PAULO DE TARSO
O APÓSTOLO DOS GENTIOS VOLUME2
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Não Ficção, Religião, Teologia, Bíblia, Bíblias
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Sinopse

PAULO DE TARSO

O APÓSTOLO DOS GENTIOS

Volume - 2

CAPÍTULO – 1

Paulo em Tessalônica e Beréia

A visão e o teatro de operação da mensagem e todos os argumentos de Paulo, importava revelar que Jesus é o Cristo ressurreto. Ele deveria sofrer por nós, pois, de outra forma, não adquiriria a nossa redenção, também, deveria ressuscitar, senão, como poderia aplicar-nos a redenção.

A nossa pregação deve ser que Jesus e o Cristo; só assim, é que podemos aguardar ser salvos por Ele e guardar a aliança de ser comandados por Ele. Os judeus incrédulos estavam revoltados com os apóstolos que pregarem aos gentios, pois, esse esses poderiam se converterem a Jesus.

Estranho é ver homens invejarem que outros recebam o dom da salvação e seus privilégios, quando eles mesmos rejeitam! Nem governantes, nem povo deviam irar-se pelo crescimento dos cristãos, na fé em Cristo Jesus, emobra que espíritos perturbadores façam da religião um pretexto para as más conversações e suas intenções adversas.

Devemos vigiar esses tais, ou seja, deles, manter distância, a fim de demonstrar o nosso desejo de agir corretamente na sociedade, enquanto reivindicamos o nosso visão de adorar a Deus, conforme a nossa consciência.

Os judeus de Beréia voltaram-se ao estudo da Palavra de Deus anunciada a eles. Não apenas a ouviam de Paulo, no dia do repouso, mas buscaram examinar dia a dia, nas Escrituras, e comparar o que liam com os acontecimentos que lhes eram relatados.

A doutrina de Cristo não teme investigação; os promotores de Sua causa nutrem as pessoas a examinarem completa e alegremente se as coisas são ou não são assim. Aqueles que fazem das Escrituras a sua regra de consulta sempre, são realmente os mais nobres. Aleluia! Todos os ouvintes do Evangelho fossem como os crentes de Beréia, que recebendo a Palavra com agilidade mental e investigativa fossem dia a dia, nas Escrituras, pois, verificando as coisas, como assim que lhes são anunciadas estão de conforme.

Paulo, discurso no Areópago

À época, Atenas era o berço da refinada erudição, filosofia e belas artes, pois, quem não é infantil, supersticioso, ímpio ou tanto incrédulo, senão, consideradas eminentes pelo saber e habilidade. Pois é, a cidade estava totalmente entregue à idolatria. O zeloso promotor da causa de Cristo estava à disposição de contestar em Seu favor, diatne todas as classes sociais, conforme a ocasião.

A maioria desses homens doutos não deu crédito a Paulo; mas, alguns, cujos princípios eram os que mais diretamente adversavam o cristianismo, teceram falatórios sobre ele. Paulo sempre fazia duas colocações, certamente, que são bases doutrinas para o cristianismo: Cristo e a eternidade. Cristo, o caminho; e o céu, o destino final. Eles consideravam isso como algo adverso do saber ensinado e professado em Atenas durante muitos séculos; buscaram saber mais a respeito, mas, apenas porque era novidade. Levaram-no ao lugar onde estavam seus juízes que questionavam sobre essas matéria.

Então, deu-se o início o debate sobre a doutrina de Paulo, não porque fosse proveitosa, mas porque era lhes uma novidade. Os grandes debatedores são sempre curiosos. Esses que assim passam o tempo, e em nada mais, eles têm uma conta desagradável a prestar no tempo, assim, que desperdiçado. O tempo é precioso e deve se empregá-lo bem, porque a eternidade depende dele, mas, quando desperdiçado em conversações que não trazem nenhum proveito é nada!

Temos aqui uma mensagem aos pagãos que adoravam falsos deuses e que estavam sem o Deus verdadeiro; e para eles, o alcance desse discurso era diferente daquele que o apóstolo pregava para os judeus.

Nesse caso, sua missão era guiar seus ouvintes por profecias e milagres, ao conhecimento do Redentor e à fé Nele; no discurso anterior significava conduzí-los a conhecer o Criador pelas obras comuns da providência, bem como à adoração.

Paulo falou de certo altar que tinha visto, onde havia uma inscrição: "Ao Deus desconhecido". Este fato foi descrito por vários escritores. Diante de as centensa de seus ídolos, algumas dos atenienses pensaram que havia outro Deus, que lhes eram desconhecido.

Atuamente, ainda existem muitos que, dizendo-se cristãos, guardadores zelosos de suas ações devocionais, embora que professem terem sua adoração, mas, Deus soa-lhes desconhecido. Lembre-se das coisas gloriosas que Paulo falou de Deus, ao qual ele servia, e buscva que eles O servissem!

O Senhor havia tolerado por muito tempo a idolatria, mas agora os tempos dessa ignorância estavam chegando ao fim, e por intermédio de seus servos manda a todos os homens de todas as partes que se arrependam de sua idolatria.

À época, as seitas dos homens doutos devem ter se sentido afetadas pelo discurso de Paulo, o qual havia a intenção de revelar o vazio “falsidade” de suas doutrinas.

Características
Número de páginas 94
Edição 25 (2020)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Pastor Geovaldo Barroso

Geovaldo Barroso, bacharel em segurança pública, pastor evangélico, casado com a pastora Moza Barroso, vice-presidente da CC Cristã Terra Nova, Bacharel em Teologia, Faculdade Teológica Alfa e Ômega (FATAL-BA), líder da Escola Bíblica Teológica a Distância (EBTAD). Eusébio-CE-Brasil.

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