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ACEITO
TIMEU
DOS DIÁLOGOS DE PLATÃO
Categorias
Didáticos, Filosofia, Geografia E Historia, Ética E Filosofia Moral, Grécia, Metafísica
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Sinopse

De todos os escritos de Platão, o Timeu é o mais obscuro e repulsivo para o leitor moderno, e tem, no entanto, a maior influência sobre o mundo antigo e medieval. A obscuridade surge na infância da ciência física, a partir da confusão de noções teológicas, matemáticas e fisiológicas, do desejo de conceber toda a natureza sem um conhecimento adequado das partes e de uma maior percepção de semelhanças na superfície do que de diferenças que estão escondidas da vista. Para trazer o sentido sob o controle da razão; para encontrar algum caminho através da névoa ou labirinto de aparências, seja a rodovia da matemática, ou caminhos mais tortuosos sugeridos pela analogia do homem com o mundo e do mundo com o homem; para ver que todas as coisas têm uma causa e tendem para um fim - este é o espírito do filósofo físico antigo. Ele não tem noção de tentar um experimento e dificilmente é capaz de observar as curiosidades da natureza que estão caindo aos seus pés, ou de interpretar até mesmo o mais óbvio deles. Ele é afastado do mais próximo para o mais distante, dos particulares para generalidades, da terra para as estrelas. Ele ergue os olhos para os céus e procura guiar por seus movimentos seus passos errantes. Mas nós não apreciamos as condições de conhecimento a que ele foi submetido, nem as ideias que prendiam em sua imaginação a mesma pressão sobre nós. Pois ele está pendurado entre a matéria e a mente. Ele está sob o domínio, ao mesmo tempo, de sentido e de abstrações; Suas impressões são tomadas quase aleatoriamente do exterior da natureza; Ele vê a luz, mas não os objetos que são revelados pela luz; E ele coloca em justaposição coisas que nos parecem largas como os polos em pedaços, porque ele não encontra nada entre eles. Ele passa abruptamente de pessoas para ideias e números, e de ideias e números para pessoas, dos céus ao homem, da astronomia à fisiologia; ele confunde, ou melhor, não distingue sujeito e objeto, primeira e última causa, e está sonhando com figuras geométricas perdidas em um fluxo de sentido. Ele contrasta os movimentos perfeitos dos corpos celestes com a representação imperfeita deles, e ele nem sempre exige precisão rigorosa, mesmo em aplicações de número e figura. Sua mente permanece em torno das formas da mitologia, que ele usa como símbolos ou traduz em figuras de linguagem. Ele não tem instrumentos de observação, como o telescópio ou o microscópio; A grande ciência da química é um vazio para ele. É somente por um esforço que o pensador moderno pode respirar a atmosfera do filósofo antigo, ou compreender como, em condições tão desiguais, parece em muitos casos, por uma espécie de inspiração, antecipar a verdade.

Características
Número de páginas 145
Edição 1 (2017)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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