A QUEDA DE PHAETON
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Pintura, Pictórico, Artista Individual, Educação, Biografia, Artes
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Sinopse

Peter Paul Rubens (1577-1640), um dos maiores mestres do século XVII, pintou esta obra-prima como um jovem artista em Roma. Rubens descreveu um momento de grande drama neste mito grego popular que foi notoriamente narrado em Metamorfoses de Ovídio.(c. 8 AD). Faeton, filho do deus do sol Apolo, implorou e implorou ao pai que permitisse que ele dirigisse a Carruagem do Sol pelo céu.

Depois que Apolo finalmente concordou, seus piores temores foram confirmados: o jovem precipitado não tinha nem a força nem a experiência para controlar a carruagem e mantê-la em seu curso normal através dos céus. Os cavalos dispararam em um padrão irregular, de modo que a Terra ou congelou porque a Carruagem do Sol estava muito longe ou foi queimada pelo calor do Sol.

À esquerda, as mulheres-borboleta Horae, de asas de borboleta, personificando as estações do ano, que representam a harmonia e a ordem do universo, estão reagindo aterrorizadas quando a Terra explode em chamas. Até mesmo as grandes bandas astrológicas que arqueiam através dos céus são interrompidas. Fora do quadro de imagem, Júpiter, o deus supremo, acaba de soltar um raio apontado para Phaeton para salvar o universo da completa destruição. Quando a carruagem se desintegra e os cavalos se partem, Phaeton mergulha para a morte.

A história da arrogância e posterior destruição de Phaeton atraiu os artistas do período não apenas por seu caráter dramático, mas também por suas implicações alegóricas e moralizantes. Geralmente, nas publicações das Metamorfoses dos séculos XVI e XVII, a lenda de Phaeton era vista como uma parábola sobre as consequências devastadoras do orgulho e da falta de moderação. Em 1604, o teórico de arte holandês Karel van Mander interpretou a história de Ovídio como uma recomendação "para manter o meio da estrada / a direção não muito alta nem muito baixa".

Ele também apresentou uma interpretação política da história, observando que o mito nos ensina "quão prejudicial é que às vezes, quando crianças ou governantes infantis reinam sobre países, eles causam não apenas sua própria ruína, mas também a de sua comunidade". Tais ideias moralizantes podem estar por trás do pensamento de Rubens. A cena é expressiva, mas seu principal interesse parece ter sido explorar todas as possibilidades pictóricas desse drama cósmico. Um número mudanças de composição, visíveis a olho nu, indicam que ele trabalhou em The Fall of Phaeton durante um longo período de tempo. Por exemplo, Rubens pintou algumas das correias e rédeas emaranhadas dos cavalos.

Características
Número de páginas 24
Edição 1 (2018)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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