Corpoesia
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Artes, Corpo, Mente E Espírito, Poesia, Conceitual, Novo Pensamento
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Sinopse

Quando dei início à poesia-puta (em 2014, se não me engano), fui muito criticado — como já era de se esperar; mas a poesia-puta não veio à tona pra outra coisa a não ser putaria, boemia e culto ao corpo. mais precisamente, corpoesia: essa afirmação da necessidade do corpo (algo que parece-me meio helenista) e a veneração ao corpo-pão, que mata a fome de sexo e desejo, de carinho e afeto, de amizade e reciprocidade; tudo passa pelo corpo. Platão também era corpo, era libido, e vejo, nesta nova onda de poesia-puta, uma veneração ao corpo: a poiesis que está grafada em cada milímetro do corpo humano, em cada poro, cada pelo e em cada gota de suor. Corpoesia é a admiração e o reconhecimento do corpo através da veneração do sexo — e Freud não me deixa mentir. Meu único pedido aos leitores é simples: durante a leitura, libidinem à vontade!...

Características
Número de páginas 164
Edição 1 (2016)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 90g
Fale com o autor
Vinícius Siman

VINÍCIUS SIMAN é escritor, poeta, crítico literário, diretor de teatro e militante dos direitos humanos ipatinguense nascido em 1999.

Publicou seu primeiro livro em 2013: “Meus melhores escritos”. Desde então, lançou o ensaio “Poema em linha torta”, o livro de poemas “Rabiscos poéticos” e o aclamado romance em versos “A máquina do tempo”, ambos pela editora Fortaleza Editorial em 2015.

Em 2016, publicou pela editora Clube de Autores o livro “Corpoesia”.

No teatro, escreveu e dirigiu as peças “Lama-sal” e “Festa da Carne”, o monólogo “Prazer, Medeia” e foi diretor de texto e roteirista (junto de Flávia Frazão) do musical infantil “Leiloca Bruxoca”, inspirado no livro homônimo de Nena de Castro.

Em 2017, no aniversário de 53 anos de Ipatinga, recusou receber das mãos do então prefeito da cidade, Sebastião Quintão, o troféu de honra ao mérito artístico-cultural.

Lançou, em maio de 2018, no Salão do Livro Vale do Aço, “Águas vivas mortas”, livro de poemas escritos durante uma temporada na Bahia. Em agosto do mesmo ano foi homenageado com o Troféu Arco-Íris dos Direitos das Pessoas LGBTIs (iniciativa do MGS - Vale do Aço) pelo desempenho na luta dos direitos humanos em sua vida e obra.

Na Quarta-Feira de Cinzas de 2020, em 26 de fevereiro, publica, também pela Clube de Autores, o emblemático “Pra que me tragas um bouquet & uma cachaça & Erodisseia”.

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