JIHAD
GUERRA SANTA?
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Educação, Geografia E Historia, Não Ficção, Antigo, Civilização, Middle East
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Sinopse

Ostensivelmente eles afirmam estar seguindo o Alcorão e os ensinamentos do Profeta, mas seu método equivale a uma escolha de fontes de estudo para chegarem a uma conclusão que foi decidida de antemão. É enganoso apresentar Bin Laden, e outros como ele, enquanto homens mergulhados em sua tradição religiosa levam os ensinamentos do Islã às suas conclusões lógicas. Para falar sobre "madrasahs", que é simplesmente a palavra "escola", é importante notar que os terroristas que afirmam lutar em nome do Islã hoje são quase inteiramente educados em medicina, engenharia, matemática, informática, etc ... É impressionante como os não-graduados da madrasah reconhecem-se como islâmicos e estão entre as fileiras dos terroristas.

Não é difícil entender: Qualquer pessoa que esteja exposta à lei tradicional estabelecida nunca poderá, com honestidade e boa consciência, concluir que os não-combatentes são alvos legítimos ou que outros muçulmanos se tornam incrédulos por simples desacordo com uma certa interpretação do Islã. Na verdade, estar imerso na tradição da lei islâmica é a melhor inoculação contra o uso ilegal da força. O islamismo tradicional não reconheceu e não reconhecerá o engenheiro civil (Bin Laden) ou um médico (Ayman al-Zawahiri) como competentes para decidir as regras do combate. Aqueles que os seguem fazem por outros motivos, ou são muito enganados quanto à ortodoxia de seus líderes. Destruídos por preceitos, seja por ignorância ou desautorização, essas iniciações rebeldes são livres para perseguir seus objetivos não restritos pela moralidade ou pela justiça. Este é o triste legado do modernismo e do literalismo puritano: ao buscar a reforma do Islã, eles "jogam o bebê com a água do banho", perdendo os controles naturais contra a agressão e a injustiça no processo de divulgação dos aspectos da tradição que eles acham inútil para seus projetos. Embora não advindo tais abusos, os modistas e os literalistas puritanos deixam a porta aberta à violação dos direitos humanos básicos nas mãos dos takfiris e dos fundamentalistas seculares. O modernismo não criou Hitler, mas eliminou as barreiras, religiosas e culturais, o que tornaria impossível a sua ascensão. O literalismo puritano não criou Bin Laden, mas enfraqueceu o sistema imunológico, por assim dizer, da sociedade islâmica, deixando alguns dentro dele suscetíveis ao contágio. Ao marginalizar o islã tradicional, dominante, não se limpa o veneno. Como com qualquer religião ou sistema de lei, quando se trata da guerra islâmica há o ágape entre o ideal e sua aplicação no mundo.

Características
Número de páginas 67
Edição 1 (2017)
Formato A4 (210x297)
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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