MINAS GERAES
HISTÓRIA DA PROVÍNCIA
Categorias
Historiografia, Antigo, América Latina, Não Ficção, Geografia E Historia, Educação
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Sinopse

Em 1793, um Thaubateno, A. Rodríguez, entrou no sertão de Cuyate, acompanhado por cinquenta homens; mas a discórdia interrompeu seus procedimentos, e Rodriguez voltou pela capitania de Espírito Santo, onde exibiu três oitavas de ouro, para demonstrar que havia atravessado terras auríferas. Procedendo ao Rio de Janeiro, ele logo expirou, em consequência do estado exausto que foi reduzido pelos fatos e privações da empresa, anteriormente recomendando a seu cunhado Bartholomeu Bueno perseverar neste projeto.

Impulsionado pela pobreza a que as extravagâncias o reduziram, Bueno estabeleceu, em 1694, sobre a empresa, acompanhado pelo capitão d'Almeida e outras pessoas, dirigindo o curso pelos chefes das serras apontados no diário de Rodriguez.

O capitão Garcia, acompanhado pelo coronel Fernández e outros advindos, atuados por motivos semelhantes, tomaram sua partida no ano seguinte; encontrou-se com Bueno na serra de Itaberava, perto de trinta milhas ao sul de Villa Rica, e retornou o primeiro com doze oitavas de ouro, o que levou ao estabelecimento de uma casa de derretimento na cidade de Thaubate.

Essa circunstância fez com que muitos paulistas empreendessem várias outras viagens, apesar das fadigas e perigos com que estavam assediados; não até então em capturar selvagens, mas na busca animadora de ouro. Com esta visão, os números formaram estabelecimentos na província. Por isso surgiu a inveja que subsistiu entre os Thaubatenos e Piratininganos, que nunca se associaram às suas expedições de mineração.

Com o projeto de encontrar ouro, Fernão Dias Paes penetrou nos certos de Serro Frio e chegou à situação de Anhonhecanhuva (que no idioma indígena significa "água que se esconde") atualmente chamado Sumidoiro, ("engolir") Ele habitou lá mais de três anos, realizando várias viagens durante o tempo no Sahara Bussu, onde ele encontrou, na serra Negra, pedras preciosas; que não o satisfaziam, ele retrocedeu até a serra Tucambira, (a colheita ou a maça do Tucano,) e daí até o rio Itamarindiba, (uma pequena pedra rolante), onde, de ter peixes, permaneceu por algum tempo. Embora sua partida tenha sido diminuída pela deserção da maior parte na serra Negra, impaciente por sua longa permanência lá, determinou por visitar o lago Vupabussu, (Lago Grande), que ele finalmente encontrou, após uma busca laboriosa; e também foi dirigido, por um índio que havia levado, às minas de esmeraldas. Ao retornar este sertanista em direção a São Paulo, morreu perto do rio Velhas, onde felizmente se encontrava, entre outros, Manuel de Borba Gato, seu genro, a quem deixou os frutos dourados de todos os seus trabalhos.

Características
Número de páginas 25
Edição 1 (2018)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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