CAVALEIROS HOSPITALÁRIOS
EM MOEDAS
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Sinopse

Os Cruzados erigiram em Jerusalem a igreja de Santa Maria Latina, com um hospital e um mosteiro anexos, sob n invocação de S. João Batista. Negociantes napolitanos, que custeavam o hospital, destinaram-no aos cristãos enfermos da Terra Santa. Em 1099 Geraldo de Tom, ao tempo reitor da Ordem, separou os hospitalários dos religiosos de Santa Maria, formando uma Ordem distinta sob o nome de S. João Batista e adotando, na sua organização, a regra de Santo Agostinho, que em todo tempo seguiu.

Um breve do Papa Pascoal II confirmou-a em 1113 como Ordem Religiosa. Sucedeu-lhe Raimundo Despuig (ou Du Puy), eleito grão mestre em 1118, que organizou os Estatutos, aprovados dois anos depois por Calixto II. Despuig leva a organização à guerra contra os turcos, imprimindo-lhe assim o carater militar que ainda não tinha. Constava a Ordem, como as demais que por essa época se fundavam na Terra Santa, de três categorias: nobres, religiosos e serventes. Progrediu rapidamente, mas em 1187 são os cavaleiros de S. João obrigados a deixar Jerusalem, tomada pelos turcos, estabelecendo-se em Ptolomaida, na Fenícia, que tambem abandonam uma centena de anos mais tarde (1285), para se instalarem em S. João d’Acre. Alí estiveram pouco mais de um lustro, pois que, com a invasão total da Síria, tiveram ainda uma vez de procurar novo pouso.

Em Chipre, sob a proteção de Henrique II, de Lusignan, estabeleceram-se em Limassol, onde o rei lhes permitiu sede e fortificações. Alí não ficaram contudo por muito tempo. Aumentavam fabulosamente os recursos materiais da Ordem, encorajando os seus componentes a procurar ambiente mais amplo à guerra contra o Islam, que era do seu propósito continuar com redobrado esforço. Alem disso, Chipre “não convinha nem à Ordem nem ao Rei, que colocara junto de si um exército muito poderoso”. Era grão mestre por essa época João de Villers, que três anos mais tarde falecia, sendo sucedido por Guilherme de Villaret. Com esse grão mestre não cessou a preocupação de mudança, aparecendo-lhe a ilha de Rodes como o local mais indicado aos objetivos da Ordem. A sua posse era disputada pelos conquistadores turcos da Caramânia e tambem pelos dinastas gregos e italianos subordinados ao imperador de Bizãncio. Essa circunstância, para os Hospitalários, tornava-a presa mais facil e Villaret pos mãos à obra, inspecionando pessoalmente e em segredo a ilha, sua topografia, fortificações e mais condições para um ataque. Voltou a Limassol a fazer os preparativos, mas faleceu antes de poder realizar o seu intento.

Sucedido no grão mestrado por seu irmão Fulques, conseguiu este o apoio de Felipe, O Belo, e do Papa Clemente V, que o autorizou a uma Cruzada contra Rodes. Por outro lado, firmava o segundo Villaret uma aliança com o corsário genovês Vignolo de Vignoli, já estabelecido em feudos nas ilhas de Cos e Leros. E nos seus barcos se transportaram as tropas que durante quatro anos assediaram o território cobiçado, conquistando-o finalmente em 1310.

Características
Número de páginas 49
Edição 1 (2018)
Formato A4 (210x297)
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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