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UM JEITO DIFERENTE DE CONTAR AS COISAS
Categorias
Poesia, Literatura Nacional, Hermenêutica
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Sinopse

PREFÁCIO

“Um jeito diferente de contar as coisas”. Penso que o poeta tem muita responsabilidade sobre o que diz. Assim, como um cronista, o poeta deve levar em consideração o modo mais simples de alcançar seus leitores. Deve se preocupar com a estética, com a linguagem, com a cultura local e, sobretudo com o fundo histórico, com a verdade de sua criação.

Muito rebuscado não significa erudição. Diz Nietzsche, com justa razão, que alguns gostam de parecer profundos, baldeando águas rasas, quando na verdade não há nada além de lama, retóricas e ideias confusas, na superfície daquilo que tentam vender como fonte de água limpa.

Nesse livro, a poeta e também escritora Terezinha Soares Barbosa, se apresenta como alguém interessada na resposta do seu ouvinte. Com seu jeito particular de escrever, de contar estórias, Terezinha consegue ser sucinta, objetiva e transparente, com seu texto limpo, culto e, especialmente lapidado com bastante vivência prática e intelectual.

Em seus contos, o leitor pode experimentar cheiros e sabores de terra molhada, suor e lágrimas, de um ambiente supra-realista, por onde transitam suas bem-elaboradas personagens; com uma exigência quase jornalística de contar os porquês de tudo que vivenciam as almas que ela deu à luz.

(...). Contou-se à boca pequena que fora um parto sofrido e surpreendente. O rebento já brotara pequeno. Franzino mesmo. Pensavam que nem escaparia. Mas era a cara do Coronel. Muita gemada. Leite com mel e conhaque, quentinho do úbere escolhido, com certeza arribaria o menino. (...)

A poética de Terezinha é vibrante, sensual e lúdica. Sua alma feminina consegue dizer de forma simples, o quanto se faz necessário a poesia no mundo, para suportar as ofensas dos homens. Sua poesia vibra de esperança, nos diz que ainda há tempo para acreditar no amor, tempo para encontrar razão e felicidade.

(...) enquanto eu ouvir

o farfalhar das folhas

e ver o orvalho cair,

irei à janela toda manhã cedinho

colher as rosas que eu plantei.(...)

Um livro deve ter como objetivo acrescentar conhecimento ao leitor. Fazer poesia não deve ser algo de menos importância do que fazer ciência, a alma humana não sobreviveria sem alimento emocional, sem música, sem amizade, sem vinho, que representa a alegria do homem mortal. Contudo, sem livros, nós, aos poucos desapareceríamos do planeta. São livros como esse, que depois de tanto se reescrever, depois de tanto se lapidar, se tornam obrigatórias suas leituras.

Um jeito diferente de contar as coisas. Livro que tive o prazer de editar, junto com sua autora. Portanto, posso dizer que vale muito a pena experimentar a poesia e a prosa inteligente de Terezinha Soares Barbosa.

Evan do Carmo 24/01/2019

Características
ISBN 978-85-924884-8-2
Número de páginas 263
Edição 1 (2018)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
TEREZINHA SOARES BARBOSA

Evan do Carmo, Nascido na Paraíba em (29/04/64) é poeta, escritor, romancista, jornalista, músico, filósofo e crítico literário. Fundou e dirigiu o jornal Fakos Universitário. Criou em 2009 a revista Leitura e Crítica. Tem 22 livros publicados, sua obra está disponível em 12 países, (um livro editado em inglês. (O Moralista) Entre outros estão: O Fel e o Mel, Heresia poética, Elogio à Loucura de Nietzsche, Licença Poética, Labirinto Emocional, Presunção, O Cadafalso, Dente de Aço, Alma Mediana, e Língua de Fogo. Participou também com muitos contos em antologias. Foi um dos vencedores do concurso Machado de Assis do SESC DF de 2005. Em 2007 foi jurado na categoria contos do concurso Gente de Talento 2007 promovido pela Caixa Econômica Federal, ao lado de Marcelino Freire. Em 2012 criou e editou até 2015, os Jornais: Correio Brasília, Jornal de Vicente Pires, Jornal de Taguatinga e o Jornal do Gama. Evan do Carmo é estudioso da obra de José Saramago, em 2015 publicou o livro Ensaio Sobre a Loucura, e o livro Reflexões de Saramago, momentos antes de sua morte, o livro nos oferece um panorama perfeito na voz do próprio Saramago em forma de ficção ensaísta, sobre a obra do Nobel Português. Em 2016 criou a Editora do Carmo e o projeto Dez Poetas e Eu, onde já publicou 100 poetas, e o livro Um Brinde à Poesia, uma obra de coautoria com outros poetas contemporâneos.

Como editor realizou o sonho de mais de 500 autores, a maioria autores sem recursos, que não podiam publicar suas obras, entre muitos autores carentes estão dezenas de poetas e escritores africanos, de Angola e Moçambique.

Palestras e oficinas literárias (61) 981188607

Nome do link: evandocarmo.com

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