Meu Marido Magiar
Categorias
Romance, Psicológico, Legal, Ficção, Entretenimento, Drama
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Versão
ebook
R$ 22,56
Disponível em:
PDF
Valor total:
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Sinopse

Um lugar sujo, caótico e decadente.

Assim era Times Square, localizada no centro de Nova York, com suas luminosas tendas de cinemas, teatros e cabarés nos dias de 1977, tempos após o fatídico blackout de julho. A música disco, como estética emblemática e onipresente entre as minorias, cadenciava o ritmo dos jovens nas pistas de dança das boates da cidade mais cosmopolita do mundo, além de ditar estilo e comportamento.

Contra o movimento Disco que borbulhava na cidade, o jovem e audacioso Paco Léon, um alter ego do judeu Menachen Cantor, personalizou seu bordel El Bimbo como um local de culto para a cultura hispânica e latina.

Um dos funcionários de Paco no El Bimbo é Conchita, uma jovem afro-descendente nascido em Cuba.

Uma noite, devido a uma violenta tragédia no cabaré, seu caminho cruza ao do mendigo Max, um homem branco maduro e cortês. Ao contrário dos padrões e clichês, Max e Conchita se apaixonam.

De fato, diante de seus dilemas existenciais, Max passa a forjar uma série de mentiras para ver se ele teria o amor incondicional de Conchita.

Incontáveis ​​conflitos orbitarão a vida do casal: adultério, racismo, disputas, ganância, preconceito e malícia, pondo à prova todo o sentimento intenso que surgiu em seus corações. Por outro lado, adjetivos como honra, fé, persistência, generosidade e resiliência são o foco principal dos protagonistas e de alguns personagens.

Uma leitura fácil e fluida, semelhante a um romance do oitentista. Do ponto de vista literário, o livro contém uma redenção do protagonista no início da trama. Um enredo com vários clímaces, algo que fará o leitor se sentir em uma montanha-russa diante dos inúmeros altos e baixos que ocorrem na vida dos personagens. Afinal, "felizes para sempre" é o ponto final de qualquer livro ou conto de fadas.

Falando em "contos de fadas", aparentemente há um deles em Meu Marido Magiar. No entanto, a Cinderela pós-moderna experimentada por Conchita e seu universo, trará temas atemporais como ateísmo x fé, LGBT, racismo, empoderamento feminino, aborto, machismo, violência contra a mulher, hedonismo e pedofilia. Questões controversas subjacentes à trama.

O livro My Husband Magyar, subliminarmente, também mostra uma polarização ideológica entre pessoas solidárias ao regime comunista e seus oponentes, como conseqüência da crise migratória decorrente da ascensão do comunismo em Cuba e na Rússia Imperial. De fato, o aspecto da polarização é um mero reflexo dos dias atuais na história brasileira.

Por que o autor, sendo brasileiro, escolheu Nova York como pano de fundo para My Husband Magyar? Porque a leitura pode (e deve) ser uma jornada no espaço e no tempo, considerando que as paisagens idílicas da Hungria e as referências culturais a esse país ilustram partes fundamentais do romance. Isso justifica a palavra magiar em seu título, como sinônimo de húngaro.

Além disso, é como se o leitor mergulhasse em uma iluminação pop de cinema e música ao longo do livro, algo que trará certa nostalgia aos seus leitores mais maduros.

Um romance sobre amor e solidão ... para fazer você rir e chorar.

Pessoas que se amam fazem planos para o futuro.

RECOMENDADO PARA MAIORES DE 18 ANOS.

Características
Número de páginas 794
Edição 1 (2020)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura
Coloração Colorido
Tipo de papel Offset 75g
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Comentários
2 comentários
Falcão1077
Segunda | 15.06.2020 às 21h06
O livro é bom, mas tem alguns pontos obiscuros na parte final. Faz grilo na cabeça da gente!!! Acho que a autora deveria escrever uma sequência pra clarear a situação.
Cátia Gomez
Segunda | 15.06.2020 às 21h06
Emocionante. Parece livro do Sidney Sheldon. Gostei muito do personagem gay Miss Sommi, com seu senso de humor incomum. Por vários momentos, senti como se estivesse imersa em vários filmes famosos. Eu recomendo.