MACUQUINAS
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Sinopse

Nos tempos coloniais, o sistema monetário baseou-se nas disposições emitidas pela Coroa espanhola e cuja administração em terras americanas estava a cargo dos detentores dos diferentes vice-reinados. A partir do momento da conquista, a Coroa viu a necessidade de possuir moedas, por isso, quatro casas foram fundadas no México, Santo Domingo, Lima e Potosi.

Estas casas ou casas da moeda estavam a cargo do Estado e a sua principal função era fornecer o correspondente dinheiro metálico para uso interno e ser enviado para a Península Ibérica.

Na América do Sul, a Casa da Moeda de Lima foi criada por volta de 1565, mas por causa das distâncias das minas e a aquisição difícil de material combustível para fornos, logo fez com que um novo local para a sua implementação fosse procurado.

Em 1573, uma nova casa em La Plata (hoje Sucre), que iria trabalhar pouco mais de um ano, foi estabelecida, no entanto, devido a problemas logísticos, o vice-rei, Francisco de Toledo, ordenou a transferência das ferramentas necessárias para a cunhagem em Potosí.

As minas de prata famosas de Cerro Rico foram descobertos em 1545, estabelecendo um grande assentamento de espanhois, índios e escravos negros em Potosi, que se tornou uma cidade populosa, calcula-se cerca de 150000 em 1573.

Com o início da Primeira, um grande número de trabalhadores cumpria diferentes funções como tesoureiros, avaliadores e tenentes, escultores, balanceadores, fundidores, escravos, etc. Isso também iniciaria uma longa sequência de eventos que duraria cerca de dois séculos, durante os quais foram trabalhadas milhões de moedas de prata de formato irregular conhecidas como macuquinas.

Este nome deriva da maneira tradicional de fazer moedas, através do golpe de cunho que foi dado nos espaços em branco e que fez cada moeda única. Os desenhos foram modificados ligeiramente ao longo dos anos e de acordo com as disposições de cada monarca. Não foi até 1617 que a data foi incorporada na legenda do anverso, o que facilitaria sua posterior identificação.

Em 1650, a mudança de cunho e as colunas foram estabelecidas, que duraram até 1773, quando cessou a produção, já que as moedas começaram a ser produzidas simultaneamente em moldes circulares e com cantos de cordel, desde 1767 durante o reinado de Carlos III.

Características
Número de páginas 34
Edição 1 (2018)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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