NAVIO NEGREIRO
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Antigo, Américas, África, Não Ficção, Geografia E Historia, Educação
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Sinopse

Os proprietários de navios negreiros mantinham o maior número possível de escravos, amontoando, acorrentando e agrupando seletivamente escravos para maximizar o espaço e tornar as viagens mais lucrativas. Os escravos a bordo eram mal alimentados e tratados brutalmente, fazendo com que muitos morressem antes mesmo de chegar ao seu destino; escravos mortos ou moribundos foram jogados ao mar.

Essas pessoas não foram tratadas como humanas, vivendo como animais ao longo de sua longa viagem ao Novo Mundo. Demorava em média de um a dois meses para concluir a jornada. As pessoas escravizadas estavam nuas e algemadas com vários tipos diferentes de correntes, armazenadas no chão sob beliches com pouco ou nenhum espaço para se mover devido às condições apertadas. Alguns capitães designavam Guardiões dos Escravos para vigiar e manter os outros escravos sob controle. Eles passaram grande parte do tempo presos às tábuas do piso, que expunham a pele dos cotovelos até os ossos.

O número de escravos levados da África para a América durante quatro séculos é estimado em 11.700.000.

Os cativos do comércio triangular eram desembarcados e vendidos principalmente nas Américas. Entre 1560 e 1850, o Brasil foi o principal destino desses escravos negros do comércio transatlântico.

Não houve navio negreiro, nem modelo específico de navio. Na maioria das vezes, esse barco não era projetado para transporte ou mesmo tráfico de pessoas, e geralmente era um barco à vela, um navio mercante usado, já depreciado, por razões econômicas: uma nova embarcação custava em média 50.000 libras quando uma antiga costumava ser negociada entre 10.000 e 20.000. Era, portanto, um navio comercial comum. Simplesmente, ele transportava uma carga de escravos um terço do tempo das costas da África para as Américas e esse tipo de transporte humano tinha a reputação de danificar barcos mais rapidamente.

Isso significa que foram usados todos os tipos de navios imagináveis. Seus tamanhos foram geralmente médios, até pequenos, como no caso de barcos e escunas, mas podiam ser mais imponentes como velhos navios de guerra reformados ou alugados, bem como de três mastros, galeões ou tosquiadeiras, que eram navios de asa grande e mais adequados às realidades do comércio de escravos.

Características
Número de páginas 37
Edição 1 (2020)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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