CARLOS
E OS JUÍZOS DE DEUS
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Biografia, Educação, Não Ficção, Histórico, Presidentes E Chefes De Estado, Realeza
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Sinopse

No século VI, os francos germânicos ocidentais tinham sido cristianizados, devido em medida considerável à conversão católica de Clovis I. A França, governada pelos merovíngios, foi o mais poderoso dos reinos que conseguiram o Império Romano do Ocidente. Após a Batalha de Tertry, os merovíngios recusaram-se à impotência, pelo que foram apelidados de faltes de rois ("Reis do nada"). Quase todos os poderes do governo foram exercidos pelo seu chefe, o prefeito do palácio.

Em 687, Pepino de Herstal, prefeito do palácio de Austrasia, terminou a disputa entre vários reis e seus prefeitos com sua vitória em Tertry. Ele se tornou o único governador de todo o reino franco. Pepino era o neto de duas figuras importantes do Reino Austrasiano: São Arnulfo de Metz e Pepino de Landen. Pepino de Herstal foi eventualmente sucedido por seu filho ilegítimo Carlos, mais tarde conhecido como Carlos Martel (Carlos, o Martelo).

Depois de 737, Carlos governou os francos em vez de um rei e recusou-se a chamar-se rei. Carlos foi sucedido em 741 por seus filhos Carlomano e Pepino, o Breve, o pai de Carlos Magno. Em 743, os irmãos colocaram Childerico III no trono para conter o separatismo na periferia. Ele foi o último rei merovíngio. Carlomano destituiu-o em 746, preferindo entrar na igreja como um monge. Pepino trouxe a questão da realeza antes do Papa Zacharias, perguntando se era lógico que um rei não tivesse poder real. O papa proferiu sua decisão em 749, decretando que era melhor para Pepino ser chamado de rei, pois ele tinha os poderes de alto cargo como prefeito, para não confundir a hierarquia. Ele ordenou que ele se tornasse o verdadeiro rei.

Sob os carolíngios, o reino franco espalhou-se para abranger uma área que inclui a maior parte da Europa Ocidental. A divisão do reino constituiu a base para a França e a Alemanha modernas. Orman retrata o Tratado de Verdun (843) entre os netos guerreiros de Carlos Magno como o evento de fundação de uma França independente sob seu primeiro rei Carlos Bald; uma Alemanha independente sob seu primeiro rei Louis, o alemão; e um estado intermediário independente que se estende desde os países baixos ao longo das regiões fronteiriças até o sul de Roma, que manteve o título de imperador e as capitais Aachen e Roma sem a jurisdição. O reino do meio se rompeu até 890. A disposição de seu território permaneceu como uma importante fonte de divisão entre a França, a Alemanha e a Itália até o século XX. A solução final foi a criação de nações menores nas zonas tampão, principalmente na Holanda e na Suíça, mas também em alguns estados muito pequenos. O conceito e a memória de uma Europa unida permanecem até o momento atual. Os desenvolvimentos religiosos, políticos e artísticos originários de Francia, com localização central, fizeram uma marca definitiva em toda a Europa.

Características
Número de páginas 60
Edição 1 (2017)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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