PROTÁGORAS
Dos Diálogos de Platão
Categorias
Educação, Filosofia, Hermenêutica, Bem & Mal, Ética E Filosofia Moral, Ocidental
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Sinopse

O Protágoras, como vários dos Diálogos de Platão, é posto na boca de Sócrates, que descreve uma conversa que teve lugar entre ele e o grande sofista na casa de Callias, onde também os estudiosos Hipápolis e o gramático Prodicus haviam participado, bem como Alcibíades e Crítias, que disseram algumas palavras na presença de uma distinta companhia que consistia de discípulos de Protágoras e de atenienses líderes pertencentes ao círculo socrático.

O diálogo começa com um pedido por parte de Hipócrates de que Sócrates o apresentasse ao célebre professor. Ele veio antes do amanhecer - tão fervoroso é o seu zelo. Sócrates modera sua excitação e aconselha-o a descobrir "o que Protágoras fará dele", antes de se tornar seu discípulo. Eles vão juntos para a casa de Callias; e Sócrates, depois de explicar o propósito de sua visita a Protágoras, faz a pergunta: "O que ele fará de Hipócrates?”. Protágoras responde: “Ele o tornará um homem melhor e mais sábio”. “Mas em que ele vai ser melhor?”. Sócrates deseja ter uma resposta mais precisa. Protágoras responde: “Que lhe ensinará prudência em assuntos privados e públicos; em suma, a ciência ou o conhecimento da vida humana”. Isto, como Sócrates admite, é uma nobre profissão; mas ele, o melhor, teria duvidado, se tal conhecimento pode ser ensinado, se Protágoras não lhe tivesse assegurado o fato, por duas razões:

(1) Porque o povo ateniense, que reconhece em suas assembleias a distinção entre o qualificado e os não qualificados nas artes, não distinguem entre o político treinado e o destreinado;

(2) Porque os mais sábios e melhores cidadãos atenienses não ensinam a seus filhos a virtude política.

Protágoras responderá a essas objeções?

Características
Número de páginas 85
Edição 1 (2017)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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