PYDNA
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Sinopse

Pydna (Kitros) está localizada em um lugar especial. No sul, o Monte Olimpo domina com seu majestoso pico Mytikas, que foi a casa dos Doze Deuses do Olimpo. No Ocidente, as montanhas da Pieria se erguem, que eram o lugar das nove Musas da história grega.

No norte, a uma distância de 50 km, a cidade de Salônica surge do mar a brilhar à noite. E a uma distância de apenas 3 km você encontra o mar no leste. É o Golfo Termaico que dá uma brisa fresca no verão quente. A história de Pydna parte do século VII a.C., quando foi conquistada pelo rei da Macedônia Perdicas I, que pretendia o desenvolvimento do comércio macedônio e precisava de um porto central.

Durante o reinado de Arquelau (413-399 a.C.), o povo de Pydna tentou fugir, aproveitando os conflitos entre os macedônios e os atenienses. A tentativa falhou e depois Arquelau os forçou a moverem-se em direção ao lugar no mediterrâneo onde a aldeia de Kitros está localizada hoje. Após a morte de Arquelau, porém, eles se aproveitaram dos conflitos dos macedônios durante a sucessão, aliaram-se aos atenienses e retornaram à sua residência anterior, tendo também obtido sua autonomia, como é indicado a partir de suas moedas. Mas a autonomia de Pydna não durou muito tempo.

Em 357 a.C., Filipe II da Macedônia conquista Pydna apesar de sua grande resistência. No entanto, esta nova fase do domínio macedônio não reduziu sua riqueza. Pydna começou a prosperar e seu porto tornou-se a base da frota macedônia. É também o maior centro urbano, bem como o porto mais importante do Reino da Macedônia. De lá, a famosa madeira de Pieria é exportada, o que é valioso para a construção de navios.

Sua importância vital é mostrada a partir do fato de que eventos significativos ocorreram lá, que determinaram o desenvolvimento da Macedônia. Em 317-316 a.C., Kassandros (o fundador da Thessalonika) filho de Antipatros (regente da Macedônia durante a expedição de Alexandre, o Grande) sitia Olímpia (mãe de Alexandre, o Grande) em Pydna, onde ele a forçou a se render desde que seu exército tinha sido dizimado pela fome. Ela foi morta por parentes de suas vítimas e enterrada em Pydna.

A prosperidade de Pydna durou até 168 a.C., quando o exército romano, liderado por Amélio Paulo, derrotou o rei da Macedônia Perseu e Pydna foi saqueada. A batalha de Pydna foi uma das maiores batalhas dos tempos antigos e desempenhou um papel determinante no futuro da Grécia.

A cidade ainda era habitada durante o Império Romano e era o centro mais importante de Pieria. Mas os habitantes se estabeleceram no mar com o resultado de que ocupavam a parte sudeste da cidade antiga.

Durante o período bizantino, ela prospera novamente e leva o nome de Kitros, depois torna-se um povoado fortificado com uma sé episcopal. Durante a dominação turca no século XV e por causa de ataques piratas o local é abandonado e se muda para o lugar onde está hoje, em Kitros, que fica a 3 km a sudeste de seu antigo local.

Depois da Revolução Grega, foi completamente destruída. Foi libertada em 1912. Em 1925 depois do tratado de Neuilly (assinado em 1919 e preocupado entre outras coisas com a troca de populações entre a Grécia e a Bulgária) aceita imigrantes da Rumelia oriental (Tracia do norte). Esses novos habitantes que vinham de duas cidades da Rumelia Oriental (Vana e Kavakli) formam os três quartos da população total de Kitros. Pessoas cuja vivacidade e diligência dão uma nova aura no cotidiano de Kitros.

Características
Número de páginas 36
Edição 1 (2018)
Formato A4 (210x297)
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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