MARATONA
A BATALHA QUE MUDOU O MUNDO
Categorias
Historiografia, Grécia, Civilização, Não Ficção, Geografia E Historia, Educação
Compartilhe este livro
Esta página foi vista 1308 vezes desde 07/11/2017
Versão
impressa
de R$ 40,28 por
R$ 35,13
Coloração
Acabamento
Valor total:
R$ 35,13
Versão
ebook
R$ 22,60
Disponível em:
PDF
Valor total:
R$ 35,13
Este ebook também pode estar à venda na:
Sinopse

“Avante, filhos da Grécia, para salvar seu país! Salvem suas esposas; seus filhos salvem! Os templos dos seus deuses, o túmulo sagrado onde descansam os seus antepassados de honra! Neste dia, a causa comum de todos exige seu valor!"

(Ésquilo, Os Persas)

Tudo começou na Grécia, no ano 490 a.C.

Um enorme exército da Pérsia atravessou o Mar Egeu e desembarcou em Maratona, uma cidade na Grécia. Os persas vieram capturar e escravizar Maratona. Em seguida, pretendiam avançar para capturar e escravizar Atenas.

Os persas tinham 50 mil guerreiros altamente treinados. O exército defensor de Maratona tinha apenas 9 mil.

Os gregos foram superados em número de cinco por um.

Naquela época, não havia carros ou aviões. A forma como as pessoas se comunicavam entre as cidades era através de um mensageiro a cavalo, ou enviando um corredor profissional.

Os gregos precisavam de ajuda, e, devido ao terreno rochoso e montanhoso (lento para um cavalo), um corredor foi enviado para obter reforços.

O nome do corredor era Phillippides (ou, para alguns historiadores, Pheidippides). Phillippides correu de Maratona para Esparta (uma cidade no sul da Grécia) para perguntar aos Espartanos se podiam ajudar.

Infelizmente, o exército de Maratona precisava de ajuda, e os espartanos (por razões religiosas) só viriam quando a lua estivesse cheia. Assim, Phillippides correu o caminho de volta para Maratona com esta notícia decepcionante (A viagem de ida e volta de Maratona para Esparta foi de 241 km).

Quando os persas perceberam que eles superavam em número os combatentes gregos em 5 por 1, seu comandante pensou: “Nós não precisamos de todos esses guerreiros para combater uns poucos Gregos!”, e decidiu levar metade do seu exército em torno de Atenas para conquistá-la, deixando a outra metade para derrubar Maratona. Mas os persas estavam enfrentando um exército grego inteligente...

Rapidamente, os persas foram derrotados, perdendo 6.400 guerreiros contra 192 dos gregos. Phillippides, diz a lenda, foi um dos homens que lutaram contra os persas em Maratona.

Quando a batalha foi vencida, ele foi escolhido para percorrer os 40,2 km de Maratona até Atenas para retransmitir a notícia da vitória.

Ele conseguiu, mas estava tão exausto (de correr para Esparta e de volta, lutar contra os persas, e depois correr para Atenas) que desabou depois de gritar: “Regozijem, vencemos” e depois morreu.

Ele vive, porém, no coração dos corredores como um símbolo de compromisso, resistência e força de vontade. De acordo com o historiador militar Edward S. Creasy, autor de Quinze Batalhas Decisivas do Mundo, “A batalha de Maratona quebrou para sempre o feitiço da invencibilidade persa, que já paralisara as mentes dos homens e assegurou à humanidade os tesouros intelectuais de Atenas, o crescimento das instituições gratuitas, a iluminação liberal do mundo ocidental e a ascendência gradual para muitas idades dos grandes princípios da civilização europeia”.

Em outras palavras, mudou a História...

Características
Número de páginas 32
Edição 1 (2017)
Formato A4 (210x297)
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

Mais publicações desse autor
Ver a lista completa
Impresso
de R$ 40,28
R$ 35,13
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 40,68
R$ 35,53
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 40,36
R$ 35,21
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 40,52
R$ 35,37
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 41,32
R$ 36,17
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 41,64
R$ 36,49
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 40,60
R$ 35,45
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 41,80
R$ 36,65
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 40,28
R$ 35,13
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 40,28
R$ 35,13
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 89,22
R$ 84,07
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 88,82
R$ 83,67
Ebook
R$ 22,60
Publicações relacionadas
Ver a lista completa
Impresso
de R$ 89,22
R$ 84,07
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 88,82
R$ 83,67
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 49,87
R$ 44,73
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 49,87
R$ 44,73
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 49,95
R$ 44,81
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 50,83
R$ 45,69
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 51,87
R$ 46,73
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 51,39
R$ 46,25
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 52,35
R$ 47,21
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 50,83
R$ 45,69
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 51,39
R$ 46,25
Ebook
R$ 22,60
Impresso
de R$ 50,03
R$ 44,89
Ebook
R$ 22,60
Comentários
0 comentários