DITADURA
COMO ENFRENTAR
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Sinopse

Uma luta de libertação é um momento de fortalecimento da autoconfiança e reforço da coerência dos grupos combatentes internos. Entre 1879 e 1880, Charles Stewart Parnell professou:

“É inútil contar com o governo... Vocês só têm que confiar em sua própria determinação... Ajudem-se, apoiando-se um ao outro... fortaleçam aqueles que, entre vocês, são fracos... Unam-se, organizem-se... E vocês irão vencer!”

Hoje em dia, as condições da ditadura podem ser ainda piores do que no passado...

Anteriormente, povos poderiam tentar resistir. Protestos curtos ou demonstrações em massa podiam ocorrer. Às vezes, indivíduos ou pequenos grupos poderiam ter gestos corajosos bem insuficientes, afirmando certos princípios ou simplesmente sua desconfiança.

Não importa quão nobres sejam seus motivos, esses atos de resistência têm sido insuficientes para superar o medo e hábito de obediência, o que seria uma pré-condição necessária para derrubar a ditadura. Infelizmente, esses gestos provavelmente aumentaram o nível de sofrimento ante as possibilidades de vitória ou até de esperança.

Barreiras legais e constitucionais, decisões judiciais e opinião pública são geralmente ignoradas pelos ditadores. Em reação à brutalidade, tortura, desaparecimentos e assassinatos, muitas vezes concluiu-se, compreensivelmente, que apenas a violência pode derrubar uma ditadura.

Vítimas furiosas, por vezes, organizaram-se para lutar contra ditadores brutais recorrendo a quaisquer meios violentos ou mesmo militares. Essas pessoas têm muitas vezes espancado corajosamente, à custa de sofrimento e perda de vidas. Seus sucessos foram às vezes notáveis, mas raramente tiveram a liberdade.

Rebeliões violentas podem desencadear uma repressão brutal que muitas vezes deixa as pessoas mais desamparadas antes.

Qualquer que seja o valor da opção violenta, uma coisa é certa: colocando sua confiança nos meios violentos, escolhe-se o mesmo tipo de luta em que os opressores quase sempre têm superioridade. Ditadores estão equipados para aplicar violência intransponível. Enquanto os democratas resistirem, as duras realidades militares são inevitáveis. Ditadores quase sempre possuem superioridade em equipamentos militares, munições, meios de transporte e forças disponíveis. Apesar de sua bravura, os democratas quase nunca são oponentes à altura.

Características
Número de páginas 27
Edição 1 (2019)
Formato A4 (210x297)
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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