Londres, 1856. Edward Gibbon Swann, naturalista do Trinity College de Cambridge, embarca para o Amazonas em busca de uma descoberta científica que lhe abra as portas do casamento com a mulher que ama.
O que encontra é diferente: uma prisão imunda às margens do Tocantins, um delegado corrupto que lhe confisca o escaler e os instrumentos, e Jean — um cartógrafo francês que perdeu tudo por amor e que, naquela fossa de palafitas fedorentas, se torna o amigo mais improvável da sua vida.
E há Bonita. Uma mulher ianomami cujos olhos guardam a profundidade do rio, e que sabe coisas sobre o Amazonas que nenhum livro de Cambridge poderia ensinar.
Edward volta à Inglaterra. Casa-se. Faz fortuna. Escreve décadas de cartas de queixa ao Foreign Office.
Mas o rio não larga quem ele tocou.
Anos depois, uma carta de Jean chega com uma notícia que o obriga a encarar o que deixou para trás — e o que nunca poderá recuperar.
Amor e Ruína no Amazonas é um romance sobre as escolhas que não se desfazem, os amores que se abandonam em nome da respeitabilidade — e o preço que se paga, por décadas, em silêncio.
| Número de páginas | 194 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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