SANGUE REAL DOS BERALDO - Reino de Aragão
(Reino de Aragão)
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Não Ficção, Família E Relacionamentos
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Sinopse

Os estudos genealógicos da Família Beraldo, mostram em suas gerações mais antigas, o entrelaçado com ascendentes nobres de diversas realezas, entre elas, com reis do reino de Aragão.

É bem verdade, com algumas variáveis bastardas, mas que não invalidam a genealogia.

Esse trabalho, além de mostrar um pouco da história da formação de Aragão, do Condado e do Reino, retratando, ainda, a biografia dos reis ascendentes da Família Beraldo e a linha de descendência até nossos dias.

Entre os reis ascendentes estão: Ramiro I de Aragão, (1º Rei); Sancho I de Aragão, (2º Rei); Ramiro II de Aragão, (5º Rei); Petronilha de Aragão, (6º Rei); Afonso II de Aragão, (7º Rei); Pedro II de Aragão, (8º Rei); Jaime I de Aragão, (9º Rei); Pedro III de Aragão, (10º Rei).

As ligações não tem a pretensão de serem totalmente assertivas, mas são resultados de pesquisas genealógicas em fontes primárias, secundárias e terciárias, ao longo de décadas.

Portanto, a leitura deve ter como objetivo a busca de conhecimento sobre o reino e os reis de Aragão e, como deleite e curiosidade, descobrir alguns ancestrais da Família Beraldo, oriundos do seio daquele reino.

É a saga dos herdeiros da Serra do Caracol.

Características
Número de páginas 136
Edição 1 (2020)
Formato A5 (148x210)
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Wanderley Beraldo

Mineiro de Andradas, onde nasceu em 1.951.

Trouxe da infância, a poesia silenciosa das montanhas mineiras, os sons das cachoeiras cristalinas e a pureza de suas águas límpidas.

Trouxe da solidão do estudo religioso em um seminário, a inspiração para os poemas mitológicos, míticos, místicos, sociais e idílicos, frutos das traduções de Vergílio, Homero, Esopo e Júlio Cesar.

Trouxe da participação nos movimentos da poesia marginal, a necessidade constante, visceral e vital da escrita.

Trouxe dos muitos trabalhos premiados, do periódico Muiraquitã, do primeiro livro publicado em 1.982 Marionetes, a consumação do casamento alquímico com a poesia.

Operário por necessidade e poeta por prazer.

Poeta alternativo. Poeta marginal.

“Ser poeta é sentir com dupla intensidade as belezas mais sutis”

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