O ALVORECER DA CIVILIZAÇÃO
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Educação, Geografia E Historia, Não Ficção, Antigo, Civilização, Middle East
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Sinopse

Existem três linhas diferentes pelas quais conseguimos obter algum conhecimento desses nossos ancestrais distantes sobre as quais eles nos enviam murmúrios confusos e fracos, cujo fascínio torna ainda mais irritante a imprecisão de seu discurso.

Primeiro, temos as gravuras, sejam da América Central, do Egito, da Babilônia ou de outras terras. Estas, quando traduzíveis, levam-nos o mais próximo ao coração do grande passado. É a mente, o pensamento do homem que é mais intimamente ele; nem seu rosto, nem sua figura, nem suas roupas. Infelizmente, a tradução desses escritos não é tarefa fácil. Os da América Central ainda são um enigma não resolvido. Os da Babilônia foram lentamente reunidos como um quebra-cabeça, um quebra-cabeça para o qual o mundo erudito pensou melhor. No entanto, eles não são totalmente compreendidos. No Egito, tivemos a sorte de tropeçar na Pedra de Roseta, que torna bastante clara a escrita antiga.

Onde esse modo de comunicação falha, voltamo-nos para outro que nos leva ainda mais longe no passado. Os registros que foram preservados de maneira menos intencional, não apenas os prédios, mas suas decorações, os ornamentos pessoais de homens, ídolos, moedas, todo fragmento imaginável, o acaso escapou da fome do tempo, tem sua própria história para nossa leitura.

No Egito, encontramos tumbas secretas e profundamente ocultas e, invadindo seus muitos séculos de silêncio, fizemos colheitas de conhecimento a partir da riqueza acumulada. Na Babilônia, a vegetação rasteira cobria cidades inteiras sob colinas verdes e as preservava até que nossa curiosidade moderna as aprofundasse. Hoje, quem quiser, poderá andar entre os corredores de Senaqueribe, andar pelas ruas de onde Abraão fugiu e poderá contemplar a obra de homens que viveram talvez tão antes de Abraão quanto nós mesmos depois dele.

Nem nossos meios de penetrar no passado estão esgotados. Uma terceira cadeia, ainda mais sutil e maravilhosa, foi encontrada para nos ligar a uma ancestralidade imensuravelmente remota. Essa corrente ininterrupta consiste nas palavras de nossas próprias bocas. Nós falamos como nossos pais falaram; e eles seguiram apenas as gerações anteriores. Pronúncias ocasionais foram alteradas, novas palavras foram adicionadas e antigas esquecidas; mas alguns sons básicos de nomes, alguns pensamentos fundamentais do coração, provaram ser tão imutáveis quanto as elegâncias superficiais são mutáveis. "Pai" e "mãe" significam o que eles significaram para incontáveis idades.

Características
Número de páginas 36
Edição 1 (2020)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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