PERNAMBUCO
HISTÓRIA DA PROVÍNCIA
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Historiografia, Antigo, América Latina, Não Ficção, Geografia E Historia, Educação
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Sinopse

Pernambuco, cujo nome é uma corrupção de Paranabuco, através da qual os Cahetés designaram o porto, onde atualmente a classe de navios menores ancoravam.

Nas suas saudades extremas estava a banda fatal de africanos, chamada Quilombo dos Palmares, iniciada por trezentos e quarenta negros da Guiné, por ocasião do desembarque holandês em Pernambuco. Eles foram acompanhados por muitos outros das províncias vizinhas, e fundaram a aldeia acima, que tomou o nome de Palmares do número de palmeiras que os negros tinham plantado ao redor. A vila, com mais de uma extensão de extensão, era abrangida por um quadrado, composto por duas ordens ou fileiras de fechaduras de paliçadas, formadas por grandes troncos altos da madeira mais forte e duradoura da província. A distâncias iguais eram três portas fortes, cada uma com a plataforma acima, e defendida por duzentos homens em tempos de assalto. O conjunto flanqueado por vários baluartes do mesmo tecido que as paredes. A sua população era de vinte mil, metade da qual era capaz de tomar as armas. Eles estabeleceram uma forma eletiva e monárquica de governo. O chefe foi intitulado Zumbe, e teve seu palácio mais distinto do que as casas de seus vassalos, que foram erguidos de acordo com o modo africano. Os mais valiosos e sábios sempre foram selecionados para este importante escritório. Além do superior, eles tinham oficiais subordinados para a administração da justiça, que foi pontualmente executada contra adúlteros, homicidas e ladrões. Os escravos que voluntariamente vieram e se associaram a eles tiveram sua liberdade imediatamente concedida, mas aqueles levados pela força permaneceram cativos. Os primeiros incidiram na pena da morte se fugiam ou foram levados, um castigo que os desertores da última classe não experimentaram. Independentemente de uma leve cobertura do todo, estavam em estado de desnudez, exceto os superiores, que usavam roupas e vestiam-se como as pessoas vizinhas do Quilombo vendidas para eles, juntamente com armas e munições, em troca de provisões. Os únicos que foram batizados assumiram o nome de cristãos. Na praça havia uma vasta bacia ou tanque de água macia, bem armazenada com peixe e uma rocha alta, que os servia para uma torre de vigia, de onde podiam descobrir a província toda em grande medida, e poderiam observar a aproximação do inimigo. Os subúrbios foram cobertos com plantações de provisão necessária.

Características
Número de páginas 45
Edição 1 (2018)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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