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Livro IMPÉRIO JAGUELÔNICO

Por: ADEILSON NOGUEIRA Denunciar

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Sinopse

Os reinos Jaguelônicos poderiam ter agido como um bloco dinástico em suas relações externas, especialmente com os otomanos no ano de 1526, concentrando-se amplamente nos antecedentes de 1523-1525. Havia alguma chance de uma possível cooperação entre a Polônia e a Hungria no que se refere à sua relação com os turcos, antes da paz assinada pelo rei Sigismundo, o Velho, com o sultão Suleiman, em novembro de 1525, ou, mesmo depois, nos primeiros meses do ano trágico que antecedeu o campo de batalha de Mohács, em 29 de agosto de 1526.

Descrever as condições que resultaram na Polônia de concluir um tratado com os otomanos em 1525, introduziria as políticas militares e políticas bem como a situação que os Jaguelônicos enfrentariam do lado da Moldávia, os tártaros e a Ordem Teutônica. O rei Sigismundo precisava proteger sua fronteira leste-sudeste, que eram contínua e sistematicamente ameaçada pela instigação turca, enquanto Suleiman insistia em destacar o parente jagueloniano do rei Luís II antes de iniciar uma grande campanha contra a Hungria.

Uma das principais questões é como a diplomacia húngara tratou a consolidação da paz na Polônia nos meses anteriores ao tratado de novembro de 1525, ou posteriormente, em um exame das tentativas húngaras em direção a Sigismundo para envolver o Reino da Hungria na paz otomana. Interessa saber se o governo de Louis viu alguma chance de reconciliação com os turcos.

Ao pesquisar a diplomacia jaguelônica, particularmente das coroas da Hungria-Boêmia e Polônia-Lituânia entre os anos 1490 e meados da década de 1520, enfrentamos uma dicotomia sempre presente de abordagens, isto é, se os monarcas estavam agindo como um verdadeiro bloco dinástico, ou se eles, em meio a conflitos fraternos, não tiveram chance para qualquer tipo de ação concentrada, mas eles constituíam apenas um conglomerado de coroas. As questões parecem ser sempre as mesmas: poderiam os governantes Vladislaus II da Hungria, seu filho Louis II, e Alexandre I e Sigismundo I da Polônia ter feito um acordo familiar, face a uma política externa dinástica comum, de interesses mútuos e ajuda conjunta.

Categorias: Ricos E Famosos, Realeza, Medieval, Geografia E Historia, Educação, Biografia
Palavras-chave: biografias, jaguelônios, realeza

Características

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Número de páginas: 33

Edição: 1(2019)

Formato: A4 (210x297)

Tipo de papel: Offset 75g

Reconhecimento

Sobre o autor

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ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.


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