Esta obra de Santo Agostinho se fundamenta na premissa teológica de que todo ser criado é intrinsecamente bom, uma vez que tem sua origem em Deus, o bem supremo e incorruptível. O texto demonstra que o mal não possui uma substância própria ou independente, mas consiste unicamente na corrupção da medida, da forma e da ordem que enfraquece a bondade natural das coisas. Além disso, o autor utiliza esses princípios filosóficos para refutar os erros dos maniqueístas, combatendo suas doutrinas dualistas que atribuíam a criação dos males a uma divindade rival e difamavam a natureza divina com absurdos mitológicos. Em última análise, o tratado visa defender a soberania e a bondade absolutas do Criador, provando que todas as realidades existentes, sejam espirituais ou físicas, derivam exclusivamente de Sua palavra.
| Número de páginas | 64 |
| Edição | 1 (2018) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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