O DIÁRIO DE MARGÔ
Categorias
Ficção e Romance, Literatura Nacional, Vida Cristã
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Sinopse

Margaret de Médici ficara órfã de pai, ainda criança, vivia com sua mãe em situação extrema pobreza, na pequena cidade de Abunã, mas nunca desistiu de lutar por uma vida melhor. E se tornara uma linda jovem, do tipo que atrai olhares com seus contornos voluptuosos. Uma mulher cheia de desejos intensos, fantasias e sonhos, ao tempo que era extremamente religiosa e cheia de tabus que entravam em conflito com seus desejos mais íntimos. Este conflito, entre “manter a pureza” e os “seus impulsos” gerou situações inusitadas e excitantes em sua vida, pelo sentimento de culpa por gostar de sentir prazer, e o questionamento diante das regras rígidas impostas pelo compromisso com sua fé e todos os preconceitos quais se deparava, quais ela relata em seu diário.

* Livro para maiores de 18 anos!

Características
Número de páginas 425
Edição 3 (2017)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Henrique Musashi

CARLOS HENRIQUE MUSASHI DA COSTA RIBEIRO, nasceu em Aracati, a 30 de setembro de 1974, no estado do Ceará. Pedagogo pelo ISJ e Bacharel em Direito pela FVJ, estudante autodidata do comportamento humano, fundamentado, também, nos trabalhos de Pierre Weil e Roland Tompakow, no que se refere a “linguagem não verbal”, bem como no trabalho de Paul Ekman, sobre as expressões faciais (sistema universal das micro expressões), antes disto foi aluno de Psicologia Estudantil, no ISJ, do Prof. Ivanildo Damasceno. Mas sua vida de estudante não se resume apenas nestes momentos, fez, pelo menos mais de uma dezena de outros cursos, entre o ensino técnico e cursos de aprimoramento, mas ainda não parou por aí. (vide currículo on-line)

Além de Escritor, é produtor de licores artesanais e molhos de pimenta, um “piloto de fogão” apaixonado pela culinária oriental e um empreendedor persistente, é Designer gráfico, Bonsaista, mas, além de tudo, UM AMIGO LEAL!

***

I - “Sobretudo na obra de Henrique Musashi percebe-se, além da admirável vocação em seus escritos, uma intimidade com a crítica social a começar da imagem da capa que também é texto de visual interpretação e despojo a um modelo social de viver. Em redundante, ele faz uma comparação e citação a si mesmo, mostrando uma intimidade com as palavras e complexidade em coloca-las, raramente encontrada nos autores de hoje, como se os autores do Trovadorismo ou do Naturalismo estivessem incorporados nele, mas usando uma linguagem mais tendenciosa ao Simbolismo e ao Romantismo que jamais vi. Em sua poesia há contemplação a mulher tão poeticamente bela que emociona o leitor e, mesmo quando entra em uma crítica acirrada, sua escrita traduz seu “ser poético” transcendental infinitamente criador.

Com a continuidade a perpassar em seus trocadilhos de palavras (complexas), aborda nas entrelinhas uma intimidade e sensibilidade nas relações sociais, emocionais, religiosas, afetivas, tecendo em sua linguagem metalinguística do simbolismo romântico em sua maioria onde o mesmo há uma diversificação apontando relações outras entre as palavras, composições na construção textual de sua coesão e coerência desenvolvendo seus signos, apelos às significantes e novas significações. Musashi é notável conhecedor das emoções humanas, de uma fascinante percepção intelectual, invejável nos poetas e poetisas de hoje.”

[ELIENE MAGALHÃES –Mestranda em Educação – UFC, Sindicalista, Escritora, Poetisa, Graduada em Ciências da Religião, Pedagogia, História e Letras. Especialista em Ensino Religioso, História da África e Psicopedagogia]

***

II - “Musashi, entre outras coisas, é um escritor memorialista, polêmico na medida certa, um iconoclasta educado cheio de sutilezas com toque pessoal de existencialismo. Seu primeiro texto escreveu aos oito anos de idade (O rapto da flor). Infelizmente só passou a guardar seus manuscritos depois dos seus 22 anos de idade, influenciado por seu professor de redação, Raimundo Nonato, que ficara encantado com um texto, em forma de função metalinguística, que o jovem poeta fizera como “dever de casa”. Antes disso tinha uma profunda timidez em mostrar seus poemas e pensamentos, mas, depois, não parou mais, aprimorando sua escrita, também, com outro grande professor de Teoria da Literatura o, também escritor, Stelio Torquato Lima, mas desde cedo inspirado pelas histórias que ouvia de sua mãe Maria Lucileide e de sua professora da terceira séria Tia Socorro de Matos.”

[LANNY S. MOURA – Amiga, grande incentivadora, criadora da primeira fan page de Henrique Musashi]

*** Currículo on-line no link:

https://musashivitae.blogspot.com/2015/06/curriculo-de-c-henrique-musashi-c.html

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