CRATYLUS
DOS DIÁLOGOS DE PLATÃO
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Educação, Filosofia, Hermenêutica, Bem & Mal, Ética E Filosofia Moral, Metafísica
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Sinopse

O Cratylus sempre foi uma fonte de perplexidade para o aluno de Platão. Embora na fantasia e no humor, na perfeição do estilo e na originalidade metafísica, este diálogo possa ser classificado com o melhor dos escritos platônicos, houve uma incerteza sobre o motivo da peça, que os intérpretes até agora não conseguiram dissipar. Não precisamos supor que Platão usou palavras para ocultar seus pensamentos, ou que ele teria sido ininteligível para um contemporâneo educado. No Fedro e Euthydemus também encontramos uma dificuldade em determinar o objetivo preciso do autor. Platão escreveu sátiras em forma de diálogos, e seu significado, como o de outros escritores satíricos, muitas vezes dormiu no ouvido da posteridade. Duas causas podem ser atribuídas a esta obscuridade: 1º, a sutileza e alusividade desta espécie de composição; 2º, a dificuldade de reproduzir um estado de vida e literatura que já passou. Uma sátira é sem sentido, a menos que possamos nos colocar de volta entre as pessoas e pensamentos da época em que foi escrito. Teve sido preservado o tratado de Antisthenes sobre palavras, ou as especulações de Cratylus, ou algum outro Heracliteano do quarto século BC, sobre a natureza da linguagem; Ou se tivéssemos vivido na época e tivéssemos sido "suficientemente ricos para assistir ao curso de Prodicus de cinquenta dracmas", teríamos entendido melhor Platão, e muitos pontos que agora são atribuídos à extravagância do humor de Sócrates teriam sido encontrados , Como as alusões de Aristófanes nas Nuvens, ter ido para casa aos sofistas e gramáticos do dia.

Pois a era estava muito ocupada com a especulação filológica; E muitas perguntas começavam a ser feitas sobre a linguagem, que eram paralelas a outras questões sobre justiça, virtude, conhecimento e eram ilustradas de maneira semelhante pela analogia das artes. Havia correção nas palavras e elas eram dadas por natureza ou convenção? Na filosofia pré-socrática, a humanidade estava se esforçando para alcançar uma expressão de suas ideias, e agora começavam a se perguntar se a expressão não poderia ser distinguida da ideia? Eles também procuravam distinguir as partes do discurso e investigar a relação entre sujeito e predicado. A gramática e a lógica estavam se movendo em algum lugar nas profundezas da alma humana, mas ainda não tinham despertado para a consciência e não haviam encontrado nomes para si mesmos, nem termos para expressá-los.

Características
Número de páginas 169
Edição 1 (2017)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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