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Livro SEREGIPE D'EL REY

HISTÓRIA DA PROVÍNCIA

Por: ADEILSON NOGUEIRA Denunciar

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Sinopse

A conquista e colonização desta província foi iniciada no governo de Christovam de Barros, vice-governador da Bahia, em 1590, em consequência de ordens que recebeu do rei Filipe II, a pedido dos habitantes entre Rio Real e Itapicuru, que viviam em um estado de grande inquietação, causada pelos índios e por piratas franceses, que frequentavam a costa em busca da madeira brasileira. Foi durante um período considerável um distrito da Bahia.

O solo era composto substancialmente por argila de cerâmica, lima e pedra, uma pedra ferruginosa negra, ouro, sal marinho, cristais, ardósia e pedra azul.

Havia todas as espécies de animais domésticos e selvagens das províncias vizinhas. A anta era rara; a onça quase desapareceu na parte oriental; os cervos eram numerosos e o macaco de guariba vermelho. Em todas as partes havia grandes quantidades de abelhas de vários tipos.

No rio São Francisco, havia uma espécie de falcão de pesca, que mergulhava para surpreender os peixes que desciam pelo rio; mas quando o prêmio era de um peso superior à sua força, ele morria por sufocação, não sendo capaz de desengatar-se. A madeira-peru era muito comum, como era o pequeno pavão.

Entre outras árvores que ofereciam madeira para construção e trabalho de marceneiros, havia a sucupira, madeira de ferro, cedro, sapucaya, jiquitiba, umpica, batinga branca e verde, semelhante à caixa-árvore, conditru, garduno, quiri, itapicuru, pausangue, (madeira de sangue,) juciranna, vinhatica, ejitahy, gonçalo alves, putumuju, masculino e feminino, arapiraca, arco de madeira, jinipapo, da casca de que o reboque era feito para calafetar. Entre as plantas medicinais, havia ipecacuanha, alcasus, paroba, peru jesuíta, laranjeira da província, cassia e sanguinaria. As laranjas e outras árvores frutíferas eram muito escassas, a Baunilha era um vegetal útil e crescia espontaneamente, mas o cultivo não foi feito. A árvore de cacau era desconhecida, embora o solo estivesse bem adaptado para isso.

O cafeeiro, que era um ramo tão lucrativo do comércio para os seus cultivadores nas províncias da Bahia e do Rio de Janeiro, ainda era visto em poucos lugares, e em pouca quantidade.

São Christovam, que foi destruída pelos holandeses no dia 25 de dezembro de 1637 começou na margem esquerda a 3 quilômetros acima da embocadura da Cotindiba, onde ainda havia as ruínas da igreja chamada São Christovam. Foi retirada de lá para um local entre o rio Poxim e o Cotindiba, situado a uma distância igual da sua primeira base e do lugar onde está agora.

Propiha, originalmente chamada de Urubu de baixo, criou uma cidade 40 quilômetros acima da precedente, na margem do mesmo rio, entre dois lagos de grande desproporção; o menor, de uma figura circular e 110 metros de diâmetro, podia estar no centro da cidade, quando experimentava aumento, cuja situação vantajosa o tornava tão suscetível. Estava perto de um vale aberto pela mão diversificada da natureza através de uma planície, aparecendo mais como uma operação humana, e pela qual o rio em todos os momentos estendia um braço ao centro de uma campina com mais de 13 quilômetros de comprimento e de largura proporcional, que se tornava um lago grande e bonito, abundante com peixe durante o período dos Capuzes.

No distrito de São Pedro os índios caçavam, pescavam ou preparavam alguma mandioca, conforme o seu capricho ditasse, vagando a maior parte do tempo e consumindo em cachassa (espírito) a parte principal do produto do trabalho de suas mulheres industriosas. Lá foram encontradas ossadas de dinossauros.

Tomar do Gerú incialmente chamou-se Gerú e, depois, Thomar. Os habitantes, principalmente os índios, cultivavam algodão, legumes e mandioca. Eles sempre selecionavam um homem branco e um índio para juízes.

Em Seregipe viveu Christo van de Mendonça, que, no final do ano de 1800, completou cento e vinte e oito anos, ainda exercendo o negócio de oleiro na aldeia de Aracaju, perto da foz do rio Cotindiba. Morreu dois anos depois, aos 130.

Categorias: Historiografia, Antigo, América Latina, Não Ficção, Geografia E Historia, Educação
Palavras-chave: histÓria, provÍncia, sergipe

Características

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Número de páginas: 21

Edição: 1(2018)

Formato: A4 (210x297)

Tipo de papel: Offset 75g

Sobre o autor

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ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.


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