A FACE DA IRA
e o deus fecundado
Categorias
Aventura, Drama, Ficção, Literatura Nacional, Fantasia, Psicológico
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Sinopse

Partindo da ideia de que o leitor faz parte do desenvolvimento da história tanto quanto os personagens principais, A Face da Ira e o deus fecundado ilustra, de forma metafórica e, não obstante, carnal, a curta vida de Grumo e sua busca interminável por respostas humanas.

A narrativa, em primeira pessoa, passa-se na Terra do Nada, onde o leitor, chamado de Ezi, é convidado a embarcar, por meio de uma carta póstuma, na viagem de Grumo. Em seu caminho, ambos conhecem Oko, um indivíduo semelhante, porém misterioso, capaz de oferecer auxílios ameaçadores e controversos.

Ao fim, o escrito é, em sua essência, um diálogo entre a fé e o ceticismo que, de forma poética e extremamente concisa, demonstra que o ser humano é, sim, capaz de criar e modificar a sua própria realidade.

Características
Número de páginas 86
Edição 1 (2010)
Formato A5 (148x210)
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Sihan Felix

Natural de Recife/PE, Sihan Felix reside, atualmente, em Natal/RN, sendo membro do Cineclube da cidade. Também é integrante da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro, sendo, consequentemente, parte da Federação Internacional da Imprensa Cinematográfica (Fédération Internationale de la Presse Cinématographique – FIPRESCI) e é o crítico oficial da Versátil Home Video.

Atuou como crítico de cinema do portal cinema.com.br, importante mídia brasileira administrada pela Digital Media Serviços de Informação LTDA. – DMCo, desativado em julho de 2013, para o qual escreveu mais de uma centena de avaliações, que alcançaram 96% de aprovação dos leitores. Alguns desses escritos foram publicados em jornais, sites e blogs oficiais e divulgados por diversas distribuidoras.

Foi, também, redator e, posteriormente, supervisor do portal cinema.10.com.br, para o qual escreveu e coordenou notícias diárias.

A convite, participou como conferencista do Figueira Film Art 2014, festival realizado em Figueira da Foz, Portugal, onde palestrou acerca do tema Cinema Independente Latino-Americano e esteve à mesa do debate Cinema Analógico Versus Cinema Digital. Também, durante o mesmo festival, ministrou a primeira versão da Oficina de Apreciação de Cinema, criada por si. No ano seguinte, esteve presente ao Figueira Film Art como jurado da categoria Cinema das Escolas de Cinema. Em 2012, foi palestrante da mesa redonda O Ocaso da Crítica Cinematográfica?, no festival Cine Futuro – VIII Seminário de Cinema e Audiovisual, realizado em Salvador/BA.

Dirigiu e co-roteirizou o média-metragem Mas Não se Bordam os Peixes, que fez parte da seleção oficial do citado Figueira Film Art 2014; co-dirigiu e co-roteirizou (junto a Octavio Caruso) o curta-metragem Teresa, elogiado por críticos e profissionais da área e parte da seleção oficial do Figueira Film Art 2015, do VI FINC – Festival Internacional de Cinema de Baia Formosa: Mostra de Filmes Potiguares, e do Festival Cultural Mondo Estronho – edição 2016; Para a Mostra do VI FINC e para a mesma edição do Mondo Estronho, o curta-metragem Uno, também de Felix, foi selecionado. Dirigiu o videoclipe No País das Maravilhas, da banda Máquinas no Ar (parte da seleção oficial do Figueira Film Art 2015: videoclipes); Dirigiu e roteirizou o média-metragem Através do Espelho (parte da seleção oficial do Figueira Film Art 2015) e o curta-metragem As Horas do Nosso Passado (selecionado para IX Mostra Audiovisual BOOM). Além desses, escreveu e dirigiu o curta-metragem Vitruviano e o Poema da Inerente Invisibilidade (selecionado para a mesma IX Mostra Audiovisual BOOM, para I Mostra Anchieta Fernandes de Filmes Potiguares e para o 4º Festival O Cubo) e o curta-metragem Um Terço de Mim (selecionado, também, para o 4º Festival O Cubo).

Como professor, criou a Oficina de Apreciação de Cinema (OAC), com a intenção de fazer com que, cada vez mais, todos possam entender padrões e exceções do cinema e, dessa forma, sentirem-se inspirados pelo efeito tanto quanto pela causa. Com a OAC, Sihan tem percorrido algumas cidades do país, tendo passado, por enquanto, por Natal/RN, Porto Alegre/RS e Olinda/PE. Cada turma da Oficina tem como atividade de encerramento a produção de um curta-metragem. Entre os filmes produzidos, quatro já foram selecionados para festivais e um deles recebeu o grande prêmio do júri popular da X Mostra Audiovisual BOOM, em Natal/RN.

Ainda com relação ao cinema, Sihan Felix é pós-graduando em Cinema e Linguagem Audiovisual pela Universidade Estácio de Sá de São Paulo.

Afora a sétima arte, Felix possui formação em música, tendo sua iniciação musical a partir de 1992, no Centro de Educação Musical de Olinda. Estudou pelo Conservatório Pernambucano de Música e cursou bacharelado em piano pela UFPE e pela UFSM, instrumento esse que lhe rendeu, como executante, prêmios regionais, nacionais e internacionais de 1998 a 2002. Passou a ser membro ativo do curso de licenciatura plena em música da UFRN no início de 2012, universidade pela qual foi monitor-pianista do Curso de Iniciação Artística (CIART) de 2012 a meados de 2015, concluindo a licenciatura ao final do segundo semestre de 2015.

É professor de música da Maple Bear Canadian School desde fevereiro de 2012.

Aficionado por criação, uma aresta que, pouco a pouco, desligou-o da carreira de pianista-concertista, foi vencedor de diversos concursos e festivais de composição, poesia e contos. Escreveu duas peças teatrais e diversos esquetes encenados. Foi diretor musical e compositor da trilha sonora do espetáculo As Conchambranças de Quaderna, do imortal Ariano Suassuna, montagem vivamente elogiada e comentada pelo próprio autor.

Além, Sihan Felix possui três livros publicados: Entre as Pontes de Safena, coletânea de poemas que apresentou a uma editora portuguesa, recebendo, em homenagem por tal, o título simbólico de Ministro da Poesia de Portugal; A Face da Ira – e o deus fecundado, primeiro volume de uma narrativa que expõe, poeticamente, um diálogo ferrenho entre a fé e o ceticismo; e O Contador de Estrelas, seu primeiro livro infantil.

Dacine: www.dacine.com.br

Versátil Home Video: http://www.dvdversatil.com.br

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Comentários
1 comentários
Sábado | 01.05.2010 às 10h05
Olá.Sou Sergio,autor de um livro do clube chamado glória e consequência.Não li sua obra,mas gostei do seu estilo e do contraste religião e ceticismo.Boa sorte com as vendas.