ZENÓBIA
E OS ANOS DE ANARQUIA
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Historiografia, Histórico, Antigo, Geografia E Historia, Educação, Biografia
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Sinopse

Quinhentos anos antes, um distinto filósofo grego, Aristóteles, escrevera um livro para provar que a escravidão estava certa; que era certo que as nações mais poderosas escravizassem as mais fracas. A roda girara agora, embora tivesse passado quinhentos anos girando. Os góticos bárbaros eram os mais poderosos e os gregos intelectuais e polidos os menos poderosos. Esses monstros desgrenhados, tão selvagens quanto os animais cujas peles usavam, estavam apenas cumprindo a filosofia de Aristóteles enquanto arrastavam os meninos e meninas da Grécia para a escravidão.

O império romano estava em ruína sem esperança. Não havia mais governo reconhecido ou lei reconhecida. Em todas as direções, generais ambiciosos estavam se levantando em lutas pela coroa. No decorrer de doze anos, mais de trinta desses requerentes apareceram. Todo o império foi varrido pelas ondas vermelhas de sangue da guerra civil. Nesses doze anos, estima-se que o império romano, pela guerra civil e pela invasão bárbara, perdeu metade de sua população. A espada, a fome e a peste varreram cento e cinquenta milhões de habitantes.

Entre os muitos rivais do trono imperial que nessa época surgiram, havia um chamado Odenato, em Palmyra, perto do Eufrates. Ele manteve sua soberania sobre muitas províncias extensas por doze anos. Morrendo, ele transmitiu seu cetro à sua viúva Zenobia. Sua história foi tão maravilhosa a ponto de merecer uma atenção especial.

A rainha Zenobia era uma mulher extraordinária. Ela era tão graciosa em forma de uma sílfide, maravilhosamente bela em características, e dotada da mais alta inteligência. Ela falava fluentemente quatro idiomas: latim, grego, egípcio e siríaco. O que era ainda mais maravilhoso para uma mulher naqueles dias, ela era uma autora e escrevera um epítome da história oriental. Seu domínio se estendia do Eufrates ao Mediterrâneo. O célebre Longino, cuja fama é conhecida por todos os estudantes, era sua secretária.

Sem assumir nenhuma hostilidade com os poderes em Roma, Zenobia, por cinco anos, manteve o comando descontrolado desta divisão oriental do império. Aureliano marchou contra ela. Os espirituosos satiristas de Roma satirizaram-no por fazer guerra contra uma mulher. Aureliano respondeu em uma comunicação ao Senado,

“Alguns falam com desprezo à guerra contra uma mulher. Eles não conhecem o caráter ou o poder de Zenobia. É impossível enumerar seus preparativos de guerra, pedras, flechas e todas as espécies de armas de mísseis. Ela tem numerosos e poderosos motores militares dos quais é lançado fogo artificial. O pavor de punição a armou de desespero. No entanto, confio nas divindades protetoras de Roma ”.

Características
Número de páginas 41
Edição 1 (2019)
Formato A4 (210x297)
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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Comentários
1 comentários
Teresa Raquel
Domingo | 14.07.2019 às 22h07
Dizem que ela era descendente de Cleópatra e de Marco Antônio.