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BÍBLIA BANIDA - Apocalipses Proscritos
Apocalipses Proscritos
Categorias
Religião, Estudo Bíblico, Cultura Bíblica
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Sinopse

Os Apocalipses Apócrifos do Velho e do Novo Testamento são uma coletânea de textos, alguns dos quais anônimos, escritos nos primeiros séculos do cristianismo, vetados e banidos no Primeiro Concílio de Niceia, não reconhecidos pelo cristianismo ortodoxo e que, por isso, não foram incluídos no Cânone Bíblico. Não existe um consenso entre todos os ramos da fé cristã sobre o que deveria ser considerado canônico e o que deveria ser apócrifo.

Segundo as autoridades religiosas, esses escritos apócrifos podem ter valor histórico e moral, mas não foram inspirados por Deus, portanto não servem para formar doutrinas (ensinamentos fundamentais).

O termo Apócrifo vem de uma palavra grega que significa “oculto”. A Bíblia tem 66 livros que todas as igrejas aceitam como inspirados por Deus. Mas vários outros livros relacionados, mas não inspirados também foram escritos ao longo do tempo. Os apócrifos foram “ocultados” da Bíblia, para evitar heresias e confusões.

Neste trabalho, apresentamos os principais Apocalipses Apócrifos Banidos conhecidos.

Características
Número de páginas 218
Edição 1 (2018)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
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Wanderley Beraldo

Mineiro de Andradas, onde nasceu em 1.951.

Trouxe da infância, a poesia silenciosa das montanhas mineiras, os sons das cachoeiras cristalinas e a pureza de suas águas límpidas.

Trouxe da solidão do estudo religioso em um seminário, a inspiração para os poemas mitológicos, míticos, místicos, sociais e idílicos, frutos das traduções de Vergílio, Homero, Esopo e Júlio Cesar.

Trouxe da participação nos movimentos da poesia marginal, a necessidade constante, visceral e vital da escrita.

Trouxe dos muitos trabalhos premiados, do periódico Muiraquitã, do primeiro livro publicado em 1.982 Marionetes, a consumação do casamento alquímico com a poesia.

Operário por necessidade e poeta por prazer.

Poeta alternativo. Poeta marginal.

“Ser poeta é sentir com dupla intensidade as belezas mais sutis”

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