Há coisas que o tempo apaga. Outras permanecem, mesmo quando acreditamos que já ficaram para trás.
Filipe cresceu entre perguntas sobre a sua própria história, relações familiares difíceis e memórias que aprenderam a acompanhá-lo em silêncio. Adulto, torna-se pai e descobre que amar um filho também significa confrontar aquilo que recebeu — e aquilo que nunca recebeu.
Entre conflitos familiares, amizades que se transformam, instabilidade profissional, momentos de queda e a tentativa permanente de reconstruir a própria vida, Filipe procura encontrar algum sentido no meio do caos. Pelo caminho surgem a música, o Guia Migrante PT e uma inesperada ligação às pedras que começa a recolher com o filho.
O que inicialmente parece apenas um pequeno ritual transforma-se num símbolo de tudo aquilo que carregamos connosco: pessoas, escolhas, feridas, afetos e memórias que resistem à passagem dos anos.
As Pedras Que o Tempo Não Leva é um romance contemporâneo sobre paternidade, família, identidade, perda e recomeço — e sobre a possibilidade de transformar aquilo que nos pesou durante anos em parte do caminho que ainda queremos construir.
| Número de páginas | 136 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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