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ACEITO
VINCENT
“Na pintura, consumi minha razão”
Categorias
Artes, Biografia, Não Ficção, Artistas, Arquitetos, Fotógrafos, Memórias Pessoais, Pintura
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Sinopse

Vincent van Gogh (1853-1890) foi um artista maravilhosamente realizado cujo trabalho agora é amplamente apreciado. Ele criou um grande número de obras-primas e desenhos em apenas uma década dedicada à arte. Sua produtividade é ainda mais notável quando considerada no contexto de sua doença debilitante. Ele sofria de crises que eram devastadoras, mas nos períodos intermediários ele era lúcido e criativo e deixou uma descrição profunda de sua vida em sua correspondência, que fornece a base para análise atualmente.

As conquistas de Vincent foram reconhecidas apenas por um pequeno grupo de amigos e seguidores. Apenas um punhado de críticos colocou a caneta no papel. O reconhecimento formal durante sua vida foi restrito a trocas de pinturas com outros artistas, presentes a amigos e médicos, aceitação de telas para obrigações financeiras, três conjuntos de comissões, um desenho vendido em Haia, alguns itens vendidos em Paris, um auto-retrato vendido a um comerciante londrino em 1888 e uma venda na uma influente exposição Les Vingt (1890) em Bruxelas. A venda da obra de Van Gogh durante sua vida era obviamente escassa, mas essa lista deveria substituir o mal-entendido popular de que Vincent "vendeu apenas uma pintura".

Ele morreu ainda escrevendo sobre esperanças de reconhecimento futuro, mas, de fato, foi uma profunda decepção para um artista que tinha sido suficientemente confiante para seguir os precedentes de Michelangelo Buonarroti e Raphael Sanzio.

Características
Número de páginas 57
Edição 1 (2017)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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