Dicionário Yorùbá - Português
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Sinopse

O idioma Yorùbá é cativante e apaixonante.

O desafio de estudar o idioma e colocá-lo em um livro foi aceito pela esperança de um dia poder ver os mais velhos falarem, entenderem e escreverem o idioma com uma maior igualdade e sem erros.

Este dicionário traz além de 28.538 palavras e verbetes, 149 frases de cumprimentos, saudações e etc., um pouco de história, curiosidades, explicações e comentários.

A idéia inicial era colocar em uma única obra um Dicionário Yorùbá - Português / Português - Yorùbá, porém, devido a grande quantidade de páginas não foi possível. Para os que se interessarem existe uma outra publicação Português - Yorùbá também de minha autoria.

Visite a nossa página www.aladei.com.br/dicionarios para ver as outras opções de dicionários em Yorùbá – Português e vice-versa.

’’Grande erro comete aquele que fala mas não sabe o que está dizendo.‘‘

Características
ISBN 978-65-000-8970-7
Número de páginas 625
Edição 1 (2020)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 90g
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Arnaldo Rodrigues Neto

Arnaldo Rodrigues Neto (Mukanza Màgbá Ayrà), casado há 29 anos, nascido no mês de janeiro de 1965 no Município de São Paulo - SP. Filho de Ayrà e militar R/1 do Exército Brasileiro.

Respeita todas as religiões e quando convidado não deixa de participar de eventos das mesmas. Teve como sua primeira religião o Catolicismo, porém nunca foi praticante da mesma, apenas batizado.

Começou a frequentar a Umbanda dos 4 até os 44 anos de idade.

No ano de 1998 esteve pela primeira vez em Salvador - BA para consultas com uma senhora que praticava um misto de Candomblé, Umbanda e Kardecismo.

No ano de 2011 foi convidado a se retirar do terreiro de Umbanda que frequentava por relatar fatos que o incomodavam a respeito de atitudes não condizentes com alguns médiuns e Entidades que frequentavam aquele terreiro.

Sentiu então que Orixá estava lhe apontando um caminho.

Passou então a visitar Casas de Candomblé no estado de São Paulo e realizando viagens frequentes ao estado da Bahia também para conhecer o Candomblé no seu berço, visitando várias cidades e Roças de diversas Nações, também para um melhor conhecimento do idioma Yorùbá e tomar ciência do seu destino religioso.

Teve a grata oportunidade de presenciar a igualdade nos cultos, conhecimentos e jogos divinatórios nos Candomblés da Bahia, desde a casa mais humilde até a mais famosa.

Fez várias consultas a diversos Bàbálorixás e Ìyálorixas para confirmar o seu Orixá, principalmente na Bahia, e o resultado era sempre o mesmo.

Esteve a poucos dias de ser iniciado na casa da Ìyálorixá Ambrosina, em Catu - BA, uma casa muito antiga, talvez uma das casas mais antigas de Candomblé do Brasil, porém mais uma vez os Orixás mostraram que lá não era o seu destino.

Em abril de 2013 entrou definitivamente para o Candomblé, na Ilê Axé Alá Deí, em Mata de São João - BA, que tem como Zeladores o Bàbálorixà Daniel de Oxalufãn e o Bàbálaxé Paulo de Ayrà, este primeiro o seu pai. Foi suspenso por Óxóssi no mesmo ano e confirmado em fevereiro de 2014, onde recebeu o cargo de Odjú Óba, após 1 ano de iniciação de sua esposa na mesma casa pelo Babálaxé Paulo de Ayrà, onde são completamente felizes e realizados na religião.

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