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ACEITO
RECANTO DA SERRA
LAR DE TROPEIROS
Categorias
Parques E Acampamentos, Historiografia, Conservação Ambiental e Proteção, Turismo, Natureza, Geografia E Historia
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Sinopse

O tropeiro foi peça importante na ligação do interior com o litoral do Brasil. Ele era comerciante, era emissário oficial, era correio, intermediário de negócios, portador de bilhetes, recados, aviador de encomendas e receitas. Era um traço de união entre os centros urbanos afastados. Os tropeiros deram continuidade ao desbravamento das regiões afastadas do litoral, seguindo o caminho dos bandeirantes e sertanistas, primeiros desbravadores das terras do interior do Brasil. Tanto que, no Brasil, reconhecendo a utilidade do tropeiro, o governo imperial isentou do serviço militar os profissionais dessa categoria.

A figura do tropeiro inspira um universo mágico. Ele trazia as novidades, era uma pessoa do mundo que transitava por várias cidades e por diversos segmentos da sociedade. O tropeiro demonstrava sua riqueza pelo tamanho da tropa e pelo luxo dela. Ser dono ou fazer parte de uma tropa era um “status”, fosse a tropa grande ou pequena, todos queriam ser tropeiros, conhecer novos mundos e ter a chance de se deslocar de um segmento da sociedade para outro.

Diferentemente dos senhores de engenho e dos fazendeiros, os tropeiros faziam parte de uma espécie de elite sertaneja. Humano no trato com seus auxiliares, compartilhavam com eles as mesmas lutas e dificuldades. Soube entender os seus subordinados, sem, entretanto, perder sua autoridade de patrão, a quem se devia respeito e não submissão.

Quando Mizael Rocha Meneses, no longínquo ano de 1930, abriu a porteira da sua propriedade, denominada carinhosamente de “Recanto da Serra”, localizado no pé de Serra do Jacaré, em Tobias Barreto-SE, prestou ali uma homenagem a todos os tropeiros que, desde o século XIX por ali passaram vindos das cidades de Rio Real, Crisópolis, entre outras, com destino a Itabaianinha, Santa Luzia, Boquim, etc.

O próprio Mizael, da mesma forma que seu filho, Antonio Rocha de Meneses, também foram tropeiros e, o neto, Pedro Meneses, como não poderia deixar de ser, traz nas veias o sangue dos tropeiros e o amor por tão importante atribuição, decisiva para o comércio e prosperidade da região. Por este motivo, no ano de 2008, ele decidiu abrir a propriedade ao público, para que o visitante possa conhecer suas atrações, a exemplo do Museu Dona Maria, os chalés, as trilhas, a Budega do Tropeiro, a Bica, a Biblioteca Reciclada, a Mureta dos Dez Mandamentos em cordel, o Memorial Epifânio Dória, a Ponte Monnalisa Ferreira, que dá acesso ao Caminho das Artes, entre tantas outras, além de contar com restaurante e piscina.

Visitar o Recanto da Serra é fazer uma verdadeira viagem no tempo, à primeira metade do século XIX, é conhecer um pedacinho da trilha das tropas, é reconstruir e conhecer o cotidiano estradeiro dos tropeiros e seus ajudantes de tropas, é conhecer um pouco mais da nossa história.

Características
Número de páginas 35
Edição 1 (2018)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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