MONTEZUMA
A CONQUISTA DO MÉXICO
Categorias
México, Antigo, Américas, Não Ficção, Geografia E Historia, Educação
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Sinopse

"E como os homens podem morrer melhor do

que enfrentar as terríveis probabilidades,

pelas cinzas de seus pais

e pelos templos de seus deuses?"

Durante seu reinado, o Império Asteca alcançou seu maior tamanho. Através da guerra, Montezuma expandiu o território até o sul de Xoconosco, em Chiapas e no Istmo de Tehuantepec, e incorporou o povo zapoteca e yopi ao império. Ele mudou o sistema meritocrático anterior da hierarquia social e ampliou a divisão entre pipiltin (nobres) e macehualtin (plebeus), proibindo os plebeus de trabalhar nos palácios reais.

O retrato de Montezuma na história tem sido principalmente colorido por seu papel de governante de uma nação derrotada, e muitas fontes o descrevem como fraco de vontade e indeciso. Os preconceitos de algumas fontes históricas dificultam a compreensão de suas ações durante a invasão espanhola.

O relato em primeira mão de Bernal Díaz del Castillo “A Verdadeira História da Conquista da Nova Espanha” pinta um retrato de um líder nobre que luta para manter a ordem em seu reino depois que ele é feito prisioneiro por Hernán Cortés. Em sua primeira descrição de Montezuma, Díaz del Castillo escreve:

“O Grande Montezuma tinha cerca de quarenta anos, de boa altura, bem proporcionado, leve e não muito escuro, apesar da tez indiana habitual. Ele não usava cabelos longos, mas apenas acima das orelhas, e tinha uma barba preta curta, bem modelada e fina. Seu rosto era bastante longo e alegre, ele tinha olhos bonitos e, em sua aparência e modos, podia expressar genialidade ou, quando necessário, uma compostura séria. Ele era muito arrumado e limpo e tomava banho todas as tardes. Ele tinha muitas mulheres como amantes, filhas de chefes, mas duas esposas legítimas que eram Caciques por direito próprio, e apenas alguns de seus servos sabiam disso. Ele estava completamente livre de sodomia. As roupas que ele usava um dia ele não usava novamente até três ou quatro dias depois. Ele tinha um guarda de duzentos chefes alojados em salas ao lado da sua, apenas alguns dos quais tinham permissão para falar com ele.

Quando Montezuma foi supostamente morto por apedrejamento até a morte por seu próprio povo "Cortês e todos nós, capitães e soldados, choramos por ele, e não havia ninguém entre nós que o conhecesse e tivesse relações com ele que não o lamentavam como se ele era nosso pai, o que não era de surpreender, pois ele era tão bom. Foi declarado que ele reinou por dezessete anos, e foi o melhor rei que eles já tiveram no México, e que ele pessoalmente triunfara em três guerras contra países que ele tinha conquistado. Eu falei da tristeza que todos sentimos quando vimos que Montezuma estava morto. Até culpamos o frade mercederiano por não tê-lo convencido a se tornar cristão".

Características
Número de páginas 69
Edição 1 (2020)
Formato A4 (210x297)
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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