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Crítica da Razão Pura
Categorias
Filosofia, Referência, Movimentos, Ocidental, Ética E Filosofia Moral
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ebook
R$ 12,90
Disponível em:
epub
Valor total:
R$ 12,90
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Sinopse

A Crítica da Razão Pura (em alemão, Kritik der reinen Vernunft) é a principal obra de teoria do conhecimento do filósofo Immanuel Kant. A obra é considerada como um dos mais influentes trabalhos na história da filosofia, e dá início ao chamado idealismo alemão.

Neste livro Kant tenta responder a primeira das três questões fundamentais da filosofia: "Que podemos saber? Que devemos fazer? Que nos é lícito esperar?"

Ele distingue duas formas de saber:

O conhecimento empírico, que tem a ver com as percepções dos sentidos, isto é, conhecimentos posteriores à experiência.

E o conhecimento puro, aquele que não depende dos sentidos, independente da experiência, ou seja, a priori, universal, e necessário.

O conhecimento verdadeiro só é possível pela conjunção entre matéria, proveniente dos sentidos, e forma, que são as categorias do entendimento.

Kant esclarece a diferença fundamental entre os "juízos sintéticos" e "juízos analíticos", sendo o primeiro aquele que, através da junção de informações distintas chega a uma nova informação. O segundo refere-se a dividir um mesmo objeto em seus constituintes, de modo que suas partes se tornem mais claras, mas que nada mais surja, a não ser aquilo que previamente já estava contido no próprio objeto.

Kant afirma que os pensamentos filosóficos correntes se utilizavam de "juízos analíticos", andavam em círculos sobre algum conhecimento, reproduzindo-o com palavras diferentes e chegando às mesmas conclusões que já estava contidas no primeiro pensamento, sem produzir nenhum novo conhecimento sobre aquelas questões.

Chamou a atenção de Kant a possibilidade de juízos a priori na matemática e na física proporcionarem conhecimento novo, diferente dos sofismas filosóficos. Kant percebeu que estas duas ciências eram capazes de elaborar "juízos sintéticos" a priori, por tratarem justamente das leis que regem o conhecimento, dispensando, assim, qualquer experiência para validar seus achados. A partir daí Kant se pergunta se é possível realizar também juízos sintéticos a priori na metafísica, que estava enfraquecida pela obscuridão dos idealistas e praticamente destruída pela perspicácia dos empiristas.

Kant aceita a premissa de que todo conhecimento humano começa a partir da experiência, mas destaca que os empiristas, particularmente Locke, negligenciaram o papel da atividade do entendimento para a origem do conhecimento.

Características
Número de páginas 141
Edição 1 (2015)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
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