Águas vivas mortas
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Homossexual, Filosofia / Religião, Erótico, Poesia, Filosofia, Ficção
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Sinopse

"fui à bahia; dei uma de caymmi & tive relações intensas de amor c'o mar, acabei engravidando & pari os 25 poemas deste livro em 10 dias; dopado de lsd (lirismo sem descanso), a gestação foi agradável -- & quero que este filho meu & do mar bate com força contra você (como onda em dia de maré cheia) & te deixe também grá[email protected]; me marcou na transa o gozo: ver a espuma das ondas enfeitando a areia de rendas! por fim, não quero que este meu filho cresça nunca -- ele assim, imaturo, cheiro de brisa praiana, gosto d'água salgada, é bonito demais de se ver, andando sobre as águas, rindo seu riso livre & moleque; & fim"

VINÍCIUS SIMAN

Características
Número de páginas 50
Edição 1 (2018)
Formato Pocket (105x148)
Acabamento Brochura s/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Polen
Fale com o autor
Vinícius Siman

VINÍCIUS SIMAN é escritor, poeta, crítico literário, diretor de teatro e militante dos direitos humanos ipatinguense nascido em 1999.

Publicou seu primeiro livro em 2013: “Meus melhores escritos”. Desde então, lançou o ensaio “Poema em linha torta”, o livro de poemas “Rabiscos poéticos” e o aclamado romance em versos “A máquina do tempo”, ambos pela editora Fortaleza Editorial em 2015.

Em 2016, publicou pela editora Clube de Autores o livro “Corpoesia”.

No teatro, escreveu e dirigiu as peças “Lama-sal” e “Festa da Carne”, o monólogo “Prazer, Medeia” e foi diretor de texto e roteirista (junto de Flávia Frazão) do musical infantil “Leiloca Bruxoca”, inspirado no livro homônimo de Nena de Castro.

Em 2017, no aniversário de 53 anos de Ipatinga, recusou receber das mãos do então prefeito da cidade, Sebastião Quintão, o troféu de honra ao mérito artístico-cultural.

Lançou, em maio de 2018, no Salão do Livro Vale do Aço, “Águas vivas mortas”, livro de poemas escritos durante uma temporada na Bahia. Em agosto do mesmo ano foi homenageado com o Troféu Arco-Íris dos Direitos das Pessoas LGBTIs (iniciativa do MGS - Vale do Aço) pelo desempenho na luta dos direitos humanos em sua vida e obra.

Na Quarta-Feira de Cinzas de 2020, em 26 de fevereiro, publica, também pela Clube de Autores, o emblemático “Pra que me tragas um bouquet & uma cachaça & Erodisseia”.

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