Cânticos às mulheres da terra
Mulheres deusas e musas
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Pintura A Óleo, Pintura Acrílica, Poesia, Corpo, Mente E Espírito, Artes
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Sinopse

“Cânticos às Mulheres da Terra”, volume 1 da Coleção “Cânticos a Arrebatados Amores” está dividido em dois cantos. No primeiro a autora invade com força inquebrantável a alma do leitor, em quinze quadras, cada uma significando uma trova, ela exalta individualmente nove musas da mitologia grega, filhas de Zeus e Mnemósine. Essas trovas ilustraram um catálogo lítero-pictórico que apresentou as telas de Lopes de Sousa, em comemoração aos 45 anos de arte, do ilustre pintor português, residente em Aveiro, Portugal.

No segundo Canto, Reinadi Sampaio apresenta de forma avassaladora cinco coroas de sonetos em homenagem às deusas mitológicas gregas, de forma harmoniosa, enaltece a beleza, registra o poder feminino, ora emprestando cores poderosas às deusas da mitologia grega, seus traços graciosos sua beleza de musas, ora ela configura as deusas mulheres de agora, poderosas ou frágeis, jubilosas ou simples, mocinhas mitológicas mortais, gestando em lindas barrigas humanas, o encanto do Recôncavo ou a pujança do Sertão, ou em paisagens que mais parecem um paraíso-olimpo-português, retiradas pelo pintor dos campos floridos de Aveiro, ou dos seus misteriosos e coloridos canais.

O segundo Canto continua com mais quatro coroas de sonetos: A primeira dessa sequência é “Não Somos Mais Deles Prisioneiros (Pele Alva Sangue Rubro a Alma Rega)” nos fala do sofrimento, das injustiças, humilhações e maldades que as irmãs e os irmãos escravizados sofreram,

As duas coroas seguintes são derramam lirismo e emoção: Na terceira, “Se Teus Lábios... {Nos Meus lábios, naufragassem...}” a autora transforma-se em flor, mas não caminha só e viaja na companhia de desejos inconfessos em busca de um amor, todo ele cheio de arroubos e sutilezas.

A quarta, “Viver O Futuro Nas Mãos Do Coração {Eu Flor-Caminho só}”, Reinadi se entrega totalmente ao seu mundo íntimo e devaneia, e brinca, como se uma alma debutante aflorasse da mulher que insiste em caminhar só, para povoar o seu encanto com um mundo repleto de sonhos e emoções, somente dela. Na última coroa, fechando o ciclo, a autora que, na primeira inicia pregando a liberdade concreta dos escravizados, encerra com um grito libertário imenso e, transformando-se em aranha Anansi, incorpora uma revolta imensa e rebela-se contra os preconceitos e violências sofridas pelas mulheres, ante os mistérios do amor. Duela com um escorpião numa luta de imensa beleza e, num final libertário para a mulher flor e força, se fortalece a cada verso, torna-se imponente a cada soneto, explode em mil cores num final arrebatador. (Hermes Peixoto)

Características
ISBN 978-65-002-0803-0
Número de páginas 136
Edição 1 (2021)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Colorido
Tipo de papel Polen

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Fale com o autor
Reinadi Sampaio e Lopes de Sousa

Reinadi Rodrigues Sampaio, Psicanalista, Escritora e Artista Plástica, nasceu em Salvador em 05 de fevereiro de 1951. Filha de Garibaldi Bastos Rodrigues e Beldade Gomes Rodrigues.

Viveu uma parte da sua infância no sertão baiano, outra em Itabuna, BA, retornando ao sertão anos depois e de lá só saindo aos 21 anos para recomeçar uma nova etapa da sua vida.

Casou-se aos 22 anos, tem cinco filhos: André Gustavo, Juliana, Ana Paula, Aline, Paulo Vinícius e dois netos, Mateus e Sofia.

Ingressou na Faculdade aos 49 anos. Possui trabalhos publicados nos anais da Faculdade onde fez seu curso de graduação em Psicanálise. Dentre eles, “A Natureza do Conflito”.

Observando o comportamento humano, escreveu um dos seus trabalhos que mais gosta: Os líderes a as emoções – um espaço ciber cultural, nele a poesia diz da alma do artista. Apresentou sua Monografia em novembro de 2005, cujo tema foi: A Trajetória do Corpo na História da Humanidade.

Seu primeiro escrito literário acorreu de forma inesperada, no decorrer de uma pesquisa acadêmica, sobre o comportamento humano e esse fato aconteceu numa sala virtual de poesia, quando questionou sobre a diferença entre poesia e poema.

De acordo, com seus conhecimentos, descobriu os “mistérios” que envolvem a poesia e daí adveio seu primeiro poema: Amálgama. Desde então, não mais parou de colocar em palavras – poesias - e nas cores das telas, os seus sentimentos, envoltos numa aura de intensa emoção.

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