ESSÊNCIA DA IGREJA
O que o Senhor Jesus Espera da Sua Igreja
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Teologia, Doutrinas Bíblicas, Ciências da Religião
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Sinopse

VISÃO DA IGREJA, MISSÃO DA IGREJA E AS FUNÇÕES DA IGREJA

Para que seja extraída a ESSÊNCIA DA IGREJA, precisamos primeiramente entender qual a visão da Igreja, qual a missão da Igreja e quais as funções básicas da Igreja.

A Missão Precípua da Igreja é Glorificar a Deus e Fazer Sua Vontade. Para cumprir esta Missão, a Igreja precisa desenvolver, no mínimo, quatro funções básicas, quais sejam: KOINONIA, KERIGMA, DIDÁTICA E DIACONIA, que são: (ADORAÇÃO, PROCLAMAÇÃO, ENSINO E SERVIÇO).

A Koinonia ou Adoração é aquela função em que a Igreja estabelece uma relação com Deus através do louvor e da adoração total. É, por assim dizer, a vida da igreja. Ela vive o tempo todo louvando e adorando a Deus de forma ininterrupta. A igreja não apenas louva e engrandece o nome de Deus quando está reunida no templo, reunida nas casas, nos diversos locais de culto. Adoração, na verdade, é mais que uma função; é um estilo de vida. A igreja é conhecida através de sua adoração em comum; de onde vem a palavra grega KOINONIA, que quer dizer coisa que se faz em comum com outras pessoas. Há várias de maneiras de adorar a Deus através da igreja. Desde as mais complexas atividades de adoração e culto, ao mais calmo estilo de envolvimento com a presença de Deus em família e em oração.

O Kerigma ou Proclamação é uma função prática que expressa uma obediência ao que Jesus Cristo determinou na Grande Comissão. Em Mateus 28.18-20, Jesus ordenou que a igreja saísse dos seus termos para pregar a Santa Palavra. Hoje, em pleno século XXI, prega-se a Palavra de Deus através de mecanismos tecnotrônicos, através de gestuações mímicas, através de encenações dos conteúdos bíblicos e através dos louvores. A Mensagem central do Evangelho é esta: Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu Seu Filho Unigênito; para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3.16.

Outra função basilar da igreja é a Didática. Tudo que se ensina sobre a Bíblia, a Palavra de Deus, seja através dos estabelecimentos bíblicos (seminários, institutos, Escola Bíblica Dominical, ect), seja através dos louvores, das encenações referentes ao conteúdo da Bíblia ou dos personagens bíblicos. O Ensino (em outras palavras, a Didática) também está inserida na Grande Comissão sob a denominação: “Fazei Discípulos”. Nesse particular, discipular ou ensinar aos novos convertidos através deste processo simples e bem agradável, acaba por cooperar com as demais funções.

Por último, a Diaconia ou Serviço, pode ser entendida como socorro aos necessitados. Esta função da Igreja é exercida de várias formas. Há vários tipos de necessitados e várias maneiras de serem atendidos em suas necessidades básicas. A começar pelos “domésticos da fé”, como recomenda a Bíblia, a misericórdia exercida pela igreja ajuda a compor sua essência agradável perante o mundo. Não se entende uma igreja que não sinta compaixão das almas perdidas, mas que deixa estas almas famintas, sedentas, sem roupas e sem calçados nas sarjetas. O acolhimento destas pessoas por parte da igreja passa por um processo de estudo e treinamento do pessoal, envolvimento na fé e na vida daquelas pessoas e, com a dignidade em alta, a igreja apresenta-lhes a Mensagem do Evangelho da Graça de Cristo.

Como pode ser visto, as funções da igreja estão interligadas para que a Missão da Igreja seja cumprida. A missão da Igreja é um desafio. Esta é a melhor síntese eclesiológica que se pode verificar, a partir da Bíblia Sagrada.

E NÃO VOS CONFORMEIS COM ESTE MUNDO...

Romanos 12.2. “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. (ARC)

Falar à igreja é sempre uma honra para qualquer membro, mesmo que seja para transmitir a advertência bíblica sobre o perigo de tomarmos o mundo como modelo de nossas atuações e reações. Este texto é o complemento do verso primeiro, que fala de culto racional. A vida do cristão deve ser um culto constante, racional e completamente desvinculado dos modelos mundanos. Este requisito importante possui um prêmio: experimentar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

I – Por que não podemos tomar a forma do mundo?

a) Porque foi da escravidão do mundo que Jesus nos libertou. Na Segunda Carta de Paulo aos Coríntios, capítulo cinco, verso dezessete está escrito que as coisas que pertencem ao mundo ficaram para trás; e que as coisas que os salvos têm agora se fizeram novas. Isto é, foram substituídas por coisas espirituais. Voltar às coisas, às práticas mundanas é contrariar ao Senhor Jesus, que nos deu uma nova vida; um novo modelo de vida.

b) Para não nos tornarmos inimigos de Deus. 1 João 2.15,16. Jesus fala através do Evangelho de João, em seu capítulo quinze, verso catorze, que para sermos amigos dele precisamos fazer o que ele manda. Se fizermos o que Jesus manda, isto é: abandonar a velha atitude humana, a atitude mundana, a velha vida cheia de defeitos e coisas que agradam ao diabo, estaremos buscando uma inimizade com o Senhor Jesus.

c) Porque o mundo faz parte da tríade que movimenta as ações do pecado: a carne, o mundo e o Maligno. O pecado ataca a nossa carne, ou seja, ele age dentro de nós; o mundo está à nossa volta com todos os atrativos de engodo para nos fazer tropeçar; e o Maligno, nosso adversário, anda em derredor bramando como leão, buscando a quem possa tragar.

d) Finalmente, não podemos tomar a forma do mundo porque Jesus Cristo é o nosso único modelo. Em Efésios capítulo cinco, versículo um, há uma recomendação bíblica a imitar a Deus. Paulo, na Primeira Carta aos Coríntios em seu capítulo onze, versículo primeiro nos convida a imitá-lo, naquilo que ele (Paulo) imita a Cristo. Esse é o nosso modelo: Jesus.

II – Transformai-vos pela Renovação da Vossa mente

a) Este verbo é sinônimo de mudança contínua da nossa mente sempre para melhor. Renovamos a nossa mente adquirindo boas maneiras, boas conversações. Precisamos evitar as más conversações. Em Primeira Carta aos Coríntios capítulo quinze, verso trinta e três, a Palavra de Deus nos diz: “As más conversações corrompem os bons costumes”. Precisamos ter bons hábitos, como Daniel que orava três vezes ao dia. Renovação da mente é oração e meditação na Palavra.

b) Mente Renovada é aquela que se apresenta pronta para o uso do Espírito Santo. Para cada necessidade da alma, a mente providencia o lenitivo, o bálsamo, a solução. Mente ultrapassada, desgastada e sem recursos faz o corpo sofrer. É uma ação contínua, gradativa, em busca da perfeição.

c) Quando eu não permito que o Espírito Santo faça uma limpeza na minha mente, eu impeço que Ele construa em mim os sermões que eu preciso pregar, as palestras que eu preciso realizar, os estudos que eu preciso desenvolver. É em nossa mente que Deus insere as suas mensagens.

d) Nossa mente precisa ser transformada pelo Espírito Santo de Deus para receber com tranquilidade as advertências, as normas disciplinares, a prática da adoração e o refrigério da alma.

III – Para Experimentar a Vontade de Deus

a) Se eu tomar a forma do mundo não poderei compreender, aceitar e muito menos experimentar a vontade de Deus em minha vida.

b) O mundo gosta de outras coisas. As coisas que o mundo prefere contrariam a vontade de Deus. Tudo que o mundo oferece contribui para que nos afastemos de Deus. Isso impede a nossa santificação.

c) O salvo realiza obras magníficas para o engrandecimento da causa santa. Estas mesmas obras parecem loucuras aos olhos do mundo. O mundo pensa apenas em si mesmo; não pensa no próximo.

d) O homem do mundo vive para o mundo e para o mal. O Homem de Deus vive para Deus e para o bem do próximo. Em nenhum ponto o homem do mundo e o homem de Deus se unem. Em assunto nenhum eles acham concordância. Os seus destinos são muito distintos: o homem maligno caminha, a passos largos, para o inferno. O Homem de Deus, trabalha lado a lado com o Espírito Santo indo e ajudando outros a irem para os céus.

Quando cristão mergulha a sua vida na atividade evangelístico-missionária, tudo começa a fazer sentido em sua caminhada cristã. Ele olha com compaixão para as almas perdidas, ele estende a mão ao necessitado, ele orienta os que estão indo na direção contrária à vontade de Deus a encontrarem o caminho certo. Ele trabalha na seara santa para colher os frutos benditos do labor da semeadura da igreja. Ele cultiva o Fruto do Espírito, ama a obra e a comunhão, vive uma vida serena e aguarda com ansiedade a volta do Senhor Jesus.

Quando, porém, o crente desavisado é seduzido pelas artimanhas malignas (isto se manifesta quase sempre pela falta de conversão a Cristo), ele vai mudando de cor, vai mudando de gosto, vai mudando de hábitos, vai ficando da cor do mundo, vai concordando com os assédios mundanos, vai experimentando os prazeres mundanos e, quando menos se percebe, não há mais diferença entre este mau crente e o malfeitor. Dará muito mais trabalho para recuperar do que aquele que ainda não conhece Jesus Cristo. Por este motivo, ainda é muito válido este conselho da Palavra de Deus: NÃO TOMEIS A FORMA DO MUNDO. Que Deus nos abençoe.

Como se pode ver, a igreja precisa ser incontaminada, como veremos nas afirmações contidas na Primeira Carta de Pedro, capítulo cinco, versos vinte e cinco a vinte e sete. Falaremos sobre este texto mais tarde.

A IGREJA HOJE: REALIDADES OU DESAFIOS QUE ENVOLVERÃO A IGREJA LOCAL NA ATUALIDADE

A primeira realidade que envolverá a igreja local na realidade do Século XXI é o confronto com os compromissos a serem assumidos com Deus e com os segmentos da sociedade. Por esse motivo, são debatidos, entre outros assuntos de igual importância, as cinco janelas para a Igreja do Senhor Jesus Cristo no Terceiro Milênio. Estas cinco janelas serão discutidas exaustivamente pelos teólogos, eclesiólogos e sociólogos cristãos, na intenção de minimizar as situações que serão criadas ou inseridas no seio da igreja local e, sem qualquer sombra de dúvida, mudanças drásticas ocorrerão, tanto nas estruturas como nas ideologias subjacentes. Nem sempre assumimos a responsabilidade de provocar a necessidade de mudanças frente às carências da igreja uma vez que nos consideramos perfeccionistas em nossas ideologias. No entanto, sabemos perfeitamente que somente Deus sabe todas as coisas (Romanos 8. 26); e a Bíblia fala com respeito à Igreja instituída por Jesus Cristo, o Filho de Deus em Mateus 16.18 e referências.

Estas cinco janelas não representam a postura ou o posicionamento teológico de uma geração; não representa também uma visão a ser seguida ou desobedecida; não representa ainda uma igreja moderna inserida na igreja antiga, tradicionalizada, estereotipada, massacrada pelo tempo; muito pelo contrário, A IGREJA DO SÉCULO XXI é uma tendência natural do comportamento eclesiástico nos tempos modernos. Esta igreja será o resultado dos seus investimentos nos seus projetos. Se ela projetar para si o que o mundo objetiva; ela será uma igreja mundana. Se ela projetar para si o que a Palavra ensina, ela será fortalecida e ficará cada vez mais parecida com Cristo.

Finalmente estas cinco janelas poderão dar margem às ideias que colaborarão em muito para o crescimento da Igreja do Senhor Jesus; ou, quem sabe, se ela se descuidar, atrapalhará, também e muito, o avanço da obra, se estiver compromissada com os organismos dissociados da fé e do envolvimento com o Senhor Jesus Cristo. Foi Jesus quem a salvou, quem derramou seu sangue na Cruz do Calvário para salvá-la. (Confira em 1 Pedro 1.18 e 19): “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado”). Urge que as lideranças destas greis das mais variadas denominações evangélicas, compromissadas com o salvador de nossas almas abram com extremo cuidado as suas portas e as portas do seu coração para que a brisa suave do Espírito Santo penetre nos corações dos seres humanos. Vejamos este breve comentário sobre o assunto, cujos títulos foram extraídos de um documento oficial:

PREPARANDO AS MENTES DOS MEMBROS PARA COMPREENDER A IGREJA MODERNA

As mentes de nossos irmãos de hoje ou de tempos passados estão acostumadas a comportamentos condicionados a liturgias e hábitos já registrados nelas como perfeitamente aceitos: cantar, ler a Bíblia, orar, estudar na EBD, treinar na DCC e desenvolver os normais trâmites da igreja institucionalizada. Pensando nestas coisas, invade-nos uma pergunta: Qual ou quais os propósitos da Igreja do Senhor Jesus? Como nasceram estes propósitos? Como cumpri-los fielmente para que a Igreja seja considerada aprovada pelo seu soberano Senhor? Isso, porque cremos numa igreja com propósitos. Não cremos que uma igreja possa estabelecer seus propósitos e abandonar os propósitos do Senhor Jesus; ou que acredite que, sem a mente de Cristo possa descobrir e cumprir seus santos propósitos. A Igreja Orgânica, tendo Jesus Cristo como cabeça, orientador, guia, provedor e mestre, suportará as pressões e as crises; sairá vencedora, sem dúvidas. Para isso precisa preparar sua mente para compreender as mudanças que, certamente, ocorrerão nestes tempos chamados modernos. Muitas coisas virão e assustarão os radicais, os imaturos e os pouco afeitos à modernização.

Já se ouve falar de orações gravadas. Já estamos com cultos pela Internet, com a perfeita interação de irmãos dos quatro cantos do planeta, com o ministério pastoral feminino, com uma abertura estranha aos grupos marginalizados e com um apego à modernidade sem o interesse em dissociá-la dos mecanismos da ultramodernidade. Como tratar desse importante assunto face o comportamento da IGREJA LOCAL? Talvez pareça coisa distante, impossível, desnecessária, estranha para alguns. No entanto, precisamos pensar nelas e tomar uma posição séria para que estes instrumentos de Comunicação sejam úteis na disseminação da Palavra de Deus. A pergunta continua. Quais são os propósitos de Deus na vida da Igreja?

Os muitos problemas que a igreja local enfrenta e os muitos empecilhos que costuma criar com seus próprios modelos eclesiais, são, repetidas vezes, fruto de inovações ou improvisações desnecessárias. A Igreja foi instituída com uma simplicidade e uma particularidade inigualável. Jesus criou um modelo especial e foi melhorando-o, à medida que experiências foram sendo feitas. Apóstolos e profetas serviram para um momento; pastores e diáconos servem até hoje, para outros momentos; os pastores devem ocupar espaços especiais, porém, pastorais; muitos outros expoentes altamente necessários possuem seu lugar na Igreja Instituída. Tudo que difere deste modelo de Jesus Cristo é diabólico, monstruoso, macabro; abominável. Não podemos ser ladrões de propósitos; não podemos, com as desculpas de que estamos em outros tempos, tentar ocupar o lugar do Espírito Santo de Deus. Há coisas que devemos criar e fazer e coisas que compete a nós apenas obedecer. Acompanhemos a modernidade com firmeza e lealdade a Cristo, descritas com clareza em 1 Timóteo 3. 15. “Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade”. Há orientações sobre como devemos nos comportar como Igreja do Deus Vivo.

PLANEJAMENTO

O último aspecto que queremos destacar com respeito à Igreja contextualizada ou adequada ao Terceiro Milênio é o preparo de novos planos. Planejamento nunca é demais quando se trata da maior organização do mundo – a Igreja do Senhor Jesus Cristo. Deve-se planejar o nascimento, o crescimento, o alimento e a constante avaliação de sua vida eclesiástica. Vida Eclesiástica nem sempre está relacionada à Vida (ou aspecto) Espiritual. Há cuidados que a Igreja, como organismo divino-humano deve ter para a sua normal sobrevivência, como: marketing, Administração Eclesiástica, Reciclagem e Multiministério, coisas que devem estar presentes em cada uma das reuniões de Diretoria ou de Planejamento da Igreja local. E quando falamos em planejamento da Igreja local estamos falando de passos e avaliação destes para o crescimento da igreja e de suas organizações. Precisamos saber onde e como estamos agora; e onde e como estaremos no futuro. A igreja não deve seguir embalada pelo vento; principalmente vento de doutrina. Alguns ouvidos estão comichando, enfastiados da Palavra, mas o apóstolo Paulo já nos advertiu sobre isso. 2 Timóteo 4. 3 e 4. ”Porque virão tempos em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas”. Cremos que estes tempos chegaram e estas doutrinas chegaram até nós. Estamos enfrentando uma enxurrada de ensinamentos retirados de letras gospels, doutrinadoras, encaminhadoras de propósitos, superiores ao próprio conteúdo bíblico. Temos visto e ouvido com certa frequência preocupante orações em nome de outras pessoas e não em nome de Jesus. Temos visto uma crescente onda de ministrações que, aos poucos, vão substituindo os sermões bíblicos, falas desconexas, verdadeiras palrações, etc.

O PERFIL DO OBREIRO

O líder de uma igreja no ano 1001 era um herói. Hoje esse líder é um enigma. O pano ministerial é sempre o mesmo, mas as nódoas e os detergentes que estão sendo utilizados para limpar as imundícies eclesiásticas são muito diferentes. Apesar da figura utilizada ser um pouco incomum ao pastor ou ao líder de uma igreja, sabemos perfeitamente que a realidade é cruel, porém, verdadeira. Está difícil determinar quem é pastor numa oferta imensa de mercenários. Mercenários utilizam sabão de segunda categoria.

Há pastores e pastoras; bispos e episcopisas; líderes de catedrais e de paróquias evangélicas. Talvez seja por esse motivo que o perfil dos líderes da atualidade seja mais difícil de ser delineado. Para se definir padrão de pastor, define-se primeiro qual o padrão de igreja. A multiplicidade de tipo de igrejas impede uma definição do tipo de pastor na atualidade. Vamos tentar desvendar o emaranhado episcopal vigente. Vejamos:

* Pastor do Interior. O que se pensa deste pastor é o seguinte: Este obreiro ainda não acordou para a realidade que a modernidade determinou que ele execute em termos de ministério. Está vivendo dias passados, modelos passados e linguajar ultrapassado. Incluindo louvores do modelo passado e a antiga maneira de exposição da Bíblia. Não acompanha o tempo e a evolução da igreja. Será isso verdade? Será que o pastor do interior ainda é o mesmo? Será que o pastor do interior ainda está deslocado e ausente das mazelas das grandes cidades? Será que os problemas das grandes cidades ainda não chegaram ao interior? Será que o pastor do interior é menos preparado que o pastor da periferia ou das grandes metrópoles? Precisamos investigar mais.

* Pastor da Cidade. O que se pensa a respeito deste obreiro é o seguinte: Este obreiro é o contrário do campesino. A cidade grande impôs e ele aceitou a maneira nova de cultuar. Com esta nova maneira de cultuar vieram também os louvores da cidade e as coreografias da mídia; superposições litúrgicas e as modernidades. Está compromissado com a cidade e (dependendo do comportamento da cidade e do seu amadurecimento espiritual) também com a comunidade citadina. Seu traje, seu linguajar e seus trejeitos são de cidade (variando também com o tamanho e a localização da capital ou metrópole). Este obreiro realmente está retratado de forma completa, infelizmente. Há algumas coisas que não foram ainda descobertas a respeito do pastor citadino, entre elas, as facilidades e as variações cúlticas entre igreja e igreja que os pastores precisam se adaptar para permanecer no ministério. O pastor citadino é, quase sempre, refém do tipo de ministério imposto pela comunidade citadina. Ele tem sido mero espectador em termos de decisão e gerência. Um pastor pan0-de-fundo tem sido cada vez mais comum entre os colegas citadinos. As igrejas citadinas são divididas em vários grupos: amadurecidas e robustas, inchadas e descaracterizadas, em busca de afirmação, multifacetada em termos de administração, pequenas e fracas, médias e bem assistidas, envolvidas com os organismos denominacionais e outros tipos. Seus obreiros precisam se adaptar a cada um destes tipos ou momentos.

* Pastores de Catedral. Comumente chamados de reverendos, doutores e outros títulos como bispos e apóstolos, estes pastores são, às vezes, confundidos com a pessoa divina, tal a postura que arrostam para si. São os profetas determinantes das bênçãos de Deus naquele lugar e naquela hora. Há, entre eles, pouca hierarquia e muita demagogia; pouca simpatia e muita encenação. Qualquer um pode se envolver emocionalmente com suas expressões altamente emotivas e carismáticas. Raríssimos casos são exceção. Louvamos a Deus por estas raríssimas exceções. Usam, também, indumentárias especiais: togas, mitras e vestes diferenciadas. Estão sempre na frente das câmeras de televisão, nos sites da Internet, nas Home Pages, nas redes sociais e na boca do povo.

Têm boa aparência e são jovens. Suas igrejas são geralmente associações de templos e polos sob uma denominação de IGREJA TAL, sem caracterizar-se como locais. São o que comumente chamamos de MODELO ASSOCIACIONAL DE IGREJAS, onde há um templo maior conhecido como MATRIZ e outros menores conhecidos como FILIAIS. Temos em nossas capitais várias igrejas deste tipo e agindo dessa forma, mesmo entre as igrejas batistas tradicionais. As igrejas que adotaram a regulamentação deste modelo desde o seu estabelecimento não se regem pelo modelo CONGREGACIONAL como a IGREJA BATISTA. Seus obreiros são responsáveis por todo o grupo.

* Pastor Tradicional. É aquele obreiro insistente na experiência do passado, mesmo que seja experiência entendida como constante na Bíblia Sagrada, nos modelos bíblicos do Velho Testamento, nos modelos tradicionais antigos, nos apóstolos, nos envolvimentos mais bíblicos e litúrgicos que carismáticos. Há pastores tradicionistas e tradicionais. Os obreiros tradicionistas são os que substituem a tradição bíblica pela tradição humana, legalista e fria. Os obreiros tradicionais são aqueles que mergulham suas linhas eclesiais na Palavra de Deus (sempre moderna) e nos ensinos tradicionais neotestamentários. São as igrejas locais que, junto a outras igrejas locais, formam um corpo convencional, mas que se respeitam em suas decisões e autonomias. São aquelas que entendem que hierarquização fere o princípio da democracia cristã, resguardados os direitos da cooperação mútua e do diálogo necessário.

* Pastor Renovado. É aquele obreiro avançado nas técnicas e nas inovações litúrgicas e coreográficas; carismático sempre, buscando uma renovação coletiva. Não está muito satisfeito com suas posições nas camadas sociais e nas estatísticas. Entre os pastores renovados há um grupo que está renovado sozinho, querendo arrastar a igreja consigo para a sua renovação. Há outro grupo e, que acredito ser mais numeroso, que está se renovando juntamente com sua igreja a cada dia. Em ambos os casos não vemos respaldo bíblico para estas renovações coletivas (a não ser na descida do Espírito Santo no Dia de Pentecostes). O pastor e todos os demais irmãos devem renovar suas mentes Romanos 12.2. e incentivar a igreja a um reavivamento intenso; a uma busca no alto. Ele não se renova sozinho; não renova a sua igreja, sozinho; a novidade está em Jesus Cristo.

* Pastores Infiéis. Também chamados pastores do demônio, estes falsos obreiros (verdadeiros mercenários) têm grassado nossas lides eclesiásticas e destruído muito do nosso trabalho cristão. Pregam os cristãos nas paredes de suas sinagogas, quando deveriam estar pregando o Evangelho da Graça de Cristo. Não sabemos como têm aparecido tantos destes obreiros em tão pouco tempo. São uma praga no meio dos pastores evangélicos. Estão dando muito trabalho, mas o discernimento espiritual dado por Deus a alguns obreiros e a algumas igrejas tem identificado estes falsos profetas. Temos orado para que se convertam ao verdadeiro evangelho para que apressemos a volta do Senhor Jesus Cristo.

* Pastores Fiéis. Precisamos parar de falar de tipos de pastores, por isso, esperamos que este seja o tipo que continue a obra do Senhor Jesus Cristo. O PASTOR FIEL ou PASTOR IDEAL. É fácil de ser identificado. Sua palavra é “Sim, sim: e não, não”. Sua localização é a mesma, seja ela numa catedral ou numa choupana. Sua pregação é eloquente tanto para o indivíduo roceiro, como para as massas citadinas nos grandes estádios. Suas experiências provêm da Palavra de Deus e da vivência diária. Sua família é aquela respaldada no Salmo 128 e em 1 Pedro 5.4. Seus filhos e suas ovelhas são a Herança do Senhor. Sua igreja é um jardim no meio da comunidade; um pomar no meio do país; um bálsamo para as feridas provocadas pelo pecado. Não se pergunta por ele. Olha para a esquerda, para a direita, à frente ou atrás, lá ele está. Parece que se multiplica a cada instante (seja ele de tempo integral ou parcial). O Pastor Fiel é uma bênção desde o dia em que nasce como pastor até ao dia em que é entregue nos braços de Deus.

LIDERANÇA EFETIVA

* Liderança proativa. É aquela que estabelece uma estreita relação entre os que programam, planejam, controlam e os que executam as ações eclesiásticas. É urgente desenvolvermos um tipo de liderança que seja dirigida para todos. Uns querem ser dirigidos de uma maneira; outros, de outra forma completamente diferente. Há aqueles que são envolvidos e há os que são envolventes. Há necessidade de ambos dentro do contexto eclesiástico. Uma liderança proativa é aquela que promove dinamismo e vigor à ação eclesiástica. A igreja precisa estar em franco desenvolvimento e, somente com este tipo de liderança poderá sobreviver harmoniosamente.

* Liderança Descentralizada. É aquela que desvincula do líder, dirigente ou presidente a força motriz da igreja. Departamentaliza as ações e relações, de acordo com a capacidade dos auxiliares. O líder da igreja é o pastor. Jamais poderemos tirar isso da mente de nossas ovelhas. Por outro lado, jamais poderemos realizar todas as tarefas sozinhos, por mais capazes que sejamos. Por vezes acreditamos estar corretos quando nos aplicamos a toda tarefa eclesiástica, crendo, talvez, que os que estão à nossa volta sejam incapazes de realizar algumas delas (ou qualquer delas, dependendo da formação e aptidão dele ou dela). Ledo engano. Não somos infalíveis; não somos insubstituíveis, nem auto capazes ou autossuficientes para abarcarmos toda atividade, sem desfalecermos ou fracassarmos nas realizações. Toda capacidade vem de Deus.

* Liderança Orientada por Processos e Resultados e não por Atribuições. É aquela centrada no plano da eficiência e não no da eficácia. Por outro lado, desenvolver uma liderança vinculada às atribuições deste ou daquele líder é perigoso e, por vezes, pernicioso. Centrar as atividades neste ou naquele líder já representa um grave erro. Centrar a vida eclesiástica num determinado líder pela natureza de suas atribuições, sacrificará a compreensão do grau de importância das atividades dos demais líderes. Por mais que pareça insignificante a atribuição, com certeza foi necessária a sua inserção no planejamento eclesiástico; sendo, por isso, necessário rever esta posição; aguardar os resultados; reavaliar.

O melhor caminho será, sem dúvida, traçar objetivos e planejar a liderança a partir de Processos e Resultados. Os processos dão origem aos resultados. A liderança que observa cada processo, através de metodologias adequadas, observando as etapas do processo e a natureza do método aplicado a cada uma das tarefas empreendidas ou dos programas elaborados auferem bons resultados. Bons resultados solicitam a permanência no processo, ainda que sejam trocadas ou ampliadas as possibilidades, através de metodologias mais avançadas. Necessita-se de muita sabedoria na escolha de líderes de visão. Recicláveis e flexíveis; aprendizes e mestres ao mesmo tempo.

MOBILIZAÇÃO DOS LEIGOS

Ministério Orientado e Ministério Colegiado. Recebe o nome de ministério orientado o corpo de ministérios auxiliares da igreja; incluindo o Ministério Diaconal, que deverá ser tratado à parte, por suas particularidades. Diz-se orientado porque não formam um grupo e sim uma reunião de ministérios agrupados para servir á igreja, sob a orientação de um pastor. Embora os diáconos sejam incorporados ao grupo dos ministérios auxiliares (e o são), constitui-se numa fração de particular posicionamento dentro do corpo eclesiástico. São leigos que servem diretamente ao pastor; à igreja e à comunidade; num todo e individualmente. As suas funções, entretanto, são voltadas para um exercício específico por serem serviçais do Reino na Igreja Local. Quanto aos outros ministérios eclesiásticos, requer-se limites e organização; ordem e prudência; ética e trabalho; respeito ao pastor titular e aos outros líderes. A prioridade está centrada sempre na ministração da Palavra. Ainda que não cerceada na vida dos leigos e dos ministros auxiliares.

Diz-se Ministério Colegiado o conjunto de pastores que formam um grupo colegiado de ministros que age colegiadamente dentro do contexto eclesiástico, dentro dos limites e possibilidades de cada um, também sob a direção do titular do ministério eclesiástico. O pastor titular deve ser apenas um, ainda que a titularidade de toda a grei possa ser variável, de acordo com a visão da igreja, do conjunto ou do titular. O título pode ser do obreiro principal ou do conjunto organizado e dirigido por ele. É nobre e inteligente por parte de um titular a descentralização da administração eclesiástica, do planejamento e até mesmo do programa de sermões. O que não se pode perder de vista é a ordem necessária e a disciplina, que cabe sempre à igreja exercer. Há vários tipos de COLEGIADOS MINISTERIAIS e existe também uma novidade chamada: Pastor Executivo, uma novidade no campo eclesiástico. Ele apenas administra a grei.

Ministério Baseado nos Dons. Isto significa que deve ser feita uma pesquisa sobre os dons, as vocações, as aptidões de cada membro da comunidade eclesial e, se possível, registrar estes dados estatísticos para sua utilização prática. A predisposição do obreiro, as disponibilidades para o Reino de Deus e as possibilidades da igreja ditarão as bases de atuação dos leigos na obra. Talvez não seja tão fácil rever e atualizar um ministério, no auge de sua representação. Tendo começado sozinho; às vezes recebendo de outro obreiro aquela igreja fragmentada, desmotivada, o obreiro titular, agora com as rédeas espirituais nas mãos, sabendo exatamente como dirigir este rebanho, agora dócil e ordeiro; experiente e substancioso – não será fácil pensar em dons e capacitações. Imagina este obreiro que esta é, agora, uma igreja madura, preparada para todo embate que vier. Pode estar enganado. A vida é uma escola. Na escola da vida não há férias.

Atenção aos Vocacionados. O grupo que merece mais atenção por parte da igreja Pós-Moderna é constituído de vocacionados. Seja vocacionado para Ministério da Palavra, Música, Missões, Discipulado, Diaconato, Educação Cristã ou outro qualquer ministério, deve a igreja e o pastor envidarem todos os esforços para confirmação ou não desta vocação. Merece, por parte do pastor e do Departamento de Planejamento da Igreja, uma atenção toda especial; acompanhamento, encaminhamento, sustento, encorajamento e intercessão. O vocacionado é, também, alvo de muita ajuda por parte dos outros membros da comunidade de fé. Toda a igreja deve acompanhar a vida do vocacionado, nos seus mais variados momentos. Sua vocação acompanhará os passos da igreja, como uma sombra. A igreja é a casa de envolvimento do vocacionado. É lá que deverá encontrar apoio em todos os sentidos. É lá que deve se revestir da graça. É lá que deve preencher o vazio de atividades que invade seu coração. Aparentemente, isso não representa nada para o não vocacionado; mas, para o vocacionado, é quase tudo. Sua vocação se completará, na medida em que se sentir apoiado em suas decisões; em que campo atuar; como Deus irá usá-lo. Tudo isso pode ocorrer ali, na igreja.

CONTEXTUALIZAÇÃO

*Contextualização à Luz dos Princípios Bíblicos. É uma visão ao mesmo tempo crítica e relevante. Deve-se reconhecer o momento, as mudanças bruscas, a velocidade da informação, a maxmídia e todo este aparato de situações ou indagações, frente aos inúmeros apelos sugeridos ou oferecidos pela cultura brasileira; mesclada, atualmente, mascarada e multifacetada. Os Princípios Bíblicos devem nortear líderes e liderados na busca de uma forma de correrem juntos com o tempo e não contra ele. O tempo não para. O líder, a igreja, este ou aquele indivíduo, podem estar parados no tempo. Isso poderá atrapalhar substancialmente o crescimento e o desenvolvimento da igreja do século XXI. Contextualizar não quer dizer transformar a igreja num modelo mundano; não significa, também, inovar para embelezar o evangelho, criando uma igreja fácil, mascarada e compromissada com o mundo. Contextualizar é colocar a igreja dentro da esfera da atualidade nacional e mundial em termos gerais e não mundanos.

A Bíblia é clara no que diz respeito à igreja e sua santificação. A igreja é santa (ou deve ser santa), como determina Efésios 5.27b. Santa e irrepreensível. Anteriormente, os versículos 25 e 26 falam de pureza; falam de uma igreja sem mácula e sem rugas; em outras palavras, compromissada com Jesus Cristo, o Senhor da Igreja; Aquele que se entregou por ela. Acompanhar a evolução das coisas é uma necessidade da igreja.

*Postura Normativa. A sociedade, cada vez mais exigente e aculturada, sugere liberdade total. Uma liberdade muito próxima da libertinagem: Faço, mas não quero que me mandem. Não aceito critérios ou limites. Quero sair; ir a algum lugar; não sei onde; não sei com quem; não sei a finalidade; mas, quero sair. Quero ser bem-sucedido; não importa como; não importa o que devo fazer para realizar-me; mesmo que me exponham ao ridículo; o que importa é que serei ou estarei realizado socialmente. Se algo der errado, o culpado não sou eu. A igreja, com alto potencial normativo, encontrará dificuldades em equilibrar posturas da sociedade e suas concepções bíblicas, sua realidade cruel, esmagadora, (imoral às vezes) incompatível com os preceitos do Mestre. As normas da igreja não mudaram; ainda que algumas destas igrejas estejam descuidadas desse particular importante.

Normas e regras facilitam a disciplina. A disciplina facilita a ordem. A ordem impulsiona o progresso. O progresso permite a vitória. A vitória propicia a realização. (Nota do Autor

Características
Número de páginas 366
Edição 1 (2018)
Formato A5 (148x210)
Tipo de papel Offset 75g
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Pastor Tiago dos Santos Esteves

Pastor Tiago dos Santos Esteves nascido no dia 8 de agosto de 1954, na Cidade de Cachoeiro do Itapemirim, Estado do Espírito Santo é o 5º dos nove filhos do casal Antonio dos Santos Esteves e da irmã Dorelina Pereira Esteves (ambos falecidos).

Nascido em lar cristão, manifestou sua fé em Cristo aos 7 anos de idade numa Escola Bíblica de Férias; e foi batizado em 6 de junho de 1963, pelo Pastor Acedino Vieira na Primeira Igreja Batista de Piranema (usando o batistério da Igreja Batista Central de Santa Cruz, num domingo, às 4 horas da tarde). Desde então vem servindo a Cristo.

Enviado ao Seminário Batista do Sul do Brasil pela Primeira Igreja Batista Vila Ieda, através do Pastor Sebastião Pereira de Barros (in memoriam), em 1991, formou-se como Bacharel em Teologia, com especialização em Educação Religiosa Cristã e Missões em 1997. Possui também noções avançadas em música sacra: Letra, Partitura e Arranjos.

Consagrado ao Santo Ministério da Palavra no dia 27 de novembro de 1999, na Primeira Igreja Batista do Núcleo Residencial Campinho I, pelo Pastor Auresvaldir Larrúbia da Silva, vem servindo a Deus nas igrejas batistas de nossa região, de acordo com as oportunidades surgidas.

Convocado pela Junta de Missões Nacionais em 1991, juntamente com sua esposa Osvaldina da Costa Esteves, continua à disposição daquela entidade batista.

Serviu como membro e teve diversos cargos nas seguintes igrejas (por força de mobilização de seus pais (quando solteiro) e de seus encargos e afazeres seculares): Primeira Igreja Batista Piranema, Igreja Batista Boa Esperança, PIB de Cabo Frio, PIB de Paraty, PIB do Tingui, PIB de Pedra de Guaratiba, PIB de Vila Ieda, Igreja Batista do Centenário no Jardim Bela Vista, Terceira Igreja Batista em Santa Margarida, PIB de Nova Cidade, PIB do Núcleo Residencial Campinho I e Igreja Batista Central de Inhoaíba.

Ocupou diversos cargos nestas igrejas, na Associação de Igrejas Batistas do Oeste Carioca, na Associação Real de Igrejas Batistas, na Convenção Batista Carioca e na Convenção Batista Brasileira. Escreveu diversos artigos para as nossas revistas e periódicos de nossa Denominação Batista; foi Coordenador Nacional do Grupo de Ação Missionaria da UMHBB, Redator das revistas: Homem Batista, O Embaixador e Comunicação Missionária (hoje, O Gamista).

É Licenciado em Letras, com habilitação em Técnicas de Redação, Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Literaturas Portuguesa, Brasileira e Inglesa. Licenciado e especializado em Pedagogia, com habilitação em Administração Escolar. É Bacharel em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, com Monografia-Tese em Educação Cristã para a Igreja Local. Foi professor em vários colégios de 1o. e 2o. graus e dirigiu três destes colégios por um bom período de tempo. Lecionou no Seminário Teológico Batista Carioca as disciplinas: Eclesiologia Geral e Monografia de Bacharelato.

Recentemente foi Primeiro Secretário da Associação de Igrejas Batistas do Oeste Carioca, Gestor Adjunto da Associação Real de Igrejas Batistas, Líder, Conselheiro e Consultor de Diáconos Batistas, Primeiro Secretário da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil – SubSeção Oeste Carioca, Terceiro Secretário da Convenção Batista Carioca, Membro da Comissão Local de Recepção da 85a Assembleia da CBB e Diretor do Departamento de Arte e Cultura da Ordem dos Pastores Batista do Brasil – Seção Carioca. Hoje é Primeiro Secretário da Associação Real de Igrejas Batistas e Consultor de Diáconos da Associação de Diáconos da Associação REAL.

Assumiu interinamente no dia 21 de dezembro de 2003 e a partir de 31 de março de 2004 o pastorado efetivo da Igreja Batista Vila Paciência, que a partir de 26 de março de 2006, passou a se chamar Primeiro Igreja Batista da Rua São Gomário de Vila Paciência.

Atualmente integra o Corpo Ministerial da Igreja Batista Central em Inhoaíba, liderada pelo pastor José Ademir Ferreira Matos. Fone (21) 3905-1644 e (21)3377-5334.

Consultor de Diáconos, pedagogo, pastor, poeta e crítico.

Licenciado em LETRAS e em 1987, em PEDAGOGIA em 1990 pela FFCG/FEUC e Bacharel em Teologia pelo STBSB em 1997. Professor e Pastor Evangélico Batista. Fone. (21) 3377-5334. Cel. 21) 99598-0736.

Nome do link: [email protected]

Nome do link: pastortiagoestevess.com.br

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