Princípios de Economia Política
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Política Econômica, Ocidental, Movimentos, Filosofia, Economia, Ciência Política
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ebook
R$ 16,56
Disponível em:
epub
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Sinopse

Escrito em 1848, foi um dos compêndios econômicos ou políticos mais importantes da metade do século XIX.

Stuart Mill defendia um reexame do argumento de que um trabalho só seria produtivo se seus frutos fossem objetos materiais. Um bem intangível como a educação deveria ser encarado como produtivo ao menos em certas condições, como quando o aumento dos produtos materiais fosse o fim do trabalho empregado na educação ou treinamento.

Argumentava também que alguns tipos de trabalho “produtivo” poderiam ser improdutivos. A produção de bens materiais poderia até empobrecer uma nação, caso fosse de um tipo não desejado imediatamente, sugerindo que a teoria clássica convencional não fazia jus às leis de utilidade e oferta e demanda. Além disso, o trabalho poderia ser desperdiçado se produzisse bens com técnicas obsoletas.

No primeiro livro, intitulado Produção, Stuart Mill explora a natureza da produção, começando com o trabalho e sua relação com a natureza. Essa visão destaca o fato de que os objetos físicos não são capazes de variabilidade por si só; o que estabelece a variabilidade é o trabalho humano.

No livro segundo, denominado Distribuição, Stuart Mill diz que esta é uma questão das instituições humanas somente.

O terceiro livro trata da troca: a riqueza é produzida segundo leis naturais; a seguir, ela é distribuída segundo leis convencionadas; finalmente, é trocada, também segundo leis convencionadas e consistentes com as leis da distribuição. A troca se dá no mercado; os bens são trocados por valores equivalentes. Daí a questão do valor ser básica para a compreensão do processo de troca.

O quarto livro trata da influência do progresso da sociedade sobre a produção e a distribuição, onde um estado estacionário não deveria ser visto com pessimismo.

O quinto livro trata da influência do governo: a interferência deve ocorrer de forma a maximizar os aspectos bons e a minimizar os aspectos ruins. Um critério fundamental de “bom” e “ruim” é o efeito sobre a “liberdade do indivíduo”; se esta é restringida, é ruim; se ampliada, é bom. Ele era crítico da concentração de renda sem o devido trabalho.

Características
Número de páginas 0
Edição 1 (2021)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Colorido
Tipo de papel Offset 75g

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