“Os homens, segundo uma leitura aprofundada dos escritos do autor florentino, são condicionados pela sua natureza inclinada ao bem estar individual - que leva a busca incessante pelo poder - e pela repetição de ações. A história da humanidade é vista sob o prisma da luta - não de classes como sugeriria Karl Marx, mas do homem contra seu instinto egoísta e tendido ao poder” (do prefácio de Railson Barboza).
“Enquanto cientista político, Maquiavel descreve a política em sua complexidade, isto é, como ela é e como efetivamente se movimenta. Enquanto filósofo político, ele apresenta princípios que deveriam ser observados pelos membros de um corpo político no sentido de torná-lo estável e bem ordenado. Essa dupla dimensão de seus escritos — descritiva e normativa — faz do pensador florentino um autor denso, clássico e imprescindível para a compreensão da vida política” (da apresentação de João Aparecido Gonçalves).
[…] Ao estudar a vida e a obra de Maquiavel, tornam-se evidentes as semelhanças entre seu tempo e os dias atuais: a instabilidade nas instituições governamentais, que gera descrédito e insegurança. Por isso, compreender a política é uma necessidade real, pois ela permeia e influencia praticamente todas as atividades humanas. Para adquirir essa compreensão, nada melhor do que consultar antigos mestres como Maquiavel; afinal, “não há nada novo debaixo do sol” (do posfácio de Edecil de Souza Correa).
| Número de páginas | 235 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Capa dura |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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