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ACEITO
Metodologia de Arquitetura de Sistemas Orientada a Objetos de Negócio
Identifique as Operações e os Objetos do Negócio e Transforme-os em Objetos e Operações de Software
Categorias
Software Empresarial, Modelagem De Dados E Design, Ciência Da Computação, Informática, Engenharia E Tecnologia, Didáticos
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Versão
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Sinopse

Guia de Especificação e Modelagem de Sistemas

Dedicamos esta metodologia aos arquitetos de sistemas, analistas de sistemas, analistas de processos, analistas de O&M, estudantes de informática e também aos executivos, dirigentes do setor de informática da empresa, de modo que todos, conhecendo as sugestões aqui propostas percebam a importância da prática formal da arquitetura de sistemas.

Sua implantação promove vários benefícios:

1. auxiliará o executivo gerir melhor o setor de informática da empresa; 2. promoverá a integração de todos nas fases da especificação da arquitetura dos sistemas;

3. promoverá mais eficiência e menores custos com a reutilização de códigos e a participação efetiva de estagiários;

4. promoverá a formalização do acervo cultural das operações do negócio e das operações dos softwares da empresa;

5. promoverá a implantação de uma biblioteca para guarda e consulta do acervo construído;

6. promoverá à empresa a propriedade intelectual de seus projetos e também o alicerce de seus programas de treinamento.

Esta metodologia não é fruto de trabalho acadêmico mas, o resultado da experimentação em campo de diferentes técnicas de modelagem e de especificação de sistemas.

Outro aspecto que destacamos é o alcance de sua compreensão. Como é totalmente conceitual, sem o contágio de nenhuma tecnologia informática, sua prática pode, com o auxílio e orientação do arquiteto de sistemas, ser realizada pelos próprios profissionais operacionais e executivos da empresa, especialmente na elaboração dos artefatos (documentos) das fases I e II da arquitetura de um sistema.

Esses profissionais conhecem o negócio e isso, sob o ponto de vista da qualidade dos artefatos que poderão produzir e da redução do esforço e tempo de realização, é uma virtude e contribuição imensurável.

Promove, de forma natural, a especificação de sistemas empresariais integrados, particionados por personagem ao invés da tradicional segmentação baseada nos setores da empresa cujo modelo e abordagem, fundamentados no seu organograma, na maioria das vezes revela fluxos de informações já em estágio avançado de evolução e tratamento.

Por outro lado, na abordagem sugerida nesta metodologia o levantamento e o estudo dos fluxos de informações ocorrem sempre em sua origem e acompanha sua evolução pelos diferentes setores empresariais, até sua conclusão.

Esta metodologia desqualifica o argumento "tamanho da empresa" como medida da dificuldade de sua prática. Os fundamentos e orientações aqui propostos cabem, da mesma forma e aplicabilidade, em empresas de qualquer tamanho e/ou ramo de atividade. O que pode variar é a extensão do trabalho. Não importa se a metodologia será aplicada para a informatização de uma pequena loja ou para uma grande empresa. A atuação do arquiteto de sistemas ocorrerá da mesma forma e com o mesmo nível de exigência e capacitação obtidos aqui.

Não se trata de um conjunto de técnicas isoladas de modelagem e especificação de sistemas mas, uma metodologia capaz de conduzi-lo no exercício das atividades do levantamento, da análise e do projeto de sistemas, naturalmente especificados de forma integrada.

A prática da metodologia promove de forma natural a construção e a consolidação na empresa do acervo cultural com as especificações de todas as regras e operações do negócio, sejam elas manuais ou informatizadas.

Feito de maneira conceitual, esse acervo apresenta-se ao alcance de todos: executivos; operadores do negócio e profissionais de informática além do que, fornece conteúdo para a elaboração de programas de treinamento e reciclagem dos profissionais das diferentes áreas da empresa.

Aos empresários fornece a sustentação e o domínio sobre a propriedade intelectual dos sistemas desenvolvidos.

Sem esse acervo essa propriedade é perdida quando transformada e mantida apenas na linguagem dos computadores.

Características
Número de páginas 286
Edição 1 (2019)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 90g
Fale com o autor
Wanderley F. Valente

Arquiteto de Sistemas, consultor em desenvolvimento e implantação de metodologias de levantamento, análise e projeto de sistemas de informação, Wanderley Valente possui larga experiência, notadamente em metodologias e técnicas de modelagem de sistemas de informação, propondo o uso de métodos e técnicas originais que possuem como foco despertar a capacidade de perceber, antes de um software, a empresa ou organização como um sistema de administração de negócios, incentivando no profissional sua atenção para as regras e os objetos de negócio envolvidos nas atividades empresariais, orientando-o como descobrir as operações e os objetos do negócio e como transformá-los em objetos e operações de software. Buscando sempre as formas de aprendizado mais efetivas possíveis para os alunos.

Wanderley F. Valente especializou-se em informática, no âmbito da arquitetura dos sistemas de informação, realizando trabalhos de consultoria, análise e desenvolvimento de sistemas corporativos e exerceu também a função de gerente do departamento de desenvolvimento de sistemas da Datamec S/A, onde trabalhou por mais de 20 anos.

São muitos anos de atuação nas mais variadas atividades relacionadas à informática: programação de computadores; análise e arquitetura de sistemas; liderança e gerência de projetos.

Esteve à frente de inúmeros projetos, especialmente projetos de grande alcance social. Para o TRE-SP elaborou sistema de apuração de eleições no estado de São Paulo; para a Caixa Econômica Federal elaborou sistema de controle da distribuição de bilhetes da Loteria Federal; para a TELESP,companhia telefônica do estado de São Paulo, elaborou sistema de apuração estatística sobre a demanda reprimida por telefones; para o Ministério do Trabalho projetou o sistema de Folha de Pagamento Rural; entre outros.

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