898 aos 37 anos em Minas Gerais.

.

“O I Sarau Literário – Simbolismo” foi na ocasião da disciplina Produção Textual ministrada pela Prof.ª Ione Moura Moreira em 2003.

.

“O II Sarau Literário” também aplicada na disciplina da referida professora, foi sobre Victorino Carriço; por seu renomado poeta e político da cidade de Cabo Frio. Foi autor do “Hino de Cabo Frio”. Foi presidente da Câmara de Cabo Frio em 1973. Nasceu em São Pedro da Aldeia em 29 de julho de 1912 e faleceu em 20 de maio de 2001 também em São Pedro da Aldeia. Para essa apresentação Jaime declamou uma parte do Hino de Cabo Frio aos convidados presentes de outras turmas no pátio da Ferlagos (Cabo Frio/RJ) e Vanussia de sua turma concluiu o poema. Esse poema enfim, foi para homenagear praticamente o centenário do celebre Vitorino Carriço, que por sua vez faleceu aos 87 anos.

.

Outra apresentação que teve na Ferlagos que Jaime participou teve como tema “Vinicius – O Poeta da Paixão”; em que o grupo de Jaime achou por bem que o mesmo declamasse o “Soneto da Fidelidade” de Vinicius de Moraes e no final entregasse uma flor para Prof.ª Ione. Jaime estava com camisa de manga comprida vinho, e com boné para tentar se parecer um pouco com Vinicius.

.

É bom lembrar que Marcus Vinicius de Moraes nasceu em 19 de outubro de 1913 no Rio de Janeiro e faleceu em 09 de julho de 1980. Foi um diplomata; poeta e compositor. Faleceu aos 67 anos de idade.

.

Vinicius de Moraes teve nove casamentos: com Beatriz Azevedo de Mello, conhecida como Tati de Moraes; Regina Pederneiras; Lila Bôscoli; Maria Lúcia Proença; Nelita de Abreu; Cristina Gurjão; Gesse Gessy; Marta Regina Santamaria; e Gilda Mattoso. Se cada relacionamento teve, obviamente, suas particularidades, relatos variados permitem concluir: ele sempre era tomado por uma espécie de paixão avassaladora. Imortal, posto que é chama. Mas infinita enquanto durava.

.

Dia 09 de janeiro de 2004, sexta, ocorreu a Cerimônia de Colação de Grau dos Formandos de Letras de 2003, evento pelo qual Jaime não participou por motivos particulares. A festa foi realizada no Palácio dos Eventos situado próximo ao Trevo de Arraial do Cabo, s/n, às 7 da noite.

.

No diploma de graduação de Jaime da FERLAGOS – Fundação Educacional da Região dos Lagos situado na cidade de Cabo Frio no Estado do Rio de Janeiro – veio inscrito: “O Diretor da Faculdade da Região dos Lagos, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista a conclusão do Curso de Letras em 30/12/2003. Confere o título de Licenciado em LETRAS a JAIME LIMA DE SOUZA FILHO, nacionalidade brasileira, nascido em 10/05/1969, natural do Rio de Janeiro, Carteira de Identidade nº 407.230, Expedida pelo Ministério da Marinha e outorga-lhe o presente DIPLOMA, a fim de que possa gozar de todos os direitos e prerrogativas legais.” Cabo Frio, 12 de julho de 2004”. Assinado: Prof. Carlos Alberto Sepúlveda Alves (Diretor) e Maria Neli Neves de Andrade da Silva (Secretaria Pedagógica)”.

.

No verso do referido diploma veio inscrito: “MEC – Universidade Federal Fluminense. Diploma registrado sob o nº 02098/04-8 em 03/11/2004. Processo nº 23069.01882/04-3 por delegação de competência do Ministério da Educação e Cultura nos termos da Portaria MEC DAU nº 30 de 23/05/1979, DDC 03/11/2004. CURSO DE LETRAS – Reconhecido pela Portaria Ministerial nº 1162 – 20/12/1990 – DOU de 21/12/1990.”

.

12 - Ostracismo Literário

.

É interessante destacar que Jaime por motivos de força maior involuntariamente contra a sua vontade sentiu na pele o sofrimento de um verdadeiro ostracismo literário, pois, deixando de escrever aos 16 anos, só retornou a escrever com textos inéditos, somente na sua fase universitária no 3ª e 4ª ano do Curso de Letras, respectiva-mente dos seus 33 aos 34 anos.

.

Inclusive no 4ª ano do Curso de Letras é célebre o ensaio filosófico de Jaime intitulado "Musas e Herdeiras" que por sua vez foi apresentado a disciplina de Introdução a Filosofia ministrada pelo seu ex-professor Marcus Coelho. Esse trabalho data de 27 de maio de 2003, terça e Jaime contava com 34 anos. Nesse texto Jaime abordou o ensaio fotográfico de abril de 2003 de Ticiane Pinheiro, na época com 24 anos, junto com sua mãe Helô Pinheiro, por sua vez eterna garota de Ipanema, na época com 57; sob o click preciso de J. R. Duran, o mais requisitado fotógrafo das modelos da revista Playboy. Seu ex-professor presenteou Jaime com uma nota 10 memorável.

.

Convém observar que o objetivo do ensaio filosófico era falar sobre estética e também sobre o conceito de beleza e Jaime levado a esse desafio de escrever achou nada mais justo e conveniente do que falar sobre as mulheres traçando um clássico paralelo entre o que denominou entre o "tempo de Helô" e o "tempo de Ticiane". O texto serviu também para apontar a uma reflexão crítica de uma forma bem sutil e elegante sobre a nudez artística e o conceito de beleza.

.

Pois bem, esse foi o último trabalho de destaque de Jaime. A partir daí foi dominado inesperadamente por um tortuoso processo depressivo. Por intermédio desse processo depressivo foi lançado num infinito abismo de um indescritível "caos psicológico", fazendo com que viesse a sentir uma certa revolta e mágoa na sua forma toda especial de tentar entender o mundo. Em parte, devido às circunstâncias expostas Jaime foi se tornando uma pessoa fechada, introspectiva e enigmática.

.

O fato é que Jaime acredita não ter encontrado ainda sua verdadeira identidade que possa decifrá-lo como ser humano. Que importa? Drummond também era uma pessoa fechada no seu "mundo particular", avesso a entrevistas, holofotes e a publicidade e tudo isso não impediu que fosse aclamado para as gerações futuras, como um dos maiores escritores e poetas não só no auge da vigência do movimento modernista, mas também durante o desenrolar do século XX e atualmente ainda se faz vivo a partir de sua obra no século XXI.

.

Jaime muitas vezes chegou a pensar: "Por que isso tudo está acontecendo comigo? Será que desde comecei a escrever aos 7 anos influenciado por vizinhos escritores (também crianças) da época que morava no bairro de Vaz Lobo no Rio de Janeiro construí ao longo do tempo uma "Fantasia da Onipotência" acreditando ser portador de um dom artístico?".

.

O fato que intriga Jaime é em pensar que uma coisa é ser influenciado para escrever absorvendo as condições apresentadas no convívio social da época da infância e adolescência. Outra situação seria uma pessoa ser portadora de talento artístico; ou seja, que já nasceu com esse dom. Jaime se pergunta: "Qual das duas situações estou inserido?" Essa última opção Jaime já não tem tanta certeza assim. Enfim, são duas situações distintas; embora existam casos que essas técnicas para desenvolver habilidades artísticas dependendo de muito empenho possa vir a ser adquirida - para se aprender a pintar quadros; para aprender a encenar numa oficina de atores e o mesmo não é diferente para quem deseja dominar a técnica para escrever.

.

Outros pensamentos povoam a cabeça de Jaime: "Quem eu sou realmente? Tenho ou não talento para escrever? Por que nunca fui reconhecido como escritor? Por que somente aos 17 anos recebi apenas Menção Honrosa na VII Ciranda de Poesias da Biblioteca Regional de Jacarepaguá? Que motivos de ordem de ordem psicológica me impediram ou bloquearam para escrever? O que resultou na verdade e contribuiu dolorosamente para meu "ostracismo literário"? Por que fiquei 17 anos sem produzir nenhum texto inédito de qualidade? Por que nunca tive a sensação de perceber que aos olhos dos meus pais nunca fui para eles um filho talentoso que a custo de muita persistência, dedicação e amor conseguiu se impor no disputado meio literário e conseguiu com isso ser detentor de vários prêmios, seja eles, destinados a concursos de poesias, crônicas, contos, redações ou textos de quaisquer outra natureza?".

.

Enfim, Jaime nunca chegou a encontrar respostas concretas a todos esses questionamentos, pois tudo direcionou a acreditar estar sendo injustiçado, discriminado ou qualquer outra denominação semelhante.

.

Jaime acredita muito no verso da letra da música de Cazuza: "Ideologia eu quero uma para viver".

.

Jaime muitas vezes chegou a pensar: "Será que vou passar pela vida despercebido? Será que sempre vou ser uma pessoa anônima, que nunca lutou por uma causa social por meio da literatura? Será que nunca vou ser lembrado com carinho e orgulho para as gerações futuras como um escritor dotado de um dom bem peculiar para cativar os leitores?". Uma sensação horrível parecida como uma "Síndrome do Pânico"; mas só que em proporções menores, mas mesmo assim preocupantes, que Jaime não recomenda para ninguém.

.

Jaime a partir dos 34 anos; quando concluiu o curso de Letras pela FERLAGOS (Fundação Educacional da Região dos Lagos em Cabo Frio situado na cidade do Rio de Janeiro foi percebendo com o passar do tempo essa procura desenfreada pelo estrelismo, pela notoriedade e por um espaço célebre na mídia radiodifusada, televisionada ou escrita é uma grande besteira.

.

Jaime analisando a estória biográfica de muitos autores aprendeu que na realidade não existe "conteúdo, talento, dom, precocidade ou prodigiosidade", ou seja, lá o que for de "natural" ou "antinatural" que venha a interferir no instinto do processo de criação para escrever. O que existe é a vontade de fazer algo e este algo é por em letras a poeticidade, que é a forma de encarar a realidade, seja de forma descompromissada ou não e isso não depende necessariamente se é adolescente ou adulto.

.

Quando o reconhecimento literário chega, fruto de muito trabalho de projetos colocados em "marcha"; esses projetos não param mais e não pertencem a nós mesmos (que são nossos filhos) - a obra literária enfim já caiu em domínio público - a obra já é do mundo. Pois cada livro é como se fosse um filho. Essa materialização do sonho em forma de livro, agora, nessa altura dos acontecimentos, já pertence ao mundo.

.

A verdadeira função de um autor que já se tem por essência que é uma incontrolável necessidade de se COMUNICAR, de expressar as ideias. Isso que torna cada escritor uma pessoa singular - e não publicar de forma mecânica sua obra em uma grande editora; sem sentir verdade e amor pelo que escreveu. Da mesma forma que se não tiver verdade e amor nada adianta ser um astro de TV; ser o personagem principal de uma reportagem de jornalismo ou ter o nome reconhecido pelos críticos literários.

.

Afinal de contas não é fácil ser escritor neste país. Primeiro porque é um país que pouco lê, segundo porque as editoras estão sempre privilegiando famosos, ou aqueles conhecidos. Para passar por esse funil literário é preciso persistir muito e criar seu próprio estilo. É o caminho é não desistir nunca.

.

A única busca de Jaime agora é mais espiritual: seria sim, a busca de ser feliz!!! Sem dúvida, Jaime se deu por conta que o caminho das "Mil Léguas" é que traz alegria, é um caminho decerto, que todos nós não sabemos aonde vai dar, mas é justamente esse caminho de sempre "querer acertar" e sempre "fazer ou tentar fazer o melhor" que traz alegria ao caminhante, Mais do que o sucesso de se "chegar lá", vale a vitória do crescimento pessoal, que os fracassos e os possíveis acertos acrescentam a nossa vida.

.

13 - Mil léguas

.

Em 17 de setembro de 2004, sexta, Jaime aos 35 anos, resolveu mudar o título de seu livro de poesias: "Resíduos de uma Saudade" elaborado originalmente entre 1983 a 1986, respectivamente dos seus 13 aos 16 anos para "Mil Léguas", acreditando com isso ser um nome mais marcante que poderá no futuro ter melhor repercussão e ser visto com bons olhos, supondo enfim, que venha ser objeto de análise de um pretenso público-leitor.

.

Outro motivo de Jaime ter mudado o título é que "Resíduos de uma Saudade" sugestiona uma nostalgia infantil e "Mil Léguas" (que também é o título de um de seus poemas mais consagrados) tem maiores possibilidades de causar maior impacto, além disso, é um nome que carrega na sua essência uma bagagem de forte teor simbólico.

.

A mudança do título do livro talvez inconscientemente seja uma jogada de marketing para fazer uma releitura de sua obra, pois Jaime, além de ter corrigido alguns de seus poemas adolescentes dos 13 aos 16 anos (submetidos ao longo do tempo a várias análises na sua fase de "ostracismo literário") e de um conto revisado aos 13 anos; acrescentou também um texto filosófico; dois contos e um artigo sobre educação elaborados na sua fase universitária do Curso de Letras da FERLAGOS - Fundação Educacional da Região dos Lagos (Cabo Frio, RJ). Assim sendo, nota-se por esse conjunto de obra reunido num único livro; uma bagagem mais consciente e apurada e com uma visão de mundo e técnica de escrever mais elaborados.

.

Da mesma forma, Jaime incluiu também no seu livro "Mil Léguas" um conto intitulado “A Rosa do Campo" e uma resenha crítica sobre um artigo de Sylvio Gallo intitulado "Transversalidade e Educação: Pensando numa educação não disciplinar".

.

14 - De Letras para Sistemas de Informação

.

Em 07 de agosto de 2006, aos 37 anos, começou as aulas da segunda faculdade de Jaime. Dessa vez Jaime acredita ter escolhido sua verdadeira aptidão: área de informática. (Será?!) Bom, pelo menos o tempo dirá se fez escolha certa. Portanto se matriculou na UVA – Universidade Veiga de Almeida - campus Cabo Frio. O curso escolhido foi Sistemas de Informação. É o melhor que se matriculou como portador de diploma (pois já tem nível superior em Letras) e ficou isento do vestibular.

.

No segundo semestre de 2007, aos 38 anos, após ter concluído o 1ª e o 2ª período de Sistemas de Informação na UVA de Cabo Frio, Jaime pediu transferência para UNESA - Universidade Estácio de Sá - campus Cabo Frio. No ano de 2012, Jaime trancou matrícula pois a mensalidade da faculdade estava cara e restava apenas uma matéria para se graduar - no caso Projeto Final II - ou seja - por uma matéria deixou se ser graduado como Bacharel de Sistemas de Informação.

.

15 - Clube dos Autores

.

Dia 30 de março de 2009, segunda, aos 39 anos, tomou conhecimento do www.clubedosautores.com.br e procurou se informar no referido site de como publicar e vender um livro pela internet. Dia 06 de abril de 2009, segunda, fez o upload (ou seja, colocou no "ar") o livro "Mil Léguas" nesse site. Foi o primeiro a encomendar dia 13 de abril de 2009, segunda e recebeu via sedex em casa no dia 20 de abril de 2009, segunda. Essa foi a 1ª edição de "Mil Léguas" originalmente de 2009 e continha 88 páginas. Jaime, com seu próprio livro em mãos, já publicado, ficou orgulhoso de sua conquista e resultado final. Afinal, foi um projeto literário engavetado, até então, por mais de 20 anos.

.

16 - Identific Comunicação Visual

.

Dentre os registros de carteira assinada de Jaime; um que realmente foi marcante nesse meio tempo do seu “ostracismo literário” ocorreu em 01 de julho de 2012, nos seus 43 anos. Nessa oportunidade foi efetivado de carteira assinada na empresa Identific Comunicação Visual, que por sua vez era uma gráfica situada no bairro da Vila Capri em Araruama, no estado do Rio de Janeiro.

.

Foi efetivado como auxiliar de escritório; mas na verdade desenvolvia serviços gráficos de cartões de visita, panfletos, banners e etc para os clientes. Convém lembrar que tudo que Jaime aprendeu foi sozinho em relação aos conhecimentos do manuseio de ferramentas gráficas como é o caso do Corel Draw e do Photoshop. Mas evidentemente vamos dizer assim “o pulo do gato” de certos procedimentos e comandos gráficos aprendeu ao longo do tempo trabalhando na referida gráfica.

.

Jaime costuma falar que na verdade para ser considerado Designer Gráfico de fato, o correto seria ter feito faculdade de Propaganda e Marketing, e não tendo feito o referido curso, a impressão que se têm é que “entrou pela porta dos fundos”. Mas se sentiu realizado no período que trabalhou na mencionada gráfica; pois apesar de não ter alcançado um nível avançado na criação de seus serviços gráficos; apesar disso, deixava os clientes satisfeitos. É só isso já bastava.

.

Jaime foi desligado da Identific Comunicação Visual em 01 de abril de 2014 nos seus 44 anos. Portanto foram 01 ano e 09 meses de carteira assinada desenvolvendo serviços gráficos para os clientes.

.

O designer gráfico é um profissional que para ser bem-sucedido precisa ser criativo e ter sensibilidade artística para perceber as tendências estéticas e visuais que vão alavancar o negócio do cliente e isto é adquirido através do espirito de observação e critica. Jaime tem orgulho inclusive nesse período de ter criado duas logomarcas que realmente foram memoráveis: a Degust gastronomia que era uma casa de lanches do bairro Coqueiral; e Bazar Só Peças que era uma loja de peças de eletrodomésticos do Centro. Ambas as empresas situadas em Araruama no estado do Rio de Janeiro.

.

Como tudo na vida é experiência, Jaime pretende ao longo do tempo usar essa sensibilidade artística que adquiriu trabalhando como designer gráfico; para voltar a escrever já agora na sua fase adulta. Pois acredita que tanto no oficio como escritor; como de designer gráfico; em ambos os trabalhos tem um ponto em comum: ambos mexem com criatividade, com espírito de observação da realidade para desenvolver vamos dizer assim um produto final.

.

17 - Secretário de Cultura Sr. Edson Brandão

.

Em 23 de maio de 2016, segunda, Jaime teve sua primeira audiência com o Secretário de Cultura de Barbacena Edson Brandão, após algumas tentativas, nesse dia fui bem sucedido.

Teve oportunidade de conversar sobre sua biografia, mostrou o livro “Mil Léguas” e falou do projeto “Mil Léguas – valorizando o caminho do escritor” que incluía oficinas literárias gratuitas e a implementação do primeiro concurso de poesia em Barbacena, MG.

.

Jaime indagou por que a secretaria de cultura só promovia de um modo geral na cidade de Barbacena, eventos musicais e porque não tinha um projeto exclusivo para eventos destinados a literatura. Jaime pediu apoio do referido secretario para mudar essa estória.

.

18 - Correio da Serra AM 1230

.

Em 24 de maio de 2016, terça, ocorreu uma entrevista com Jaime na rádio Correio da Serra – AM 1230 de Barbacena, Minas Gerais. Nessa época Jaime já contava com 47 anos. Quem entrevistou Jaime foi o renomado locutor Odair Ferreira; por sua vez formado em Jornalismo e que já foi presidente da Câmara de Vereadores de Barbacena.

.

Jaime contou para os ouvintes da rádio suas influências literárias desde quando começou a escrever; contou o que se destinava o conjunto de obra do seu livro “Mil Léguas” e no final declamou dois poemas “TNT” e “Mil Léguas”.

.

Jaime ficou surpreso que no final da entrevista na rádio; um ouvinte de nome Wellington do bairro Santa Efigênia de Minas Gerais disse que se identificou muito com o poema “TNT” que como foi escrito por Jaime em 1986 nos seus 16 anos fazia alusão a ditadura militar de Pinochet. Esse ouvinte disse que fez parte dessa época e se prontificou a encomendar o livro de Jaime no site do clube dos autores. E realmente ele cumpriu com a palavra; ele encomendou a versão E-book de “Mil Léguas”. É bom lembrar que essa foi a primeira vez que Jaime foi entrevistado numa rádio.

.

19 - Rádio Sucesso FM 101,7

.

Em 31 de maio de 2016, terça, Jaime foi entrevistado pelo locutor noticiarista Vitor para falar sobre seu livro “Mil Léguas” na Rádio Sucesso FM 101,7 de Barbacena.

.

Segundo o locutor Vitor disse que iriam fazer a edição de áudio da minha entrevista que tinha que dar no máximo quatro minutos.

.

O fato inédito foi que assim que a matéria (o áudio em MP3) da entrevista de Jaime fosse ao ar; o mesmo poderia copiar no pen drive para fazer propaganda em rede social na internet. E assim Jaime o fez. Voltou lá e Vitor fez a cópia do áudio da entrevista para Jaime em 21 de junho de 2016, terça.

.

20 - Prof. Mário Celso – Academia Barbacenense

.

Em 08 de junho de 2016, quarta – Jaime teve sua primeira audiência com o professor Mário Celso – presidente da Academia Barbacenense de Letras (Barbacena, MG).

.

Essa audiência foi a portas fechadas – e inclusive na parede do referido recinto havia na parede os quadros dos imortais da literatura, sobretudo a de Carlos Drummond de Andrade que, por sua vez, nasceu em Itabira, Minas Gerais.

.

Jaime mostrou o exemplar do livro “Mil Léguas” para o professor que, por sua vez, recebeu elogios dele pela formatação do mesmo.

.

Depois desse dia, Jaime teve mais umas três audiências com o professor, sendo que na última mostrou o cartaz do Projeto Mil Léguas – valorizando o caminho do escritor e o regulamento do mesmo.

.

Professor Mário Celso cogitou talvez a possibilidade que iria ter um concurso de poesia cujo tema era sobre o padre José Joaquim Correia de Almeida. Mas esse concurso não chegou a ocorrer.

.

21 - Professor Cláudio – Col. Adelaide Bias Fortes

.

Em 01 de setembro de 2016, quinta, Jaime teve uma audiência com o professor e diretor Cláudio do Colégio Estadual Adelaide Bias Fortes (Centro, Barbacena, MG).

.

Jaime mostrou o exemplar do livro “Mil Léguas” e comentou sobre seu projeto “Mil Léguas – valorizando o caminho do escritor” que incluía oficinas literárias gratuitas e sobre a implementação do concurso de poesia em Barbacena, MG.

.

Professor Cláudio sugeriu que Jaime conversasse sobre esse projeto com a professora Ângela – que leciona para a sexta série da referida escola. Foi que Jaime fez.

.

O tempo passou e apesar da professora Ângela ter achado interessante o projeto de Jaime, por razões desconhecidas, não procurou Jaime para voltar a conversar sobre o assunto.

.

Mudando de assunto – o colégio Adelaide – possui um jornal interno intitulado “Jornal Expresso” que incentiva a produção textual dos alunos do ensino fundamental. Inclusive os melhores trabalhos a professora Ângela disponibiliza na sua rede social do facebook.

.

22 - Ricardo França de Gusmão

(CAPÍTULO DISPONÍVEL SOMENTE COMPRANDO O LIVRO "MIL LÉGUAS")

.

23 - Whatsapp: Jaime e Ricardo

(CAPÍTULO DISPONÍVEL SOMENTE COMPRANDO O LIVRO "MIL LÉGUAS")

.

24 - A Saga de (...)

O nome da saga é o capítulo na integra somente comprando o livro "Mil Léguas".

.

(...)

Pois bem, esse é o testemunho de Ricardo França de Gusmão. Mas mesmo abatido com essa sua demissão como assessor de imprensa na Secretaria de Segurança do Estado do Rio de Janeiro; ele, por iniciativa própria em 23 de junho de 2016, quinta, ligou para o Whatsapp de Jaime. Nessa época Ricardo 48 anos e Jaime tinha 47. Ricardo disse para mim por telefone: “Jaime, não tem essa de você ter se referenciado para escrever influenciado por mim; o que acontece de fato, é que nós éramos crianças diferentes das outras; nós éramos intelectuais. Na nossa época em Vaz Lobo, no Rio, não tinha internet; então as opções que tínhamos de entretenimento era escrever ou desenhar ou jogar bola ou soltar pipa”. Bem, no caso de Jaime ele na época de sua infância em Vaz Lobo, no Rio de Janeiro não gostava muito de jogar bola e soltar pipa. Ele gostava mais de escrever e desenhar.

.

Ricardo também disse para Jaime: "Não existe técnica para escrever poesia; Drummond, por exemplo; que você conversou por telefone não tinha técnica de escrever; a verdadeira poesia é aquela que consegue transmitir mensagem; tocar alguém; que nem a suavidade de tocar o braço de uma mulher com carinho.”

.

Ricardo algumas vezes dava pequenas pausas para falar com Jaime pelo Whatsapp. Estava com a voz embargada; parecia que estava com falta de ar. Disse que ficou muito feliz do reencontro com Jaime – e que Jaime faz parte de sua estória de vida. Ricardo teve uma vez que falou: “Estou falando contigo e abraçado ao escudo do botafogo e ouvindo música de Festa Julhina”. Disse também a Jaime: “Vou ficar feliz da gente se reencontrar pessoalmente; quem sabe comer uma batata frita aí em Barbacena, Minas Gerais.

.

Jaime por sua vez falou com Ricardo pelo Facebook perguntando se o mesmo tem lido seus poemas e do ensaio filosófico que postou no Facebook. Ricardo respondeu que devido a sua atual situação de sua demissão do emprego; está meio alheio ao que se passa nas redes sociais – que não teve oportunidade de ler o material do livro “Mil Léguas” de Jaime.

.

Ricardo sugeriu que Jaime mandasse o material PDF de seu livro “Mil Léguas” para seu e-mail e Jaime assim o fez. O acordo era a troca de livros por e-mail.

.

Jaime ainda está na expectativa que Ricardo envie por e-mail seu livro: “O Poema que Morreu, Eu e outras vítimas” que teve o prefácio de Fernanda Portugal (Jornalista do Jornal O DIA).

25 - (nome do capitulo 25 - somente comprando o livro "Mil léguas")

.

26 - Curtidas literárias de Ricardo França

.

Em 29 e 30 de junho de 2016 para surpresa de Jaime seu amigo da época que morava em Vaz Lobo – Ricardo França de Gusmão – “curtiu” na rede social do Facebook a postagem de dois poemas de Jaime intitulados respectivamente: “Personagem” e “Desígnios”. Esse fato foi marcante para Jaime – por saber que de certa forma – Ricardo está acompanhando o trabalho literário de Jaime e incentivando-o de certa forma para prosseguir em frente.

.

Coincidentemente, no último dia de internação de Ricardo França no Hospital Quinta D´or (São Cristóvão/RJ) no dia 19 de agosto de 2016, sexta, ele curtiu no Facebook um poema de Jaime intitulado “Poetizando o Lecionar” comentando: “10”. Logo em seguida Ricardo comentou: “Jaime Lima, de Vaz Lobo, fazendo e escrevendo a diferença!” Primeira vez que Ricardo faz um comentário apesar de curto de um poema de Jaime. Lembrando que Ricardo havia ficado 21 dias internado.

.

No dia 24 de dezembro de 2016, sábado foi a última vez que Ricardo França curtiu um poema de Jaime. No caso foi o poema: “Pai, mãe, manas”.

.

27 - (...) nome do capítulo 27 somente comprando o livro "Mil Léguas"

28 - (...) nome do capítulo 28

somente comprando o livro "MIL LÉGUAS"

.

29 - Curtida literária do Prof. Eraldo

.

No dia 19.jul.2016 terça – pela primeira vez e de livre e espontânea vontade – Prof. Eraldo Maia – “memorável e saudoso professor do curso de Letras da Ferlagos” - curtiu um poema de Jaime intitulado “Reinventar Jaime”. Apesar de tratar-se apenas de uma “curtida” aberta em rede social no Facebook; deixou Jaime muito comovido pelo reconhecimento de seu mestre.

.

30 - Projeto Mil Léguas

.

No dia 31 de julho de 2016, domingo, Jaime acabou de redigir o seguinte projeto: “Projeto Mil Léguas – valorizando o caminho do escritor” que dizia assim:

.

Oi, amigo (a), obrigado por aceitar o convite para ser um simpatizante do Projeto Mil léguas – Valorizando o caminho do escritor.

.

Essa empreitada revolucionária surgiu a partir de uma experiência pessoal, agora amadurecida e ampliada. Originalmente ela nasceu com o Projeto Jovem Escritor – que redigi em 2003 no 4º ano do Curso de Letras da FERLAGOS (faculdade, que por sua vez, me formei em Cabo Frio/RJ.

.

Objetivando estimular o gosto pela leitura e o prazer de exteriorizar a alma poética (em verso e prosa) de crianças, adolescentes, jovens e adultos, o referido projeto propõe a compilação de textos dos quinze classificados de cada categoria (infantil – até os 13 anos; juvenil – dos 14 aos 21 anos (inclusive) e adulto – acima de 21 anos) do 1ª Concurso de Poesia de Barbacena, num livro de edição de luxo, com distribuição gratuita nas escolas da rede pública. Esse projeto contaria com o patrocínio da Secretaria de Educação e Cultura de Barbacena.

.

Essa proposta nasceu da minha dificuldade em concretizar um sonho, um ideal poético e artístico que me acompanha desde a infância, envolvendo em profunda frustração, pela falta de oportunidade. Apesar do meu livro “Mil Léguas” estar disponível a venda pelo boleto bancário pela livraria virtual do site do clube dos autores; não consegui (ainda) contratar os serviços de um editor para revisar minha obra para que pudesse (quem sabe) chamar atenção de uma grande editora com tiragem e propaganda em grande escala na mídia para divulgação do mesmo.

.

Meu livro “Mil Léguas” – biografia de 30 anos de estórias e de minhas influências literárias é um registro documental que resgata parte da minha produção poética adolescente; pois conservei os poemas mais célebres. Desses poemas alguns sofreram adaptações. Registra minha primeira produção textual aos 10 anos em 1979 – um conto de fadas intitulado “O Espelho Mágico”. Além disso, o livro conta da minha fase universitária quando cursei Letras: uma resenha critica falando sobre educação, um ensaio filosófico e dois contos. Mais adiante, anos depois ter me formado – acrescido de poesias inéditas, novos ensaios, uma crônica e um artigo educacional.

.

Meu único registro do ISBN é de 2008 – propriedade intelectual que por sua vez, obtive através do Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Mas de lá para cá – o material do meu livro sofreu muitas correções: aumentou minha biografia, conheci pessoas influentes na área de educação, cultura, do rádio e da política. Comecei também a lecionar na disciplina de língua portuguesa na Escola Estadual Padre Egydio Reis localizado na cidade de Senhora dos Remédios em Minas Gerais.

.

Antigamente era mais difícil para um escritor anônimo “se promover”. Antigamente não havia internet. Para se ter uma ideia, minha primeira produção literária, um conto de fadas intitulado “O Espelho Mágico” em 1979 aos 10 anos, não contava com os recursos da tecnologia de hoje em dia na elaboração do mesmo. Sabemos que atualmente contamos com sites especializados que direcionam passo a passo os autores a montarem seus próprios livros e disponibilizarem os mesmos na vitrine virtual a venda para que o público leitor possa fazer seu pedido on line encomendando pelo boleto bancário e recebendo a obra pelo correio – via sedex em sua própria residência. Hoje em dia contamos ainda com os E-books (livros em PDF) os chamados livros virtuais que podem ser baixados pela internet.

.

Dos 13 aos 16 anos no período de 1983 a 1986 quando morava em Vaz Lobo no Rio de Janeiro escrevi um livro intitulado “Resíduos de uma Saudade” que continha na época 94 poesias. Mas ao longo do tempo me desfiz grande parte desse material, sendo que os poemas mais clássicos conservei.

Em 2004 já morando em Araruama, RJ desde 1989 - com a intenção de fazer uma reeleitura da minha obra mudei o título do meu livro para “Mil Léguas”. Talvez isso foi uma estratégia de marketing – pois o primeiro título sugeria uma nostalgia adolescente e já esse último que também é título de um dos meus poemas mais consagrados – já carrega na sua essência um teor simbólico mais forte e acreditei ter mais chances de causar maior impacto com um pretenso público leitor.

.

O Projeto Mil Léguas – valorizando o caminho do escritor – não quer promover a “vitrine” por “vitrine”. Não deseja simplesmente expor na prateleira da mídia novos autores no circuito do mercado editorial. Não deseja promover pseudos talentos literários. Trata-se enfim, de um projeto sério, engajado e comprometido – formada por uma equipe de professores na área de letras que iria – não digo analisar por completo a obra de cada autor, pois essa função é destinada as editoras; mas sim incentivar por parte das crianças, jovens e adultos o gosto pela literatura.

.

Hoje em dia, o que se vê é a superficialidade que a tecnologia trouxe contigo: escritores querem publicar e não escrever. Querem dar autógrafos e não contar histórias. Mas o que esses autores têm que entender que o sucesso e o reconhecimento por parte do publico leitor não é adquirido entrando pela porta dos fundos. Cada produção literária seja ela qual gênero textual se enquadra é um pedaço de nossa alma e isso é algo que exige cuidado, lapidação. Cada texto tem que ser considerado como se fosse uma pedra bruta a tornar-se diamante.

.

Para que essa sofrida sensação de vazio e de insatisfação íntima não alcance os que têm o mesmo desejo, os que já passaram ou estão passando pelas mesmas frustrações proponho o Projeto Mil Léguas – valorizando o caminho do escritor.

.

Essa iniciativa tem por objetivo além de promover o 1ª Concurso de Poesia de Barbacena (saindo do circuito interno das escolas) pudesse ser oferecido num contexto maior, em um grande evento ao público no dia 20 de outubro – Dia Internacional do Poeta num palanque armado na Praça dos Andradas em Barbacena, Minas Gerais ou se for o caso em um ambiente fechado cujo local possa a vir a ser antecipadamente divulgado.

.

Esse projeto, sem fins lucrativos, visa promover a cidadania, a inclusão social e a integração comunitária tendo as “oficinas literárias gratuitas” como grande alicerce – incentivando dessa forma, a prática da produção de textos como ponto de encontro.

.

Preparar a crianças, por meio da prática sadia pelo gosto da literatura; iria contribuir enfim, para as mesmas não estarem vulneráveis as garras da criminalidade e do tráfico de drogas.

.

O Projeto Mil Léguas – valorizando o caminho do escritor - pretende angariar parceiros da mesma causa, instituições sem fins lucrativos nos setores de educação, cultura e cidadania. Para ser implementado não depende de uma ação unilateral. Não depende só de mim. A grande dificuldade é a conscientização de uma ação governamental em todas as esferas que mencionei e mais além – primordial seria também a ajuda da mídia imprensa, do rádio e da televisão.

.

Contamos com a participação de todos na realização desse sonho, e esperamos após a fase “piloto” expandir o projeto em outras regiões do estado de Minas Gerais.

.

Essa tentativa de expor o valor artístico timidamente contido merece reconhecimento.

.

Essa é minha luta.

Prof. Jaime Lima (idealizador)

.

Segue o regulamento:

.

1ª Concurso de Poesia em Barbacena

.

1 – Inscrições abertas de 01/08 a 30/09/2016.

.

2 – São livres o tema e a forma do poema.

.

3 – Cada participante poderá inscrever, no máximo, 03 (três) poesias com 05 (cinco) cópias cada – em fonte Arial – tamanho 12 – com no máximo 04 (quatro) páginas.

.

4 – Categorias – infantil – até 13 anos.

- juvenil – de 14 a 21 anos (inclusive)

- adulto – acima de 21 anos.

.

5 – Em cada cópia(s) da(s) poesia(s) deverão constar: título, idade, pseudônimo utilizado e categoria a que pertence seu autor.

Obs: Colocar as poesias em um envelope pardo anexando uma folha com as seguintes informações:

.

- nome completo

- idade

- endereço/ telefone

- pseudônimo

- escola/ telefone

- título (s) da (s) poesia(s)

.

6 – A inscrição será realizada com a entrega da(s) poesias no seguinte endereço: Escola Estadual Professor Soares Ferreira – Rua Baronesa Maria Rosa 130 – Boa Morte – Barbacena – Minas Gerais – MG – CEP: 36.201-002.

.

7 – Os professores irão intermediar em escolher as melhores turmas (com os melhores alunos) na seleção dos poemas – incentivando assim, os referidos alunos, a despertarem o gosto pela produção textual.

.

8 – Dentre as poesias inscritas, serão escolhidas: 15 (quinze) de cada categoria especificada acima. Essas quinze poesias finalistas serão apresentadas ao vivo (pelo próprio autor ou interprete por ele convidado) dia 20 de outubro de 2016 (Dia Internacional do Poeta), quinta feira, a 1 da tarde no Anfiteatro da Escola Estadual Professor Soares Ferreira no endereço mencionado no item 6 (seis).

.

9 – Aos vencedores serão oferecidos os seguintes prêmios de acordo com a classificação de cada categoria:

.

1ª lugar- Receberão notebooks; Certificação de participação da Prefeitura de Barbacena; Medalha; direito de ler o referido poema ao vivo ao usar um interprete; e receberão livros dos grandes clássicos da literatura. Além dos referidos poemas puderem fazer parte da compilação de um livro em homenagem ao evento com edição de luxo com distribuição gratuita nas escolas da rede pública.

(*) Quanto a premiação do notebook haveria parceria dos empresários de Barbacena que fossem aderir a esse projeto.

.

2ª ao 5ª lugar – Receberão Certificação de participação da Prefeitura de Barbacena; Medalha; direito de ler o referido poema ao vivo ao usar um interprete; e receberão livros dos grandes clássicos da literatura. Além dos referidos poemas puderem fazer parte da compilação de um livro em homenagem ao evento com edição de luxo com distribuição gratuita nas escolas da rede pública.

.

Do 6ª ao 15ª lugar (as chamadas Menções Honrosas) - Receberão Certificação de participação da Prefeitura de Barbacena; Medalha; direito de ler o referido poema ao vivo ao usar um interprete; e receberão livros dos grandes clássicos da literatura.

.

9 – As vias das poesias não serão devolvidas pela comissão julgadora – não havendo possibilidade de recurso.

.

10 –Os avaliadores dos poemas seriam os próprios professores que previamente iriam se cadastrar para o evento.

.

PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM !

COMPAREÇAM TODOS A APRESENTAÇÃO FINAL !

.

OFICINAS LITERÁRIAS GRATUITAS

.

Além da implementação do I Concurso de Poesia na cidade de Barbacena realizado sempre no dia 20 de outubro – Dia Internacional do Poeta - como calendário oficial da cidade; o Projeto Mil Léguas, amplia seu leque também as oficinas literárias gratuitas.

.

O espaço cedido seria salas de aula das escolas conveniadas da rede pública e ou do estado e até mesmo onde seria realizado o concurso na Escola Estadual Professor Soares Ferreira – Rua Baronesa Maria Rosa 130 – Boa Morte – Barbacena – Minas Gerais – MG – CEP: 36.201-002.

.

Os professores obteriam todo o suporte de recursos didáticos para ministrar suas aulas de produção textual a saber: retroprojetores, data-show, apostilas etc. Lembrando que essas aulas seriam gratuitas.

.

Conteúdo Programático da Oficina Literária

.

1 – Abordagem sobre o significado de Inclusão Social e Cidadania.

2 – Falar da importância do Projeto MIL LÉGUAS.

.

3 – Técnicas de Produção Textual nos seus níveis de texto: narrativo, descritivo e dissertativo-argumentativo.

.

4 – Diferença entre COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAL.

.

5 – Leitura e Interpretação de Textos – contextualizando com fatos recentes da realidade brasileira e mundial.

.

6 – Metrificação: os diferentes tipos de rimas e contagem de silabas poéticas.

.

7 – Domínio da Norma Culta (pontuação, regência, concordância e novas regras ortográficas).

.

8 – Estudo das escolas literárias do Brasil e de Portugal focando a produção poética, o contexto histórico e as características de cada movimento.

.

31 - Escola Estadual Padre Egydio Reis

(capítulo na integra somente comprando o livro "Mil léguas")

(...)

O contrato que Jaime pegou foi para substituir a professora Walkiria que havia sido transferido para uma escola de Palmital em Minas Gerais. Até o final do segundo semestre de 2016 a vaga de professor de Jaime nessa escola Estadual Egydio Reis estava garantida. E, portanto devido a distância como Jaime tinha que lecionar as segundas, terças e sextas nesse colégio ele tinha que dormir em hotel nessa cidade de Senhora dos Remédios e comer em restaurante. Depois passou a almoçar na referida escola para economizar nas despesas.

Um fato marcante foi que Jaime na oportunidade da Reunião pedagógica dos professores na referida escola em 20 de agosto de 2016 sábado às 5 da tarde. Pediu licença ao diretor Edivane para ler para todos os presentes o poema: “Poetizando o lecionar”, que por sua vez, Jaime tomado por inspiração escreveu um dia antes no Hotel da Tânia em que estava hospedado em Senhora dos Remédios, Minas Gerais.

.

32 - (...) nome e conteúdo do capítulo na integra somente comprando o livro "Mil léguas"

.

33 - Domingo Show – Rede Record

.

Em 15 de outubro de 2016, dia do professor, houve uma excursão para São Paulo por iniciativa de Mateus Humberto que, por sua vez, era aluno do terceiro ano do ensino médio da Escola Estadual Padre Egydio Reis em Senhora dos Remédios, Minas Gerais.

Jaime era professor de português dessa turma. Essa excursão foi para participar do programa “Domingo Show” de Geraldo Luis na Rede Record localizado no estúdio da Barra Funda em São Paulo. O ônibus saiu as 10 da noite de Senhora dos Remédios e chegou em São Paulo por volta das 9 da manhã.

Jaime participou da platéia e acompanhou a gravação do programa ao vivo, inclusive dos merchandisings dos comerciais de Geraldo Luis da compact print entre outros.

.

O programa foi dia 16 de outubro, domingo, iniciando meio dia e meia e terminando por volta das 4 da tarde. Teve participação musical de Marciano (substituindo Milionário que havia falecido a alguns anos) e José Rico que cantou junto com um garoto de quatro anos que era fã deles. E teve um quadro chamado “De volta ao passado” com Marcelo Resende.

.

Jaime esteve a poucos metros de Geraldo Luis mas não teve oportunidade de conversar com ele para divulgar seu livro “Mil Léguas”.

.

Na verdade Jaime pensou que essa ida ao programa “Domingo Show” fosse devido ao Concurso cultural cujo tema da redação era “Valorização da vida” em que foi selecionado três alunos da escola que lecionava em Senhora dos Remédios. Mas na verdade não foi.

.

34 - (...) nome e conteúdo do capítulo somente comprando o livro "Mil LÉGUAS"

.

35 - Livros em produção de (...)

Nome e conteúdo desse capítulo somente comprando o livro "Mil LÉGUAS"

.

36 - (...) Nome e conteúdo do capítulo 35 somente comprando o livro "Mil LÉGUAS"

.

37 - Renúncia de (...) nome e conteúdo do capítulo na integra somente comprando o livro "MIL LÉGUAS"

.

38 - Enfim, essa é a estória de Jaime

.

Essa é a estória de Jaime. Em nenhum momento ele podia jogar sua trajetória literária no lixo. Foi por esse e outros motivos que optou pelo Curso de Letras já que em 1989, aos 19 anos, foi infeliz na prova do Vestibular Integrado da UERJ - UFRJ - CEFET e também da Faculdade Estácio de Sá em Rio Comprido (pretendia em ambos os vestibulares tentar uma vaga para passar para Comunicação Social com habilitação em Jornalismo. Nessa época Jaime, aos 19 anos, ainda morava no bairro de Vaz Lobo na cidade do Rio de Janeiro.

.

Calma, cara leitor! Vocês pensam que a estória terminou por aqui? Com certeza, o destino irá reservar ao intrépido Jaime muitas surpresas e, sem dúvida, sua caminhada não será em vão, pois na dramaturgia de sua vida, haverá enfim, e para todo sempre "cenas dos próximos capítulos", pois para os sonhos se tornarem realidade basta ter fé e perseverança.

.

JAIME L. S. FILHO

Graduado em Letras- Habilitação em Português/ Literatura pela FERLAGOS (Fundação Educacional da Região dos Lagos - Cabo Frio - RJ. Período de 2000 a 2003 referente aos seus 29 a 34 anos.

Professor de Português (Escola Estadual Padre Egydio Reis em Senhora dos Remédios, Minas Gerais) 2º semestre de 2016.

.

Original - Araruama, 15.fev.2002, sexta, aos 32 anos.

Atualização – Barbacena, Minas Gerais, 18.jan.2017, quarta aos 47 anos.

Selos de reconhecimento

Sites oficiais do autor na internet:

Notícias sobre o autor e suas obras:

Mais publicações desse autor

Mil Léguas: Mil Léguas: Jaime Lima
R$ 158,04 Impresso
R$ 9,69 Ebook

Fale com o autor

*Seu nome

*Seu email

*Mensagem


Como funciona

Passo 1

Você publica seu livro online, gratuitamente.

Passo 2

Você diz quanto quer receber de direitos autorais.

Passo 3

Nós vendemos e você recebe o dinheiro por depósito direto na sua conta.

Serviços profissionais

Conheça nossos serviços

São vários serviços para auxiliá-lo em sua obra:

Depoimentos

"O Clube de Autores está me ajudando a disseminar importantes conhecimentos básicos sobre o transtorno de personalidade borderline, na forma do livro Sensibilidade à Flor da Pele, permitindo que familiares e especialistas no assunto obtenham uma nova perspectiva, com mais compreensão e compaixão."

Helena Polak

Formas de Pagamento (até 12x)

Segurança

Print


Clube de Autores Publicações S/A   CNPJ: 16.779.786/0001-27

Rua Otto Boehm, 48 Sala 08, América - Joinville/SC, CEP 89201-700