GÓRGIAS
DOS DIÁLOGOS DE PLATÃO
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Ciência Política, Educação, Filosofia, Democracia, Ética E Filosofia Moral, Metafísica
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Sinopse

Em vários diálogos de Platão, surgiram dúvidas entre seus intérpretes quanto a qual dos vários assuntos discutidos neles é a tese principal. Os oradores têm a liberdade de conversar; nenhuma regra severa da arte os restringe, e às vezes somos inclinados a pensar, como um dos dramatis personae no Theaetetus, que as digressões têm o interesse maior. No entanto, nos mais irregulares dos diálogos há também um certo crescimento natural ou unidade; o começo não é esquecido no final, e numerosas alusões e referências são intercaladas, que formam os elos de conexão soltos do todo.

Não devemos negligenciar esta unidade, mas tampouco devemos tentar limitar o diálogo platônico sobre o leito de Procusto de uma única ideia.

Duas tendências parecem ter assediado os intérpretes de Platão nesta matéria. Primeiro, eles se esforçaram para pendurar os diálogos um sobre o outro pelos fios mais ligeiros; e foram assim levados a asserções opostas e contraditórias respeitando sua ordem e sequência. O manto de Schleiermacher desceu sobre seus sucessores, que aplicaram seu método com os mais diversos resultados.

O valor e o uso do método não foram examinados por ele ou por eles. Em segundo lugar, alargaram quase indefinidamente o âmbito de cada diálogo separado. Assim pensam que escaparam de todas as dificuldades, não vendo que o que ganharam em generalidade perderam na verdade e na distinção. As concepções metafísicas passam facilmente uma na outra; e as noções mais simples da antiguidade, que só podemos realizar por meio de um esforço, misturam-se imperceptivelmente com as teorias mais familiares dos filósofos modernos. Um olho para a proporção é necessário (sua própria arte de medir) no estudo de Platão, bem como de outros grandes artistas. Dificilmente podemos admitir que a antítese moral do bem e do prazer, ou a antítese intelectual do conhecimento e da opinião, do ser e da aparência, nunca estão longe em uma discussão platônica. Mas, como eles estão no fundo, não devemos colocá-los em primeiro plano, ou esperá-los discernir igualmente em todos os diálogos.

Pode haver alguma vantagem em extrair um pouco os contornos principais do edifício; mas o uso deste é limitado, e pode ser facilmente exagerado. Podemos dar a Platão muito sistema, e alterar a forma natural e a conexão de seus pensamentos. Sob a ideia de que seus diálogos são obras terminadas de arte, podemos encontrar uma razão para tudo, e perder a mais alta característica da arte, que é a simplicidade.

A maioria das grandes obras recebe uma nova luz de uma mente nova e original. Mas se essas novas luzes são verdadeiras ou apenas sugestivas, dependerá de seu acordo com o espírito de Platão, e da quantidade de evidências diretas que podem ser instadas a apoiá-las.

Como o Fedro, o Górgias tem intrigado os estudantes de Platão pela aparência de dois ou mais assuntos. Sob a cobertura da retórica são introduzidos temas mais elevados. O argumento se expande em uma visão geral do bem e mal do homem. Depois de fazer uma tentativa ineficaz para obter uma definição sólida da arte de Górgias, Sócrates assume a existência de uma arte universal de lisonja ou simulação que tem vários ramos: - este é o gênero do qual a retórica é apenas uma, e não a espécie mais alta.

Características
Número de páginas 198
Edição 1 (2017)
Formato A4 (210x297)
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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