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ACEITO
BRAILLE
O APÓSTOLO DA LUZ
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Biografia, Educação, Não Ficção, Ciência E Tecnologia, Educadores, Histórico
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Sinopse

O homem que, durante trinta anos de pesquisa paciente, tinha feito mais para os cegos do que oito séculos de caridade e esmola, morreu ignorado por seus contemporâneos, sem ostentação ou glória, mas simplesmente, como ele havia vivido. Ninguém teve o pressentimento do significado mundial de seu trabalho; ninguém, além de seu círculo de amigos muito restrito, notou que aos quarenta e três morreu o libertador de milhões de seres anteriormente condenados a ignorância, que hoje, por ele, conseguem alcançar os mais altos índices de cultura.

Examinando os jornais da época na busca de algum artigo anunciando sua morte, observa-se que, naquele dia, foi mencionado o banquete no Hotel-de-Ville que o príncipe-presidente, Louis Napoleão Bonaparte, deveria participar. Lamartine anunciou que seu artigo, Le Conseiller du Peuple, cessaria a publicação, para ser substituído por um artigo literário, L'Humanité. A candidatura de Monsieur Alfred de Musset à Academia Francesa estava sendo criticada, mas ninguém falou de Braille, nem mesmo nas colunas obituárias.

Cem anos depois, no entanto, transbordando os limites demasiado estreitos do país, a fama do menino de quinze que havia concedido a seus irmãos cegos o maravilhoso sistema de seis pontos se espalhou por todo o mundo. Já em 1878, um congresso reuniu-se em Paris e decidiu adotar braille como um sistema internacional de escrita para cegos. Em 1917, a América, que há muitos anos usou alfabetos derivados, trouxe unidade através do reconhecimento convincente do alfabeto original de Braille. Em 1950, por iniciativa da UNESCO, o sistema braille foi alargado a um número substancial de dialetos africanos. Esta grande organização agora está trabalhando para a aplicação do alfabeto às línguas orientais.

É, portanto, em escala internacional que os homens devem honrar Louis Braille, pois ele é um dos grandes benfeitores do mundo, e seu nome, desconhecido em 1852, se unirá aos de Pasteur, Reed e Fleming, unidos pela mesma gratidão universal.

Sua casa em Coupvray, na França, ainda está lá, tão simples, tão cheia de lembranças ainda. Escalando o Touarte, encontraremos o cemitério onde se encontra o seu túmulo, uma pobre sepultura, onde os cegos do mundo inteiro visitam para meditar e dar graças ao seu libertador, uma vida de coragem e de luta contra a escuridão, a incrível desproporção entre suas humildes origens e a magnitude de sua realização.

Louis Braille foi o apóstolo da luz. Se é verdade que, acima de tudo, a posteridade lembra o trabalho de um homem extraordinariamente perseverante e metódico, com um prodigioso poder de concentração, devemos reconhecer que não só ele tem a mente de um inventor, mas também a alma de um santo; e para os nossos olhos este último é o aspecto mais significativo de sua vida. Apesar do acidente que o cegou aos quatro anos de idade, apesar da longa batalha para obter aceitação de seu sistema, apesar da doença que sugou sua força interior, ele nunca ficou amargo, ele nunca desesperou. Ele permaneceu bom, caridoso, amoroso, fiel aos seus amigos quanto aos seus ideais.

Características
Número de páginas 80
Edição 1 (2017)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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