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Livro CUNHAGEM MEDIEVAL

Por: ADEILSON NOGUEIRA Denunciar

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Sinopse

A história da cunhagem medieval européia pode ser dividida em três categorias desiguais. Primeiro, o período pós-antigo, que testemunhou o deslocamento progressivo da tradição romana, baseado em moedas de ouro, prata e bronze; depois a revolução carolíngia, estabelecendo a supremacia da prata como metal monetário de referência e, finalmente, o período medieval posterior que, com o surgimento paralelo das cidades-estados mercantis do norte da Itália e dos Países Baixos e a emergência progressiva de maiores Estados como Inglaterra, França ou Castela levaram ao renascimento de um abundante sistema de cunhagem tridimensional, de complexidade inigualável, já que os padrões de peso e de ligas poderiam mudar de um local para outro.

Esse período compreende quase 40.000 moedas desde a queda do Império Romano até o final da cunhagem de martelo durante o curso do século XVII. O ponto de partida para as várias moedas pós-romanas é o momento em que um novo regime pode ser reconhecido na própria cunhagem. Assim, as séries ostrogodo e vândalo, que foram produzidas de acordo com os padrões romanos sem qualquer alteração perceptível no pessoal ou técnica, permanecem como parte da coleção romana, enquanto as moedas pseudoimperiais atribuídas aos visigodos, francos, suevos e lombardos são medievais.

A definição convencional é que as moedas atingidas por martelo são medievais, enquanto as moedas usinadas são consideradas modernas. Em termos gerais, isso significa que, em algum momento do século XVII, a cunhagem cai no campo do Moderno. No entanto, há muita variação de país para país e de casada da moeda para casa da moeda e, às vezes, dentro de uma única casa da moeda, algumas denominações foram marteladas ao mesmo tempo em que outras estavam sendo moídas.

A fascinante série de moedas medievais representa um período de aproximadamente mil anos em que as tribos celtas da Europa aprenderam a arte da civilização após o falecimento de seus grandes mestres greco-romanos e substituíram seu próprio politeísmo tribal pelo monoteísmo da Igreja de Roma.

As moedas medievais são geralmente consideradas moedas européias desde a queda de Roma em 476 d.C. até a época de três grandes eventos: a queda de Constantinopla em 1453, a invenção da impressão na Alemanha, 1454 ,ou a descoberta europeia do Novo Mundo, em 1492. Para nossos objetivos numismáticos, gostaríamos de estender isso ao deslocamento de moedas marteladas por cunhagem moída, que ocorreu na Grã-Bretanha por volta de 1662.

A cunhagem medieval tecnicamente pode abranger o período bizantino (491-1453), islâmico (Hegira de 622-1500) e indiano (500-1500), no entanto, vamos dar a estas séries seu próprio agrupamento distinto. Moedas sassânidas (226-637), pré-1500 cunhas indianas e outras pré-islâmicas são agrupadas como Antigas do oriente próximo.

Categorias: Moedas & Medalhas, Historiografia, Antigo, Geografia E Historia, Educação, Antiguidades E Colecionáveis
Palavras-chave: histÓria, moedas, numismÁtica

Características

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Número de páginas: 147

Edição: 1(2019)

Formato: A4 (210x297)

Tipo de papel: Offset 75g

Reconhecimento

Sobre o autor

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ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.


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