HISTÓRIA DA PROSTITUIÇÃO
E CORTESÃS FAMOSAS
Categorias
Mulheres, Histórico, Civilização, Geografia E Historia, Família E Relacionamentos, Biografia
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Sinopse

Os continentes estão repletos de ruínas de nações mortas e civilizações. Em todas elas houve prostituição.

A morte não é uma necessidade inevitável e bem-vinda para uma nação como ela é para o indivíduo. Sua força e floração podem ser indefinidamente prolongadas se as pessoas forem sábias apenas o suficiente para evitar a causa da decadência.

A relação sexual é uma necessidade imperiosa, implantada em nossa natureza, por cuja gratificação o homem enfrentará qualquer perigo, por maior que seja, arriscando sua saúde e até a própria vida. Seja descendente do macaco, ou seja criado à imagem de seu Criador, ele ainda é um animal, muitas vezes mais selvagem do que a besta mais selvagem da floresta.

A prostituição é descrita como “a oferta por uma mulher de seu corpo para relações sexuais indiscriminadas com homens, que o alugam.”

Esta forma de troca, sem dúvida, existiu em todas as idades da civilização, e em todos os países onde a mulher foi livre para fazer uma barganha por ela mesma. Apenas as mulheres livres podem se prostituir.

Um relato impressionante é dado em Gênesis 38, onde Tamar, que era nora de Judá, fez um trato com seu sogro, no qual ela disse ter “interpretado a prostituta”, indicando assim que a prática da prostituição pela venda real da pessoa por uma contrapartida era comum naquele tempo; e a descrição de uma "mulher estranha, com o traje de uma prostituta”, dada em Provérbios 7, é uma indicação adicional de que a prostituição continuou a existir através dos períodos da história do Antigo Testamento; e a história das nações, em sua queda, mostra que este mal foi perpetuado através das eras.

A prostituição envolve a liberdade de uma mulher fazer um contrato do seu corpo por um preço. Mas as condições frequentemente mudavam em várias idades e em diferentes formas, nas quais esta transação comercial foi associada à opressão e escravidão, negando à mulher qualquer controle, ou barganha.

Características
Número de páginas 270
Edição 2 (2020)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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