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Alienação Parental: Depressão e suicídio infantil
Categorias
Saúde Mental, Resolução Alternativa De Litígios, Defesa Da Criança, Psicologia, Família E Relacionamentos, Direito
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Sinopse

Direitos humanos significam ter direitos, porém objetos não têm direitos. Quando o Poder Judiciário cumpre o art. 6º da lei 12.318 e reconhece a criança como sujeito de direitos e não mais propriedade da figura materna - fato esse que felizmente têm crescido ao longo de todo o país - às mulheres têm se desesperado e atacado não apenas o pai dessa criança ou a família paterna, mas todos que colocam obstáculos a sua detenção sobre o filho, inclusive os magistrados. Aqui reside toda a problemática: as mulheres não aceitam a participação ativa dos genitores na educação dos filhos; enquanto os homens apenas eram responsáveis pelas despesas não existiam falsas acusações de estupro de vulnerável. Permitir a alienação parental é retroceder direitos.

A depressão infantil tem como patologia não apenas a biologia e hereditariedade, mas o contexto etnocultural em que se encontra a criança. Dentro desse contexto depara-se com o Poder Legislativo que caminha de modo a inflar os conflitos familiares e as narrativas de mulheres que não aceitam o fim dos estereótipos de gênero e a participação ativa do pai na educação dos filhos. A cultura da violência intrafamiliar se exterioriza nas relações abusivas, falsas acusações de violência doméstica\estupro de vulnerável e prática de alienação parental, que formam um verdadeiro tripé que têm desencadeado a destruição da saúde mental das crianças. O suicídio de crianças e adolescentes é tratado como tabu, pelo medo do “efeito werther’, mas é preciso novas reinterpretações dos transtornos de afeto e principalmente dos litígios de família.

Características
ISBN 978-65-000-2061-8
Número de páginas 307
Edição 1 (2020)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Sara Próton

Sara Próton é especialista em falsas acusações de violência doméstica e estupro de vulnerável. Pós-graduada em Ciências Criminais e Direito da Saúde. Autora dos livros “Belas e Feras – a violência doméstica da mulher contra o homem” e "Denunciação caluniosa, um crime atual: estupros de vulneráveis que não aconteceram". Associada ao Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), Instituto de Ciências Penais (ICP) e Associação Brasileira Criança Feliz (ABCF).

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