TRIVMVIRI MONETALES
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Sinopse

Triumviri Monetales, Monetel Trimnvirs - Esses eram especialistas especialmente nomeados pelos romanos para dirigir ou superintender a cunhagem de seu dinheiro. Desde a época da república, a administração das cunhagens foi atribuída a três taxas de magistas, chamadas Triumviri Auro, Argento, Aeri, Fiando, Fenundo - ou seja, uma comissão de três, sob os quais moedas em ouro, prata, e bronze foram batidas. Júlio Cíesar, que aumentou as magistraturas às quais ele poderia conferir mais favores, foi o primeiro a acrescentar um ao seu número original. Isso levou a dúvidas plausíveis no ano de Koine 709, pois é nas moedas daquele ano, respeitando o ditador, encontramos a menção de Quatuorviri em vez de Triumviri. Suetônio relata o primeiro César que “além disso apoiou escravos na casa da moeda e nas receitas públicas”. Testemunhos indicam que o número de triúnviros foi aumentado quando a superintendência da casa foi tirada de suas mãos e confiada a escravos - será necessário dizer que César estava comprometido com os escravos, não com a conveniência de cunhar o dinheiro público. E esse é o mesmo fato aludido por Suetônio como uma prova da desconsideração do costume observado por seu antecessor, de que ele poderia ter transferido para a propriedade de escravos pertencentes aos questores.

Sob Augusto, as mudanças feitas na magistratura monetária pelo predecessor foram abolidas; o número desses oficiais foi restaurado para três, como afirma Dion. Em que ano essa reforma ocorreu é incerto; mas sabemos que eles continuaram por todo o tempo em que os imperadores reinavam para gravar suas chamas no cômio que causaram ao serem atingidos. - Aquillius, Caninius, Durinius e Petronius, cujas moedas foram perdidas no ano v.c. 734, ou próximo desse tempo, chamam a si mesmos de IIIVIRI. Se esta alteração ocorreu em qualquer ano anterior a esta data conhecida.

Esse novo estilo de cunhagem romana comunicava exatamente como esses homens desejavam ser retratados aos olhos do público. Ao determinar os papeis que esses funcionários menores cumpriram, podemos concluir sua função na operação geral do estado e maneiras pelas quais esses jovens trataram o próprio escritório em relação aos desejos de eleição para o Senado e demonstrar lealdade aos senadores ou facções políticas particulares. O que fica evidente é que essa mudança nos tipos de moedas, possivelmente causada por mudanças nas leis eleitorais como a lex Gabinia de 139 a.C., é que a iconografia e as legendas escolhidas refletem diretamente as atitudes e preocupações contemporâneas desses burocratas medíocres do período. Isso é demonstrado pelas tendências em mudança nos tipos de moedas, desde a representação da família e suas realizações até o desenvolvimento de tipos de "patrono", que sugerem que os homens estavam fazendo uso de seu escritório para promover publicamente sua lealdade àqueles que eles apoiaram.

Características
Número de páginas 53
Edição 1 (2020)
Formato A4 (210x297)
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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