PRÓLOGO
O homem dentro do gelo Ano de 1867, Mar de Barents, a nordeste da Noruega.
O baleeiro inglês HMS Heracles navegava por águas traiçoeiras quando o vigia gritou:
— Gelo à boreste! Um bloco… com algo dentro.
O capitão Alistair McGregor ordenou a aproximação.
O bloco de gelo, do tamanho de uma casa pequena, flutuava mansamente entre os icebergs. Dentro dele,
perfeitamente preservado, via-se um homem.
Não um pescador qualquer.
Vestia uma armadura de metal dourado, com detalhes em azul profundo. Seus olhos
estavam abertos.
E pareciam olhar diretamente para o navio.
Pressionado contra o peito da armadura, um pergaminho enrolado em um tubo de osso fossilizado.
Ninguém ousou tocar.
Trouxeram o bloco a bordo com cordas e talhas.
Levaram três dias para derreter o gelo sem danificar o corpo.
Quando o pergaminho foi aberto, todos recuaram.
As runas brilhavam levemente, como se tivessem sido escritas há minutos.
O capitão enviou o documento para a Sociedade Real de Londres com uma carta:
“Encontramos algo que não deveria existir.“
| Número de páginas | 66 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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