Rogério Lima Batista
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Sobre o autor
Um sempre aprendiz. Não sei como ver a vida se não for pelo diálogo. E justamente aquilo que considero como a minha maior virtude, transforma-se também em defeito. Perco-me ouvindo demais as necessidades humanas. Por horas me esqueço de ser o eu-e-ponto-final. Mas assim o sou.

A escrita é o meu refúgio, minha salvação. Dedico-me a ela, como quem empina uma pipa: ao vai do vento. E me deixo perder nos continente de mim.

Não sobrevivo de livros: não os acho bons, mas necessito dos livros, como quem não dá conta de parar. Sempre a velha novidade.. o instante encantador.

Um escritor que não escreve pra escrever, mas pra deixar ser mais a própria essência. Pra deixar ser livre os pensamentos.